Psicoterapeuta. - CRT 42.156

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Fernando Cesar Ferroni de Freitas

segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Demi Lovato pode ter sido salva pelo guarda-costas

Cantora foi encontrada inconsciente a 24 de julho e foi de imediato transportada para o hospital, mas antes o guarda-costas terá tido um papel decisivo.
Demi Lovato foi salva pelo guarda-costas no dia em que foi encontrada em casa inconsciente, alegadamente sob o efeito de heroína.
O guarda-costas entrou em casa com a assistente pessoal e encontraram-na na cama, inconsciente e com sangue na almofada. A TMZ, site especializado em celebridades, avança que a assistente pessoal chegou mesmo a gritar que Demi Lovato estava morta e foi aí que o assistente entrou em ação, desobstruindo as vias respiratórias da cantora e executando os procedimentos de primeiros-socorros que podem ter sido decisivos para manter a artista viva até a chegada dos paramédicos.

A cantora está internada desde 24 de julho, dia em que foi transportada de uma casa em Hollywood para um hospital. Quando receber alta deverá ser internada numa clínica de reabilitação.
A equipa médica que a tem acompanhado ainda não tomou nenhuma decisão e o que se sabe para já é que a cantora continua "sob os cuidados de especialistas médicos" e que se espera uma "recuperação completa" do estado de saúde.
Lovato tem falado abertamente sobre a luta contra o vício das drogas e do álcool, bem como em relação aos seus problemas de saúde mental e de distúrbios alimentares. A artista admitiu ter procurado ajuda profissional para o abuso de substâncias e confessou ter estado em reabilitação, em 2010. Demi Lovato estaria há vários anos afastada do mundo das drogas e álcool, mas em junho, a cantora lançou a música "Sober" onde revelava que tinha sofrido uma recaída e que já não estava sóbria. Na atuação no Rock in Rio Lisboa, este ano, Lovato cantou pela primeira vez esta música ao vivo e não conseguiu conter a emoção.

Nova York quer legalizar venda de maconha para uso recreativo

Um estudo feito pelo governo deixa claro que a criminalização da substância foi fundamental para o encarceramento em massa dos últimos 20 anos.

O governador do estado de Nova York, Andrew Cuomo, anunciou na última quinta-feira (2), que montou um grupo de trabalho para redigir uma lei que legalize e regulamente a venda de maconha para uso recreativo, seguindo as orientações do Departamento de Justiça.

A maconha medicinal já é legal no estado. Caso o projeto do governador seja aprovado, Nova York se tornará o 10º estado norte-americano a legalizar a cannabis.
A legalização e regulamentação do uso de maconha se fortalece em todo o mundo, após Uruguai, Califórnia e Canadá aprovarem leis progressistas sobre o tema.

"Enquanto trabalhamos para implementar as recomendações do relatório por meio da lei, devemos considerar todos os aspectos de um programa de maconha regulamentado, incluindo seu impacto na saúde pública, justiça criminal e receita do Estado, e mitigar quaisquer riscos potenciais associados a ele", disse Cuomo em um comunicado.
O grupo de trabalho anunciado por Cuomo vai agregar membros das seguintes áreas: segurança pública, saúde pública e economia.
A proposta apresentada pelo grupo ainda precisará ser aprovada no congresso estadual. Só depois poderá ser aprovada por Cuomo. Não há prazo definido para que isso aconteça.
O governador apresentou o projeto no início do ano. Ele é candidato à reeleição e enfrenta Cynthia Nixon, uma das protagonistas da série Sex and The City, em busca da indicação pelo partido Democrata.
Nixon também é a favor da legalização.
Relatório fortalece proposta
Um estudo feito Departamento de Saúde de Nova York mostrou diversos benefícios em uma possível futura legalização da substância.

"Várias agências do estado de Nova York e especialistas sobre o assunto nas áreas de saúde pública, saúde mental, uso de substâncias, segurança pública, transporte e economia trabalharam no desenvolvimento desse relatório e não foram encontrados obstáculos intransponíveis à regulamentação da maconha", aponta a pesquisa.

