Psicoterapeuta. - CRT 42.156

Psicoterapeuta. - CRT 42.156
Fernando Cesar Ferroni de Freitas

sábado, 30 de novembro de 2013

Lei nº 10.216 de 04 de junho de 2001. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1º Os direitos e a proteção das pessoas acometidas de transtorno mental, de que trata esta Lei, são assegurados sem qualquer forma de discriminação quanto à raça, cor, sexo, orientação sexual, religião, opção política, nacionalidade, idade, família, recursos econômicos e ao grau de gravidade ou tempo de evolução de seu transtorno, ou qualquer outra.

Lei nº 10.216 de 04 de junho de 2001
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu

sanciono a seguinte Lei: 

Art. 1º Os direitos e a proteção das pessoas acometidas de transtorno mental, de
que trata esta Lei, são assegurados sem qualquer forma de discriminação quanto
à raça, cor, sexo, orientação sexual, religião, opção política, nacionalidade, idade,
família, recursos econômicos e ao grau de gravidade ou tempo de evolução de
seu transtorno, ou qualquer outra.
Art. 2º Nos atendimentos em saúde mental, de qualquer natureza, a pessoa e seus
familiares ou responsáveis serão formalmente cientificados dos direitos
enumerados no parágrafo único deste artigo.
Parágrafo único. São direitos da pessoa portadora de transtorno mental: I - ter
acesso ao melhor tratamento do sistema de saúde, consentâneo às suas
necessidades;
II - ser tratada com humanidade e respeito e no interesse exclusivo de beneficiar
sua saúde, visando alcançar sua recuperação pela inserção na família, no trabalho
e na comunidade;
III - ser protegida contra qualquer forma de abuso e exploração;
IV - ter garantia de sigilo nas informações prestadas;
V - ter direito à presença médica, em qualquer tempo, para esclarecer a
necessidade ou não de sua hospitalização involuntária;
VI - ter livre acesso aos meios de comunicação disponíveis;
VII - receber o maior número de informações a respeito de sua doença e de seu
tratamento;
VIII - ser tratada em ambiente terapêutico pelos meios menos invasivos possíveis;
IX - ser tratada, preferencialmente, em serviços comunitários de saúde mental.
Art. 3º É responsabilidade do Estado o desenvolvimento da política de saúde
mental, a assistência e a promoção de ações de saúde aos portadores de
transtornos mentais, com a devida participação da sociedade e da família, a qual
será prestada em estabelecimento de saúde mental, assim entendidas as
instituições ou unidades que ofereçam assistência em saúde aos portadores de
transtornos mentais.
Art. 4º A internação, em qualquer de suas modalidades, só será indicada quando
os recursos extra-hospitalares se mostrarem insuficientes. § 1º O tratamento
visará, como finalidade permanente, a reinserção social do paciente em seu meio.
§ 2º O tratamento em regime de internação será estruturado de forma a oferecer
assistência integral à pessoa portadora de transtornos mentais, incluindo serviços
médicos, de assistência social, psicológicos, ocupacionais, de lazer, e outros.
§ 3º É vedada a internação de pacientes portadores de transtornos mentais em
instituições com características asilares, ou seja, aquelas desprovidas dos
recursos mencionados no § 2º e que não assegurem aos pacientes os direitos
enumerados no parágrafo único do art. 2º .
Art. 5º O paciente há longo tempo hospitalizado ou para o qual se caracterize
situação de grave dependência institucional, decorrente de seu quadro clínico ou
de ausência de suporte social, será objeto de política específica de alta planejada
e reabilitação psicossocial assistida, sob responsabilidade da autoridade sanitária
competente e supervisão de instância a ser definida pelo Poder Executivo,
assegurada a continuidade do tratamento, quando necessário.

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Novas fronteiras da subjetivação.
Benilton Bezerra Junior.

Os sujeitos se constituem em contexto. Os ideais que lhe servem de referência, os modelos identitários a que aderem, as modalidades de prazer e de sofrimento que organizam sua existência expressam os traços fundamentais do mundo social em que vivem. Nas últimas décadas este cenário tem sofrido transformações profundas. O esvaziamento da política e da ação coletiva, a explosão das biotecnologias, a espetacularização da vida social, o elogio à performance etc, têm produzido impactos nos processos de subjetivação, redesenhando fronteiras tradicionais entre mente e corpo, normal e patológico, natural e artificial, real e virtual.


quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Filosofia do sec. XXI por Fernando Cesar.

