Drauzio varella
A epidemia de Aids sofreu impacto importante com o aparecimento dos medicamentos específicos contra o vírus HIV. Isso deu uma falsa sensação de segurança para muita gente, porque a doença continua sendo um problema muito sério no mundo de hoje, apesar de existir tratamento.
Segundo os cálculos da Organização Mundial de Saúde, atualmente existem 42 milhões de pessoas infectadas pelo vírus HIV, 95% das quais vivem em países pobres ou em desenvolvimento. A própria OMS estima que, no Brasil, das 600 mil pessoas infectadas apenas 200 mil saibam que são portadoras do vírus. As outras 400 mil, desconhecendo sua situação, estariam mantendo relações sexuais desprotegidas e dividindo agulhas com usuários de drogas injetáveis.
Como se vê, as dimensões do problema são absurdamente grandes e não há o menor sinal de que a epidemia esteja sendo controlada no mundo. Por isso, a necessidade urgente de desenvolver uma vacina que proteja a pessoa não infectada contra o vírus HIV, coisa que infelizmente, nesses 20 anos de epidemia, não fomos capazes de fazer.
Muitos acham que a descoberta dessa vacina está cercada de dificuldades tecnológicas enormes que dificilmente serão transpostas a curto prazo. Entre os pesquisadores, há os mais pessimistas que estão certos de que a vacina nunca será obtida e os mais otimistas que acreditam ser possível obtê-la num médio prazo.
Acompanhe esta reportagem no face da LOTUS.
Segundo os cálculos da Organização Mundial de Saúde, atualmente existem 42 milhões de pessoas infectadas pelo vírus HIV, 95% das quais vivem em países pobres ou em desenvolvimento. A própria OMS estima que, no Brasil, das 600 mil pessoas infectadas apenas 200 mil saibam que são portadoras do vírus. As outras 400 mil, desconhecendo sua situação, estariam mantendo relações sexuais desprotegidas e dividindo agulhas com usuários de drogas injetáveis.
Como se vê, as dimensões do problema são absurdamente grandes e não há o menor sinal de que a epidemia esteja sendo controlada no mundo. Por isso, a necessidade urgente de desenvolver uma vacina que proteja a pessoa não infectada contra o vírus HIV, coisa que infelizmente, nesses 20 anos de epidemia, não fomos capazes de fazer.
Muitos acham que a descoberta dessa vacina está cercada de dificuldades tecnológicas enormes que dificilmente serão transpostas a curto prazo. Entre os pesquisadores, há os mais pessimistas que estão certos de que a vacina nunca será obtida e os mais otimistas que acreditam ser possível obtê-la num médio prazo.
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