Psicoterapeuta. - CRT 42.156

Psicoterapeuta. - CRT 42.156
Fernando Cesar Ferroni de Freitas

quinta-feira, 24 de maio de 2012


Jovem Acolhedor

O que é?

É um Programa da Secretaria de Estado da Saúde destinado à participação de universitários no Acolhimento de usuários das Unidades Públicas de Saúde, com o objetivo de investir no processo de Humanização da Assistência.

Como o nome já diz: Acolhimento significa "acolhida, ato ou efeito de acolher, refúgio, abrigo, agasalho, atenção, consideração".
 

Este Programa resulta da constatação de que a evolução técnico-científica deve ser acompanhada de um correspondente avanço na qualidade do contato humano.
 

A experiência mostra que uma infinidade de mal-entendidos e dificuldades enfrentadas pelos usuários e trabalhadores no ambiente dos Serviços de Saúde podem ser minimizados quando se ouve, compreende, acolhe, considera e respeita, tanto os usuários, como aqueles que cuidam - atores essenciais para a Humanização.
 

Vantagens BOLSA DE ESTUDOS de valor INTEGRAL, sendo que a Secretaria de Estado da Saúde arcará, mensalmente, com a importância de até R$ 350,00 (trezentos e cinqüenta reais), relativamente a cada estudante, devendo o restante da Bolsa ser complementado pela Instituição de Ensino, para a quitação da mensalidade;
-  INTEGRAÇÃO e participação de estudantes universitários nos projetos inseridos em sua comunidade;
-  CONTEÚDO FORMATIVO a ser desenvolvido, além da supervisão técnica, ao longo dos doze meses de duração da Bolsa (com direito a certificado), onde serão abordados os seguintes temas:

Conceito de Saúde e Doença
Aspectos Psíquicos do Adoecer
Aspectos Psico-sociais presentes nas relações humanas
Sociabilidade e Comunicação, Direitos Sociais, Cidadania e Participação na Comunidade
Processo de Trabalho na Instituição de Saúde
Políticas de Saúde: SUS e seus princípios
Humanização da Assistência a Saúde e Ética

Funções

São Funções do Acolhedor:
  • recepcionar todas as pessoas que procuram a Unidade de Saúde com urbanidade e respeito, acolhendo-as com humanidade;
  • buscar a resolutividade no agir e solucionar dos problemas e compromisso com a satisfação e qualidade do atendimento;
  • cumprir a programação sob sua responsabilidade;
  • zelar pelo bem público, inclusive materiais, equipamentos e instalações da Unidade de Saúde ou os que forem colocados à sua disposição;
  • cumprir normas e princípios que regem a administração pública;
  • dedicar 20 horas semanais para as atividades do Programa a serem desenvolvidas de Segunda à Sexta-feira.
 
Recepção Humanizada

A Humanização na Área da Saúde diz respeito a mudanças estruturais que envolvem gestão, processo de trabalho e relacionamentos interpessoais dentro de princípios de participação, compromisso e respeito às subjetividades dos usuários e dos profissionais da saúde. A qualidade da atenção, o interesse e a responsabilidade são aspectos enfatizados pela cultura da humanização que devem estar presentes desde o momento em que as pessoas chegam aos serviços de saúde.

O acolhedor é aquele que promove o encontro do usuário com a instituição de saúde por meio de atitude cuidadosa, disponível para uma escuta aberta às necessidades do usuário e capacidade de orientar sua inclusão dentro do sistema de saúde.

Uma recepção humanizada agrega profissionais com conhecimentos de saúde coletiva, cidadania e compreensão das dimensões humanas do adoecimento da população a quem atende para que possa exercer de fato a escuta de suas necessidades. O desenvolvimento de seu trabalho implica necessariamente na integração com todas as demais atividades institucionais que vão dar prosseguimento aos cuidados iniciados na recepção.

Nesse sentido, a recepção humanizada é a porta de entrada para um serviço que tem a humanização como o eixo de todas as suas práticas. 
 
Quem pode se inscrever?

PODERÃO se inscrever somente os Universitários do Primeiro ao Penúltimo ano, devidamente matriculados nas Instituições e Cursos Cadastrados>, além disso:

- com disponibilidade de 20 horas semanais - de 2ª a 6ª feira, no período da manhã ou tarde; e, 

- Universitários com:
  • capacidade para trabalhar em equipe;
  • desembaraço no trato com o público;
  • iniciativa na solução de problemas (dinamismo);
  • postura profissional (compromisso e ética);

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Filhos de dependentes químicos com fatores de risco bio-psicossociais: necessitam de um olhar especial? 