"Conheça-te à ti mesmo".
Está escrito no templo de apolo, e nos convida a reflexões até hoje.
A filosofia sempre foi a grande gestora dos interesses da humanidade.
O homem contemporâneo parece estar inerte em relação ao "saber".
Filosofia é questionamento, a sabedoria nasce da duvida!
Penso a cerca dos valores e conceitos da natureza humana, que parece se perder em meio a tamanha revolução tecnológica.
O que é " politicamente correto", da margem para maquiar o questionamento , sem ir ao centro da questão.
A ideia primitiva do questionar, da busca pelo conhecimento é característica de poucos homens atualmente.
É comodo não pensar!
Há filosofia em tudo , até onde não tem nada.
Um convite a reflexão a cerca da filosofia do sec. XXI.

Consultório de Atendimento - Psicologas Marcia e Rosangela


Consultório Lotus


LENAD FAMILIA


Internações devem ser de curta duração, diz Roberto Kinoshita coordenador de Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas do Ministério da Saúde (MS)

Modelo de atendimento a dependentes químicos do governo.

O governo tenta responder ao aumento do número de dependentes e à complexidade do tratamento que a doença exige por meio da Política Nacional de Saúde Mental, que prevê a formação de uma rede aberta de atendimento para oferecer tanto tratamento quanto apoio à reinserção social. No papel, as intenções das normas são muito claras. Porém, na realidade, o que se verifica é uma rede de atendimento limitada, quando existente.

Responsável atual pela implementação da política de saúde mental, Roberto Kinoshita, coordenador de Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas do Ministério da Saúde (MS), acredita que o modelo deve garantir tanto o acesso ao tratamento quanto o respeito aos direitos civis dos usuários de drogas.

Roberto Kinoshita, coordenador do MS, observado pela senadora Ana Amélia: internações devem ser de curta duração. Foto: Jonas Pereira

De acordo com o modelo desenhado pelo MS, as equipes de Saúde da Família devem prestar o primeiro atendimento aos dependentes que buscam tratamento. Já os doentes que não procuram atendimento devem ser abordados por equipes itinerantes, chamadas consultórios de rua e formadas por médicos, psiquiatras, enfermeiros, assistentes sociais, psicólogos e pedagogos. Tanto as equipes de Saúde da Família quanto os consultórios de rua devem estar vinculados a um Centro de Atenção Psicossocial (Caps).
Essas três instâncias são responsáveis pela triagem, pela avaliação clínica das condições de saúde física e mental do dependente e pela definição do tratamento a ser feito, incluindo 
decidir sobre a necessidade ou não de internação. Cabe ainda a 
esses serviços organizar a demanda de saúde mental no município, mapeando vagas e leitos disponíveis na região e encaminhando os pacientes de acordo com suas necessidades.

Segundo Emmanuel Fortes, da ABP, criou-se no país "uma animosidade contra o hospital psiquiátrico".

Reforma psiquiátrica eliminou 90 mil leitos em hospitais.