Além disso, o estudo deixa claro que a criminalização da substância foi fundamental para o encarceramento em massa dos últimos 20 anos e as prisões "afetaram desproporcionalmente as comunidades de baixa renda", embora essas comunidades não sejam significativamente mais propensas a usar maconha.

Outras pesquisas realizadas anteriormente tinham chegado a uma conclusão parecida.

A maconha pode ajudar ainda a controlar o número de mortes de overdose por opióides. A droga analgésica se tornou um grande problema para o país já que diversas autoridades de saúde acreditam que os Estados Unidos vivem uma epidemia de opióides.

Legalização geraria milhões em impostos
Outro impacto positivo da legalização previsto pelo estudo do Departamento de Saúde seria sentido nos cofres do estado.

A estimativa é de que a venda legal da maconha possa gerar entre R$ 920 milhões a R$ 2.509 milhões apenas no primeiro ano.

Esse dinheiro poderia ser usado em programas de saúde e educação, por exemplo.

Até o momento, o uso da maconha não cresceu substancialmente nos outros estados onde foi legalizado.
Contudo, o uso da maconha também pode apresentar riscos, incluindo o vício, problemas potenciais de saúde mental e acidentes de carro envolvendo drogas.

Fonte: http://r7.com

terça-feira, 27 de março de 2018

Estudos indicam chance de 'corrigir' desequilíbrio cerebral de autistas

Crianças com o transtorno costumam apresentar dificuldade de interação social.

Brincar com colegas ou passear em locais públicos com a família nem sempre são fontes de diversão para Teodoro, de 9 anos. Se algo não sai como esperado ou foge da rotina, a reação pode ser explosiva, com atitudes agressivas e berros. "O que sinto no meu filho é uma constante angústia com coisas que ele não deveria se preocupar, como o convívio com outras crianças", conta a artista plástica Juliana Ali, de 41 anos.
A dificuldade de interação social, muitas vezes confundida com birra ou timidez, é uma das principais características do autismo, transtorno que afeta Téo e outras milhares de crianças no País e que, atualmente, é alvo de dois estudos que buscam uma abordagem terapêutica inédita para o problema.
As novas linhas de pesquisa apontam para a possibilidade de que o cérebro do autista produza substâncias em desequilíbrio e que isso poderia ser corrigido com medicamentos. Nenhum dos estudos indica ou promete cura, mas revela novos caminhos de tratamento associados às terapias comportamentais já indicadas. Hoje não há remédios específicos para o Transtorno do Espectro Autista (TEA), apenas drogas para atenuar sintomas relacionados, como irritabilidade ou insônia.
Um desses estudos obteve em fevereiro autorização da agência de vigilância sanitária americana, a FDA, para ter seus testes avaliados pelo órgão de forma prioritária, dada a inovação do trabalho e o ineditismo da droga proposta. Desenvolvida pela farmacêutica Roche, a pesquisa identificou que a vasopressina, um dos hormônios associados ao medo, funciona de forma diferente nos autistas, prejudicando a interação social. "A droga tem o objetivo de promover um reequilíbrio e, como consequência, mudar a performance na parte do cérebro responsável pelas emoções, onde o hormônio atua", diz o diretor médico da empresa no País, Lenio Alvarenga.
Pessoas diagnosticadas com autismo têm quadros muito diferentes, pois o transtorno tem um espectro amplo. Há desde casos leves, nos quais o paciente é independente e se comunica, como Téo, até os mais severos, em que a comunicação não é verbal e o contato físico, evitado, mesmo com os pais. Por enquanto, a droga da Roche está sendo testada em autistas com quadros considerados de leves a moderados.

Alvarenga diz que o remédio em desenvolvimento, administrado em comprimidos, já foi testado em 200 pessoas com TEA nos Estados Unidos. Segundo ele, os resultados indicam que o medicamento inibe a ação da vasopressina e, por isso, auxilia na interação e nos chamados comportamentos adaptativos do dia a dia, que envolvem comunicação e habilidades motoras.

Apesar de o medicamento estar entrando na fase 3 de testes, a última antes do pedido de registro, a Roche não arrisca estipular um prazo para que a droga esteja disponível no mercado.

