WASHINGTON - A cantora Whitney Houston, que morreu neste sábado, 11, num quarto de hotel em Bervely Hills, Los Angeles, aos 48 anos, foi encontrada por sua cabeleireira com a cabeça embaixo d'água na banheira, e por isso uma das suspeitas é de que ela adormeceu devido ao uso de calmantes, informou neste domingo o site TMZ.
Segundo fontes ligadas à artista, Whitney era consumidora habitual de Xanax, remédio que tomava para controlar a ansiedade antes de comparecer a festas como a que iria na noite de sábado — um evento anual organizado pelo produtor musical Clive Davis que reúne muitas estrelas às vésperas da cerimônia do Grammy. Além disso, a cantora teria bebido muito na sexta-feira.
Whitney internou-se duas vezes em clínicas de reabilitação até declarar-se livre do vício, em 2010. Mas, no meio tempo, ela faltou a shows e foi flagrada portando drogas em um aeroporto.
Em 2001, durante um show de tributo a Michael Jackson, ela estava tão magra que no dia seguinte surgiram rumores de sua morte.
Em 2002, em entrevista à jornalista americana Diane Sawyer, Whitney declarou: "Meu maior demônio sou eu mesma. Ou sou minha melhor amiga, ou minha pior inimiga".
A cantora ensaiou um retorno à cena musical em 2009, com o álbum I Look to You, mas o show criado para promover o disco fracassou.
Ainda assim, a voz de Whitney "tem moldado (o estilo) das intérpretes femininas pelos últimos 30 anos", na opinião do jornalista musical Paul Gambaccini.
No final das contas, disse ele à BBC, Whitney se tornou vítima de um "declínio autoadministrado".
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