A decisão do Ministério da Saúde de não relacionar os hospitais psiquiátricos entre as estruturas prioritárias para atendimento aos dependentes químicos, duramente criticada pelos psiquiatras, tem origem na chamada reforma psiquiátrica, iniciada em 2001 (Lei 10.216/01), que concebeu um modelo aberto para tratamento das pessoas com doenças mentais, incluídos os dependentes de drogas e álcool. Nesse modelo, cujo maior objetivo é a reinserção social, os doentes teriam liberdade para escolher entre os diversos centros de atendimento.
Como consequência, uma das principais diretrizes da Política de Saúde Mental, delineada pelo Ministério da Saúde a partir da reforma psiquiátrica, é reduzir o número de leitos oferecidos em hospitais psiquiátricos e transferir a responsabilidade pela assistência a esses pacientes para a rede de atenção extra-hospitalar, da qual fazem parte os Caps, as equipes de Saúde da Família e os consultórios de rua.
No entanto, a resposta do Estado não tem unanimidade no meio médico. José Raimundo da Costa, psicólogo clínico e mestre em Bioética, observa que o tratamento cruel e desumano registrado nos antigos manicômios deu força àqueles “que clamam pela desospitalização e pelo fechamento de todos os hospitais psiquiátricos. É como se todas as instituições psiquiátricas fossem assim, o que não é verdade”, argumenta.
À época em que a lei da reforma psiquiátrica foi aprovada, a imagem dos hospitais psiquiátricos estava muito desgastada, em meio a denúncias, amplamente divulgadas na mídia, de abandono, maus-tratos e crueldade impostos a pacientes nos anos 1990.
Nesse sentido, Emmanuel Fortes, da Associação Brasileira de Psiquiatria, acredita que o debate sobre a reforma psiquiátrica no Congresso Nacional começou de forma preconceituosa com relação aos médicos. “O projeto de lei que deu início à discussão, e que não foi aprovado, do deputado Paulo Delgado (PT-MG), tratava psiquiatras como sequestradores, violadores dos direitos fundamentais do ser humano e cúmplices de crimes que chegariam à tortura. Era um viés ideológico”, afirma.

Segundo Emmanuel Fortes, da ABP, criou-se no país "uma animosidade contra o hospital psiquiátrico". Foto: J. Freitas

Por conta das denúncias e desse projeto, Fortes entende que se “criou uma animosidade contra o hospital psiquiátrico, de tal forma que perdemos 90 mil leitos desde que começou essa famigerada ideia de que os hospitais fazem mal. Faz mal um mau hospital. O bom hospital faz bem à saúde da população”, argumenta.
Ele defende o retorno de investimentos públicos em hospitais psiquiátricos especializados para os tratamentos mais complexos, inclusive dos dependentes de drogas, como era antes da reforma psiquiátrica, e contesta a interpretação dada pelo Ministério da Saúde à Lei 10.216/01.
“Essa lei foi feita para disciplinar o hospital psiquiátrico e não para destruí-lo. Foi feita para dizer: funcione com uma equipe competente, multiprofissional. Se não tiver médico, enfermeiro, assistente social, psicólogo e terapeuta ocupacional, o local será considerado um asilo, impróprio para o tratamento. E hoje nós estamos vendo proliferar os Caps, e até outros estabelecimentos, sem quaisquer condições de obedecerem a esse pressuposto definido na lei para a internação 
de doentes psiquiátricos”, afirma o representante da ABP.
Para ele, a definição de limites de tempo para a internação, feita pelo MS, é mais um equívoco da Política Nacional de Saúde, que define a priori o período de internação sem levar em conta a competência de decidir do médico, estabelecida claramente na reforma psiquiátrica iniciada pela Lei 10.216/01.

Debate na subcomissão do Senado mostrou necessidade de abordagem multidisciplinar para o sucesso do tratamento.

Abordagem multidisciplinar para reabilitação de dependentes químicos

Desintoxicar o dependente químico é apenas parte do tratamento. Além de depender da vontade do paciente, o uso de medicamentos, isolado, pouco consegue ajudar uma pessoa completamente desorganizada, desde seus cuidados básicos de higiene até suas relações sociais e laços afetivos.

Debate na subcomissão do Senado mostrou necessidade de abordagem multidisciplinar para o sucesso do tratamento. Foto: José Cruz