Sinapses

Ainda em fase inicial, outra pesquisa relacionada ao desequilíbrio de uma substância no cérebro dos autistas também traz expectativa. Desenvolvido pela Universidade de São Paulo (USP), o trabalho aponta que pessoas com o transtorno produzem em excesso uma citocina específica - a interleucina 6. Segundo a responsável pelo estudo, a neurocientista Patrícia Beltrão Braga, do Instituto de Ciências Biomédicas, a substância é tóxica e, em alta quantidade, capaz de reduzir o número de sinapses feitas pelos neurônios.

"Bloqueamos a produção em excesso e conseguimos resgatar o número de sinapses e sua funcionalidade. O ensaio mostra que há uma neuroinflamação no cérebro dos autistas, e ela é provocada pelos astrócitos, que são células que sustentam os neurônios", diz Patrícia, que fez os testes em laboratório com base na produção de neurônios derivados da polpa de leite de indivíduos com autismo.

A vantagem da descoberta, segundo ela, é que já existem drogas capazes de bloquear a ação da IL 6 e, consequentemente, eliminar essa neuroinflamação. Se a pesquisa avançar, não seria preciso desenvolver um novo medicamento, apenas ampliar o uso de remédios existentes.
Para os pais de autistas, medicamentos que melhorassem, ainda que parcialmente, a interação social das crianças seriam um grande avanço. "Sou muito cuidadosa: primeiro vem o conforto e o bem-estar do meu filho. Mas também sou muito corajosa. Cercada de garantias de que não fariam mal, eu estaria disposta a testar novos mecanismos que pudessem tornar a vida dele mais tranquila e feliz. Seria minha maior alegria", diz Juliana.
Para especialistas, linhas devem ser vistas com cautela
Para especialistas em neurologia infantil, ambas as pesquisas seguem linhas promissoras, mas devem ser vistas com cautela por causa da complexidade do transtorno.
Segundo Marco Antônio Arruda, neurologista infantil e membro titular da Academia Brasileira de Neurologia, outros estudos já mostraram a relação da vasopressina com o comportamento antissocial, mas isso não quer dizer que, regulando a produção dessa substância, o problema estaria completamente resolvido.
"Como o autismo é um transtorno multifatorial, dificilmente um medicamento que atua em um só alvo vai ajudar a controlar todos os comportamentos ou servir para todos os tipos de autista", ressalta o especialista.
Para Erasmo Casella, professor livre docente de Neurologia da Faculdade de Medicina da USP e neurologista da infância e adolescência do Hospital Israelita Albert Einstein, são as pesquisas que "dão esperança", mas resultados definitivos deverão aparecer apenas no longo prazo.
"Muitas moléculas são pesquisadas, mas é necessário esperar o fim dos testes para saber se aquele medicamento vai apresentar um benefício de fato. Em relação à pesquisa da USP, será interessante se os pesquisadores conseguirem replicar o que foi feito em laboratório em modelos animais e, depois, em humanos."
Os dois médicos destacam que, mesmo que a eficácia de novos medicamentos seja comprovada, a resposta ao tratamento poderá ser diferente de acordo com o paciente e o nível do transtorno. "É difícil falar em cura, mas a melhora do funcionamento social do indivíduo já seria um grande passo", diz Arruda. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

quarta-feira, 21 de março de 2018

Lotus Tratamento: Ex-preso por tráfico de drogas passa em vestibular...

Lotus Tratamento: Ex-preso por tráfico de drogas passa em vestibular...: Homem de 44 anos saiu da penitenciária em 2017 e passou este ano no curso de Ciências Sociais na Universidade Federal de São Carlos (UFSCa...