Daí o consenso de que é necessária uma abordagem multidisciplinar para que o tratamento seja eficaz. Desintoxicação, psicoterapia, terapia ocupacional e assistência social são apenas partes do tratamento. E há ainda quem defenda um componente religioso nessa recuperação do indivíduo. Porém, em regra, essa abordagem multidisciplinar ainda está completamente desarticulada no Brasil.
Além da articulação, há necessidade de grande dedicação por parte de quem aplica o tratamento. O atendimento ao usuário exige habilidade e disponibilidade emocional dos profissionais envolvidos, o que demanda grandes investimentos, inclusive em treinamento.
Essa necessidade é agravada ainda pelas recaídas, muito comuns, por outras doenças associadas, por problemas afetivos e com a lei. E o tratamento dessas questões é tão importante quanto livrar o dependente do abuso das drogas.
Segundo o psiquiatra e consultor da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas, José Manoel Bertolote, “o sucesso de qualquer tratamento para dependência química passa pela vontade do usuário de se manter afastado da droga”. Ele se aproxima do conceito de abordagem multidisciplinar, ao lembrar que “a desintoxicação tem seu papel, no sentido de reduzir os danos a que está sujeito o usuário, mas é uma contribuição modesta. Um sólido sistema de apoio médico, psiquiátrico, social, familiar e psicológico é essencial”.
Os médicos confirmam que não existe medicação para reduzir o desejo por crack ou cocaína. Por isso, dizem que não se pode passar às famílias e dependentes a ideia de que, sozinhos, medicamentos vão resolver o problema. Isso sem contar que, a cada passo da medicina, o mercado de drogas ilícitas diversifica seus produtos, deixando os cientistas para trás.
Os psiquiatras da Unifesp Hamer Alves, Marcelo Ribeiro e Daniel de Castro recomendam ainda que o tratamento com abordagem multidisciplinar leve em conta o uso concomitante de outras drogas, especialmente do álcool, generalizado entre dependentes de crack ou cocaína. A equipe da Unifesp observa que o álcool é um dos maiores obstáculos ao tratamento, por reduzir a capacidade crítica e a motivação e por levar o usuário a estados de impulsividade e euforia, o que aumenta o risco de recaída.
Além disso, qualquer medicamento pode oferecer risco se não for considerada a interação com o álcool, as recaídas, os efeitos colaterais e o uso dos remédios em tentativas de suicídio.
Para tornar o quadro ainda mais complexo, estudos relatam que o uso de cocaína e crack pode desencadear psicose, depressão e esquizofrenia, entre outras doenças psiquiátricas. Para que o tratamento tenha sucesso, o diagnóstico deve ser o mais exato possível para que essas doenças sejam tratadas com remédios específicos, tradicionais e de eficácia comprovada.

Caso a caso

A estratégia de tratamento com abordagem multidisciplinar deve ser definida para cada usuário, de acordo com sua idade, sexo e formação, e sua realidade sócio-econômica. Ainda assim, essa estratégia deve estar sempre sujeita a revisões. Os médicos estimam ser necessários entre seis e 12 meses de tratamento, que pode chegar a mais de três anos. Internações são consideradas imprescindíveis nos casos em que o paciente for um risco para si mesmo e para os outros.
A família e os amigos são fundamentais para que os dependentes se mantenham motivados e compromissados com o tratamento recebido. No entanto, informa a psiquiatra Gilda Pulcherio, “a maioria dos estudos confirma que o universo familiar dessa população é frequentemente disfuncional”. Assim, muitas vezes o tratamento deve incluir também apoio psicológico para a família do dependente.

Cada vez mais, governos e sociedades em todo o mundo concluem que a prioridade é desintoxicar, tratar e auxiliar os dependentes químicos

Tratamento para dependentes químicos.

Cada vez mais, governos e sociedades em todo o mundo concluem que a prioridade é desintoxicar, tratar e auxiliar os dependentes químicos a voltarem ao convívio social.
Entretanto, além das dificuldades de recuperação dos dependentes químicos, especialmente aqueles viciados em crack, o Brasil convive hoje com uma rede de tratamento para dependentes químicos pequena e precária e com profissionais pouco qualificados.
A complexidade do tratamento da dependência, doença crônica e grave, foi resumida no depoimento de Célio Luiz Barbosa, coordenador-geral dos Centros de Atendimento às Famílias da Fazenda da Paz na subcomissão do Senado.
“Tratar a dependência química não é apenas curar os efeitos que as drogas causam no indivíduo, é reorganizar o indivíduo por completo”, afirma.
O problema é agravado pela efetividade limitada das abordagens de tratamento para dependentes químicos, especialmente de cocaína e crack, discutidas pela comunidade científica e pela sociedade. “No caso das drogas, o primeiro mal que devemos evitar é proclamar que temos alguma arma melhor do que as outras, vender ilusões. Há décadas, se estudam e se buscam tratamentos eficazes. E, hoje, a eficácia de inúmeras abordagens é muito questionável”, afirma Roberto Kinoshita, coordenador de Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas do Ministério da Saúde.
Como o vício atinge todos os aspectos da saúde e da vida do dependente, a psiquiatra Alessandra Diehl e seus colegas da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) enfatizam que “o paciente apresentará necessidades múltiplas e o tratamento deve ser preparado para oferecer um amplo conjunto de intervenções personalizadas”.
Tratamento para dependentes químicos indisponível
Às dificuldades do tratamento para dependentes químicos em si, intensificadas muitas vezes pela falta de apoio de famílias desarticuladas, soma-se um sistema público de saúde particularmente desaparelhado para tratar a dependência química e as doenças mentais.
Parte da explicação se deve ao país estar atravessando uma fase de transição para um novo modelo de tratamento, inaugurado com a reforma psiquiátrica de 2001).
Os médicos, no entanto, acusam a desarticulação do modelo anterior, sem que nada seja oferecido em seu lugar. De acordo com parâmetros da Organização Mundial de Saúde (OMS), o Brasil oferece 0,34% dos leitos que seriam necessários para sua população.
Outro problema detectado é a falta de preparo dos médicos para lidar com o dependente químico.
Para suprir essa carência, as comunidades terapêuticas, instituições privadas disseminadas por todo o mundo que oferecem especialmente tratamento para dependentes químicos, estão abrigando a maior parte dos pacientes em tratamento.
O problema, nesse caso, é a falta de regulamentação dessa atividade e, também, de apoio público às entidades que realizam um trabalho em acordo com as mínimas diretrizes e padrões legais.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

CULTURA na Lotus- Assista o filme - O Cortiço de Aluísio Azevedo.Obra cinematográfica produzida em 1977.

O enredo do filme O Cortiço, conta a história do português João Romão, proprietário de um cortiço e tem como moradora Rita Baiana, que é uma mulher comunicativa e liberada. Ao se apaixonar por Jerônimo, jovem lusitano que acaba de chegar ao Brasil, viverá um romance conturbado que acaba em tragédia.

O filme O Cortiço baseia-se no romance naturalista com o mesmo nome, de Aluísio Azevedo. A obra cinematográfica foi produzida em 1977, e retrata, à semelhança do livro, a realidade da sociedade do século XIX. O filme foi dirigido por Francisco Carvalho Jr., e tem duração de 110 minutos. Grandes atores da época em que foi produzido fazem parte de seu elenco, como Betty Faria, Mário Gomes e Antônio Pompeu.

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Rato Festa - Video animado que explica a reação do (S.R.C.) Sistema de Recompensa Cerebral em relação a cada tipo de substância usada,

Rato Festa

Video dinâmico em que você da o controle usando o mouse do seu computador, pegue o ratinho no video coloque-o sob a cadeira e veja o resultado em relação ao uso de drogas, escolha o que quer saber sobre qualquer droga usando este video, o resultado é muito legal. 
Os mecanismos simplificados de ação da droga aqui apresentados são apenas uma pequena parte da história. Quando as drogas entram no corpo que provocam efeitos muito complexos em muitas regiões diferentes do cérebro. Muitas vezes eles interagem com muitos tipos diferentes de neurotransmissores e podem ligar-se com uma variedade de tipos de receptores numa variedade de locais diferentes.Por exemplo, o THC na marijuana pode ligar aos receptores de canabinóides localizados na célula pré-sináptica e / ou pós-sináptica de uma sinapse. Se for caso disso, esta apresentação descreve, principalmente como fármacos interagem com os neurotransmissores dopamina porque este sítio incide sobre a via de recompensa do cérebro. Rato do partido é projetado para fornecer um pequeno vislumbre das interações químicas no nível sináptico que fazer com que o usuário de drogas a se sentir 'alta'.

Clique no link abaixo.

BREVE INFORMATIVO SOBRE OS DIREITOS À SAÚDE MENTAL.
Marcadores: saúde mental
Por Edson Toledo



"A Lei Federal 10.216/2001 instituiu aReforma Psiquiátrica no Brasil como política de Estado e traz em seu corpo a proteção e os direitos das pessoas com transtorno mental...