Brandon Flowers, do The Killers diz:

'Não preciso beber ou usar drogas para legitimar o rock'!
diz Brandon Flowers, do The Killers

Atração do Lollapalooza, vocalista dispensa fama atribuída ao gênero: 'Isso é uma grande besteira'
3.6k

A sétima edição do Lollapalooza Brasil desembarca na capital paulista na próxima sexta-feira, 23, no Autódromo de Interlagos. A exemplo do que aconteceu em 2013, quando o festival ainda era realizado no Jockey Club de São Paulo, o evento voltará a ter três dias e não dois, como nos últimos anos. Red Hot Chili Peppers, Pearl Jam e The Killers são as principais atrações de 2018. Velhos conhecidos de Perry Farrell, criador e idealizador do Lolla, o trio já se apresentou por aqui algumas boas vezes. Pearl Jam e The Killers, inclusive, tocaram num mesmo Lollapalooza (o de 2013, citado mais acima). Já o Red Hot esteve no País há seis meses, em setembro, quando fez o show que deu números finais ao Rock in Rio 2017.

Leia mais em :

http://cultura.estadao.com.br/noticias/musica,nao-preciso-beber-ou-usar-drogas-para-legitimar-o-rock-diz-brandon-flowers-do-the-killers,70002230738

João Paulo Carvalho, O Estado de S.Paulo
18 Março 2018 | 06h00

Lotus Tratamento: "Uns têm problemas com drogas ou bebida. O meu é g...

Lotus Tratamento: "Uns têm problemas com drogas ou bebida. O meu é g...: Ainda que admita ter um "problema" com o peso, Walter assegura que não se arrepende de não ter vingado no FC Porto: "Jogar ...

"Uns têm problemas com drogas ou bebida. O meu é gostar de comer"

Ainda que admita ter um "problema" com o peso, Walter assegura que não se arrepende de não ter vingado no FC Porto: "Jogar na Europa só para falar que jogo na Europa? Não penso assim".

Estávamos no verão de 2010 quando o FC Porto abriu cordões à bolsa e pagou seis milhões de euros ao Internacional de Porto Alegre para fechar a contratação de Walter.
O avançado brasileiro chegou a Portugal e marcou logo dez golos em 25 jogos. No entanto, a segunda época não correu pelo melhor e acabou por ser cedido a Cruzeiro. Foi o primeiro empréstimo, ao qual se seguiram outros a Goiás, Fluminense, Atlético Paranaense, Goiás (novamente), Atlético Goianiense e, mais recentemente Paysandu.
Em entrevista ao jornal O Jogo, Walter admite que o seu peso sempre foi “um problema muito grande”. Na sua opinião, se assim não fosse, “poderia até estar na seleção” brasileira: “Às vezes controlo, às vezes não. É muito difícil… É um problema que vou enfrentar a vida toda. Preciso de ter mais controlo, mas é uma coisa da minha cabeça mesmo”.

“Faço tudo o que os outros fazem. Cada um tem o seu problema. Uns têm problemas com drogas, com bebida, outros chegam bêbados para treinar, são apanhados no doping… O meu problema é gostar de comer”, lamentou o avançado, que, no entanto, assegura não ter arrependimentos.

“Fui muito feliz ao voltar para o Brasil. Consegui muitas coisas, principalmente um bom salário. Não adianta ficar três ou quatro anos na Europa e não ganhar o que já ganhei aqui, e olha que hoje em dia é muito difícil ter um bom salário no Brasil. Jogar na Europa só para falar que jogo na Europa? Não penso assim”, rematou.

quinta-feira, 1 de março de 2018

Lotus Tratamento: Cratod: referência multidisciplinar no tratamento ...

Lotus Tratamento: Cratod: referência multidisciplinar no tratamento ...: Com atendimento 24 horas por dia, unidade possui equipe multidisciplinar com mais de 350 profissionais de saúde e visa a reinserção social...

Cratod: referência multidisciplinar no tratamento de dependência química

Com atendimento 24 horas por dia, unidade possui equipe multidisciplinar com mais de 350 profissionais de saúde e visa a reinserção social.

O Cratod é um centro de referência no tratamento de dependência química localizado estrategicamente no centro da cidade de São Paulo. A unidade, vinculada à Secretaria de Estado da Saúde, oferece atendimento 24 horas por dia por meio de uma equipe multidisciplinar composta por mais de 350 profissionais de saúde.
Pensando nisso, o acompanhamento é feito de maneira especializada visando a reinserção social desses usuários de droga.
O acolhimento começa logo na recepção. Primeiro é feito um cadastro do paciente e, em seguida, ele é encaminhado para triagem. Ali é feita uma avaliação e uma entrevista, além dos testes rápidos de HIV, sífilis e hepatites B e C. Casos de emergência e urgência (em relação ao nível de intoxicação) vão direto para o atendimento médico. Já os de não urgência seguem para uma avaliação multidisciplinar feita por psicólogos e assistentes sociais da própria unidade. O intuito, a partir de então, é começar a pensar no projeto de tratamento desses usuários.
De acordo com o parecer da equipe, o paciente pode ser encaminhado a uma avaliação médica, a uma Comunidade Terapêutica – geralmente localizada no interior do Estado – ou, em casos menos graves, a um Centro de Atenção Psicossocial (Caps) do município ou do próprio Cratod.
“Nós trabalhamos com atividades motivacionais, atividades de prevenção de recaída, atividades culturais, atividades que tenham foco na reinserção social” comenta Ana Lúcia Karasin, diretora do Caps do Cratod.
No ano passado, a unidade completou 15 anos de existência. Além da triagem e do acolhimento, o Cratod oferece consultas clínicas e psiquiátricas, serviço odontológico, oficinas terapêuticas, entre outras. São esses atendimentos multidisciplinares que transformaram o Cratod na principal porta de entrada do Programa Recomeço na capital paulista.
“Ele é hoje, sem dúvida, o maior serviço de atendimento da América Latina. Ele atende 1,2 mil novos casos mensalmente. Ela faz mais de 2,5 mil internações anuais. É uma robustez hoje que nenhum outro serviço tem”, completa o diretor da unidade, Marcelo Ribeiro.

Alimentação equilibrada

As drogas estão quase sempre associadas a distúrbios alimentares. Por isso, um dos serviços de destaque oferecidos pelo Cratod aos dependentes químicos em tratamento é o da dieta balanceada.
“Quando os pacientes chegam aqui, normalmente eles estão em situação de rua. Então a sua alimentação é muito ruim. Eles não comem verduras, legumes, proteínas. Por isso nós temos que pensar em dar uma alimentação balanceada”, conta a nutricionista do Cratod, Martha Pompeu.
Mas nem todo tipo de alimento é recomendado a esses pacientes. Algumas bebidas e comidas podem interferir no tratamento e devem ficar longe da dieta. A nutricionista destacou que bebidas como suco de limão e suco de uva devem ser evitados pois lembram, respectivamente, caipirinha e vinho. Ela ainda ressalta que café, sorvetes de abacaxi com rum, bombons recheados com licor e marinados também podem prejudicar o tratamento.

Em muitos casos os pacientes passam a compulsão pela droga para o alimento. Sendo assim, a dieta evita que esses pacientes sofram com o sobrepeso e desenvolvam outras doenças. “O almoço é muito bom. Para mim, a comida balanceada é importante porque eu tenho diabetes”, disse Paulo José da Silva Machado, paciente da instituição.

O Cratod fica localizado na Rua Prates, 165, Bom Retiro. O telefone de contato é o (11) 3329-4455.

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Doenças sexualmente transmissíveis: Como evitar? O que fazer quando você se contaminou?

O que são doenças sexualmente transmissíveis ou DSTs?

Doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), antigamente mais conhecidas como doenças venéreas, são doenças infecciosas passadas de uma pessoa infectada para outras principalmente por meio de contatos sexuais (vaginal, oral ou anal), embora também possam ser transmitidas por outros meios.



Como são transmitidas as doenças sexualmente transmissíveis?

A transmissão dessas doenças ocorre principalmente através do contato íntimo com a pessoa infectada, porque os organismos causadores morrem rapidamente se forem removidos do corpo humano. Apesar de que o contágio normalmente se dá através dos genitais, essas infecções também podem ser contraídas por meio do sexo oral ou anal.