Segundo o Ministério da Saúde, cerca de 3% da população geral sofre com transtornos mentais severos e persistentes, que mais de 6% da população apresenta transtornos psiquiátricos graves decorrentes do uso de álcool e outras drogas e que 12% da população necessita de algum atendimento em saúde mental, seja ele contínuo ou eventual?
O direito à saúde mental é um direito fundamental do cidadão, previsto na Constituição Federal para assegurar bem-estar mental, integridade psíquica e pleno desenvolvimento intelectual e emocional?
A Lei Federal 10.216/2001 instituiu a Reforma Psiquiátrica no Brasil como política de Estado e traz em seu corpo a proteção e os direitos das pessoas com transtorno mental e fala de uma série de serviços para cuidar dos portadores de transtorno mental nacional e aberta, por exemplo: Centros de Atenção Psicossocial, Residências Terapêuticas, Ambulatórios, Hospitais Gerais, Centros de Convivência, significando assim uma mudança no modelo de tratamento. Ou seja, diferente do tradicional modelo dos hospitais psiquiátricos que internavam e isolavam o paciente, impedindo o convívio com a família e a comunidade.
Os Centros de Atenção Psicossocial, também conhecidos por CAPS, são serviços de saúde municipais, abertos, comunitários que oferecem atendimento diário e que dentre as suas funções está: prestar atendimento clínico em regime de atenção diária, evitando as internações em hospitais psiquiátricos; organizar a rede de atenção às pessoas com transtornos mentais nos municípios; promover a reinserção social do indivíduo através do acesso ao trabalho, lazer, exercício dos direitos civis e fortalecimento dos laços familiares e comunitários.
Os CAPS podem ser de três tipos: CAPS para adultos (CAPS II ou III) com sofrimento mental; CAPS infantil (CAPSi) para crianças e adolescentes que possuem sofrimento mental e CAPS álcool e drogas (CAPSad) para crianças, adolescentes e adultos com problemas relacionados ao álcool e outras drogas. O CAPS para adultos se diferencia em II e III devido ao período de funcionamento, no II (8h às 17h) e no III (24h por dia).
Os Serviços Residenciais Terapêuticos - SRT foram instituídos pela portaria 106 de 11/02/00 do Ministério da Saúde e no seu parágrafo único diz que se pode entender por Serviços Residenciais Terapêuticos: moradias ou casas inseridas, preferencialmente na comunidade, destinadas a cuidar dos portadores de transtornos mentais, egressos de internações psiquiátricas de longa permanência, que não possuam suporte social e laços familiares para viabilizar sua inserção social.
Os Centros de Convivência e Cultura costumam ser implementados em municípios que já foram capazes de construir uma rede efetiva de acolhimento e atendimento aos transtornos mentais severos e persistentes. Esses Centros se justificam apenas naquelas localidades onde a rede substitutiva de atenção à saúde mental conta com cobertura adequada, especialmente de CAPS. Busca-se a implementação desses Centros nas localidades com mais de 200 mil habitantes. As pessoas que trabalham ali não são profissionais da Saúde, nem da Saúde Mental: são artistas, artesãos, "oficineiros", etc.
O programa federal intitulado "De Volta para Casa", instituído pela Lei Federal 10.708 de 31/07/03 é um auxilio-reabilitação psicossocial para assistência, acompanhamento e integração social, fora das unidades hospitalares, com pessoas acometidas de transtornos mentais, com história de longa internação psiquiátrica (dois anos ou mais de internação). O objetivo desse programa é contribuir efetivamente para o processo de inserção social dessas pessoas, incentivando a organização de uma rede ampla e diversificada de recursos assistenciais e de cuidados, facilitadora do convívio social, capaz de assegurar o bem-estar global e estimular o exercício pleno de seus direitos civis, políticos e de cidadania. Em parceria com a Caixa Econômica Federal o programa conta hoje com mais de 2600 beneficiários em todo o território nacional, os quais recebem mensalmente em suas próprias contas bancárias o valor de R$240,00.
Um dos reflexos dessa política para a saúde mental contribuiu para o número de leitos psiquiátricos SUS no Brasil diminuísse de 51.393 leitos em 2002 para 29.958 em 2012, segundo dados da "Saúde Mental em dados de 2011" do Ministério da Saúde?
Quando uma pessoa com transtornos mentais sofre maus tratos ou tem seus direitos violados, além de buscar formas imediatas de proteção dessa pessoa como os programas já citados acima, você também deve denunciar ao Ministério Público e aos disque-denúncias, a exemplo do Disque Direitos Humanos - Disque 100