A AIDS e a hepatite B, duas das doenças chamadas sexualmente transmissíveis, podem também ser transmitidas pela transfusão de sangue contaminado ou pelo compartilhamento de seringas e agulhas, principalmente no uso de drogas injetáveis.

Algumas delas, como, por exemplo, a gonorreia, a sífilis e a clamídia, podem ser passadas de uma portadora grávida ao filho em gestação, através do útero ou durante o parto, e podem mesmo levar à interrupção da gravidez ou causar graves danos ao feto.
Quais são as principais doenças sexualmente transmissíveis?

Algumas doenças sexualmente transmissíveis são de diagnóstico e tratamento simples, como agonorreia, por exemplo, e outras são graves e potencialmente letais, como a AIDS.

As principais doenças sexualmente transmissíveis são, entre outras: AIDS, hepatite B, gonorreia e outras infecções não gonorreicas da uretra, infecções pela Chlamydia, Trichomonas, Monilia, infecçãovaginal pela bactéria Haemophilus, herpes genital, condilomas, sífilis e chato (Pediculosis pubis).
Como prevenir as doenças sexualmente transmissíveis?

O melhor tratamento das doenças sexualmente transmissíveis é a prevenção. Algumas delas são incuráveis atualmente e, no máximo, permanecem como doenças crônicas que demandam controle pelo resto da vida. As melhores maneiras de prevenir o espalhamento das doenças sexualmente transmissíveis são:
Reconhecer e localizar o parceiro transmissor e induzi-lo a se tratar. Essa costuma tornar-se uma tarefa difícil porque muitas vezes esse parceiro é assintomático durante muito tempo e não sabe estar doente. Por isso, é importante escolher sempre parceiros confiáveis.
Evitar relações sexuais com pessoas sabidamente portadoras de doença sexualmente transmissível e, ainda assim, usar camisinha em todas as relações sexuais. Os preservativos não oferecem uma proteção absoluta e podem sofrer raros acidentes (rupturas) ou apresentarem permeabilidade. Mesmo assim, são o meio mais seguro de evitar as doenças sexualmente transmissíveis.
Limitar o número de parceiros e manter relações sexuais com pessoas que você julga confiáveis.
Usar a camisinha em qualquer modalidade de sexo, seja vaginal, oral ou anal.
Usar um espermicida juntamente com outros métodos de proteção.
Lavar os genitais com água e sabão depois das relações sexuais.
Urinar logo após a relação sexual para, assim, eliminar possíveis germes que fiquem retidos na uretra.
Caso você esteja apresentando sintomas ou já esteja em tratamento de uma doença sexualmente transmissível, contribua para não espalhar a doença, não mantendo relações sexuais até o final do tratamento e resolução do quadro.
O que a pessoa deve fazer se contrair uma doença sexualmente transmissível? 
Pedir ajuda a um médico e buscar informações. Procure um urologista no caso de homens e umginecologista em caso de mulheres. Um infectologista também pode ajudar pessoas de ambos os sexos, assim como um bom clínico geral.
Conversar com o seu parceiro(a), de modo que ele(a) também possa receber tratamento. Quanto mais cedo você conversar com seu parceiro(a) e avisar que tem uma DST, menos chance terá de espalhá-la.
Faça o tratamento completo, sempre orientado por um médico. É fundamental que você tenha consciência de que assim estará evitando problemas futuros para você e para todas as pessoas com as quais mantenha contato sexual.
Estudos indicam que ter uma DST aumenta o risco de ser infectado pelo HIV, o vírus que causa a AIDS. Pense nisso e procure tratamento imediato.
Evite ter qualquer atividade sexual se estiver em tratamento para uma doença sexualmente transmissível. Ao término do tratamento, lembre-se de usar um preservativo durante as relações sexuais para evitar contaminações futuras.
Pesquisas médicas também apontam que o consumo de bebidas alcoólicas predispõe a comportamentos de riscos que podem facilitar a aquisição de uma DST. Pois o uso de álcool associado ao comportamento sexual mostrou ser um fator de risco para transmissão das DSTs/HIV/AIDS, visto que, quando ingerido antes ou durante o ato sexual, ele favorece a prática sem uso do preservativo.