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Balanço da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo divulgado nesta terça-feira (19) aponta que, em média, dois estabelecimentos comerciais do Estado são multados por infringirem a Lei Antiálcool

Lei Antiálcool para menores multa dois estabelecimentos por dia em SP.
Fonte UOL.

Em São Paulo  19/11/2013 13:34  h.

Balanço da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo divulgado nesta terça-feira (19) aponta que, em média, dois estabelecimentos comerciais do Estado são multados por infringirem a Lei Antiálcool para menores, que entrou em vigor há dois anos para combater a ingestão precoce de bebidas alcoólicas por crianças e adolescentes.
Desde 19 de novembro de 2011, os agentes da Vigilância Sanitária Estadual, vigilâncias municipais e Procon-SP realizaram 487,2 mil inspeções e aplicaram 1.540 multas. O índice de cumprimento da lei é de 99,68% entre os estabelecimentos vistoriados.
As fiscalizações são feitas em locais que comercializam bebidas alcoólicas como bares, restaurantes, supermercados, lojas de conveniência, padarias e danceterias.
Entre as regiões do Estado com o maior número de multas aplicadas estão a capital, com 476 multas, seguida da Baixada Santista, com 225 e a região do Vale do Paraíba e Litoral Norte, com 167 autuações.
Em dois anos, os tipos de estabelecimentos mais multados foram os bares, restaurantes, lanchonetes e padarias. Este grupo corresponde a 55% das multas aplicadas neste período. Mercados, supermercados e hipermercados estão no segundo grupo mais multado, com 20% das multas. Em terceiro ficaram os postos de combustíveis e lojas de conveniência, com 3%.
Do total de autuações aplicadas, 22% são relativas à infração mais grave, que é a venda ou permissão de consumo de bebidas alcoólicas por adolescentes dentro dos estabelecimentos, 53% se referem a bebidas alcoólicas misturadas em uma mesma gôndola ou geladeira, e 25% são em virtude da ausência de placas indicativas da lei.
Os estabelecimentos infratores estão sujeitos a multas de até R$ 96,8 mil e, no caso de reincidências, podem ser interditados por 15 a 30 dias e até mesmo perderem a inscrição no cadastro de contribuintes do ICMS, que significa o encerramento das atividades comerciais.
Antes da aprovação da lei, já não era permitida a venda de álcool a menores. No entanto, se um adulto comprasse a bebida e a repassasse a um adolescente ou criança, os proprietários pelos estabelecimentos não podiam ser responsabilizados.

Denúncias sobre o descumprimento da lei podem ser feitas pelo telefone 800 771 3541 ou pelo site www.alcoolparamenoreseproibido.sp.gov.br.

O homem contemporâneo, pós modernidade e a ideia de um fim.

Sufocado pela Globalização e o desenfreado avanço da tecnologia, o politicamente correto, é o seguro do homem contemporâneo.
Percebo o desespero de pessoas com o fato deste avanço tecnológico, pessoas que não conseguem acompanhar.
Pessoas estocando comida e água, abrigos subterrâneos, o desespero por conta do suposto fim do mundo.
Muitas pessoas precisam ainda ser conduzidas pelo poder superior, são tantas religiões....um fenômeno inexplicável que me alivie a carga da culpa , dos pecados, do proibido.....
Pra mim pior que encarar a morte é encarar a verdade.
De que adianta buscar fora, se o desconforto é dentro?
 A frase escrita na entrada do templo dos Delfos:
"se queres conhecer a Deus , conheça -te a si mesmo."
OU VOCÊ SE TORNA SEU PRÓPRIO GENITOR, E ASSUME QUE VOCÊ É QUEM CONDUZ A CARRUAGEM , OU VAI FICAR VIVENDO NA ILUSÃO DO PARAÍSO.
A consciência e aceitação de um fim , como evento inevitável é a unica coisa que dá sentido a vida, devolve-nos a sabedoria ( sai da alienação das religiões sufocantes) e enriquece a vida.
O homem só tem duas idades, fases, ou etapas.....a vida e a morte. 

Fernando Cesar

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Jorge Forbes - Como inventar e se responsabilizar pelo seu sucesso.

Jorge Forbes aborda, a necessidade da invenção da satisfação na sociedade atual e responde a algumas críticas sobre a obra de Jacques Lacan.

Na coluna a direita , Click no link "videos".


O mundo contemporâneo / por Fernando Cesar.

Trabalhar na prevenção  é determinante para se obter um resultado satisfatório a médio e longo prazo, A curto prazo permanece as medidas propostas pela Secretária de Saúde Pública, que é  a redução de Danos, mas não podemos alimentar a redução de danos, precisamos promover um movimento que um dia supra a necessidade de todos , no que diz respeito a saúde mental, porque a redução de danos existe, porque não existe modelo preventivo. ou se existe é pouco usado, penso eu.
Toda substância psicoativa  leva ao uso nocivo, ou a dependência.
Os critérios diagnósticos são bem claros, mas não suficiente, não basta detecta-los, é preciso avaliar a gravidade deles, o comprometimento com a substancia usada.
Nesse momento penso eu que, o usuário de drogas , já não pode ser visto como um risco para sociedade, pensar no tratamento de dependentes químicos, é necessário olhar para outros aspectos da sua vida, familiar, social, financeira, cidadão brasileiro com os mesmos direitos que eu que você, a presidente. A reinserção social só vai ter resultados efetivos , quando começarmos a pensar " porque há exclusão social"?
Eu só sou excluído daquilo que eu faço parte, e quando eu sinto não fazer parte de nada?
O tratar não se resume em detectar a doença, e trata-la....Se estamos falando de uma doença incurável, a ideia de alta médica desaparece. A alta esta sustentada por uma ideia de cura. Quem trata uma doença, tem uma perspectiva de ter alta, para ter alta preciso estar bem de saúde. 
O dependente químico e alcoolistas, necessitam serem assistidos por toda vida, ou onde e como se faz uma avaliação para alta médica? Entre o fisiológico e  a psique....acontece tanta coisa!!!!!
"Saúde é o pleno bem estar físico e mental."
Quem tem saúde, ao pé da letra vai..., ???? Em pleno sec. XXI, em meio a globalização, o mundo no avanço tecnológico desenfreado, e o politicamente correto..... Vale uma boa reflexão!
Quem faz essa avaliação ao dar alta a um paciente seja la de onde for ...que está tratando de dependência química ou alcoolismo, ou qualquer outra dependência , quais critérios , e quem assina a alta de um paciente portador de uma doença incurável, a alta só existe para doença que tem cura.  E tem tantos dependentes por ai, que acham que o problema é a DROGA!
Como é de praxe, os profissionais de saúde são preparados para:
Sentir, pensar falar e agir, com base na lógica binaria: o modelo mental de causa e efeito, a lógica do "ou / ou". E então penso esta ai um modelo de separar ao invés de juntar,  que fala de ações não de "interações" de vida invés de convivência.
Vaclav Havel disse: "Educação é a capacidade de perceber as conexões ocultas entre os fenômenos."
Elizabeth Rondon descobriu em contato com os índios , que não existe entre eles o verbo "viver" e sim o "conviver".
Somos filhos do cuidado sem ele a especie humana não existiria. 
A elaboração de novas idéias depende da  libertação das formas habituais de pensamento e expressão. A dificuldade não esta nas novas idéias, mas escapar das velhas idéias que se ramificam por todos os cantos da sociedade de forma geral.
Mais do que o gesto, interessa como ele foi recebido, mais do que a palavra, nos interessa como ela foi ouvida, mas do que o fato, vale onde, como quando e quem foi tocado. 

18 de novembro de 2013.

Fernando Cesar F. de Freitas.

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Jaques Lacan e a Psicanalise do seculo XXI

Acesse o link videos e assista Jorge Forbes , falando com muita clareza sobre a psicanálise de Lacan.
é muito bom.

Fernando Cesar.