Crescer em uma família que possui um dependente químico é sempre um desafio, principalmente quando falamos do contato direto de crianças e adolescentes com essa realidade. Esse desafio pode atuar desenvolvendo competências para lidar com situações estressantes e soluções de problemas, bem como desestruturar o desenvolvimento saudável de uma criança ou adolescente.
Filhos de dependentes químicos apresentam risco aumentado para transtornos psiquiátricos, desenvolvimento de problemas físico-emocionais e dificuldades escolares. Dentre os transtornos psiquiátricos, apresentam um risco aumentado para o consumo de substâncias psicoativas, quando comparados com filhos de não-dependentes químicos, sendo que filhos de alcoolistas têm um risco aumentado em quatro vezes para o desenvolvimento do alcoolismo (West, 1987; Merikangas et al., 1985; Cotton, 1979). No entanto, também é um grupo com maior chance para o desenvolvimento de depressão, ansiedade, transtorno de conduta e fobia social (Christensen e Bilenberg, 2000;  Hill et al.,1999; Kuperman et al., 1999; Furtado, 2002).


NELIANA FIGLIE,  ANDREZZA FONTES,  EDILAINE MORAES, ROBERTA PAYÁ
Intervenção Breve em Familiares de Dependentes Químicos -
 Resultados de um estudo de seguimento de 30 meses 

A inclusão da família no tratamento de dependentes químicos tem sido consideravelmente estudada, no entanto não existe um consenso sobre o tipo de tratamento a ser utilizado, dentre os vários propostos. O objetivo deste estudo foi verificar o desfecho de uma intervenção breve, baseada na abordagem cognitiva-comportamental, após 30 meses. Trata-se de um estudo de seguimento desenvolvido em um programa de tratamento ambulatorial do serviço público federal universitário, onde foram estudadas 94 famílias que participaram de um programa de orientação familiar, no período de 1996 a 1998. Foi utilizada uma entrevista semi-estruturada, realizada por telefone, que englobava dados demográficos; questões sobre procura para tratamento por parte do dependente antes e depois da participação no serviço; utilização de substâncias psicotrópicas na atualidade e modificações ocorridas com os familiares e dependentes após a participação no tratamento.
De modo geral, o desfecho foi considerado positivo tanto do ponto de vista do familiar em termos de satisfação para com o serviço recebido, quanto da percepção de melhora no relacionamento com o dependente.
Como é a Qualidade de Vida dos Dependentes de Álcool ? 

O objetivo deste trabalho é discutir a Qualidade de Vida dos dependentes de álcool através da escala Short Form Health Survey (SF-36). Foram entrevistados 181 pacientes do sexo masculino, em 13 meses, sendo que 49% (N=88) estavam em tratamento em ambulatório de Gastroenterologia de Hospital Geral e 51% (N=93) em ambulatório especializado no tratamento em Dependência Química, ambos pertencentes a Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).
Os resultados apontaram diferenças significantes em Saúde Mental, uma vez que os pacientes do ambulatório especializado apresentaram qualidade inferior quando comparados ao grupo da gastroenterologia, e Capacidade Funcional, na qual os pacientes do ambulatório de gastroenterologia apresentaram qualidade inferior em relação ao outro grupo. Nas seis subescalas restantes não foram encontrados resultados estatisticamente significantes.
Quanto a Severidade da Dependência Alcoólica, pesquisada através do Alcohol Dependence Data Questionnaire (SADD), foi encontrada diferença significante entre os grupos, predominando a dependência grave no ambulatório especializado, diferindo do ambulatório de gastroenterologia onde foi mais freqüente a dependência moderada.
O artigo tem como proposta discutir a importância de uma abordagem da qualidade de vida no tratamento do alcoolismo e necessidade de uma intervenção nos dependentes de álcool que não encontram-se em tratamento.


Roberta Payá, Neliana Buzi Figlie, Janaina LuiseTurisco e Ronaldo Laranjeira

Abuso de cocaína acelera envelhecimento cerebral



Perda de volume na região cerebral associada à memória e emoção, que ocorre naturalmente com a idade, é maior entre dependentes da droga.

O abuso crônico de cocaína pode acelerar o processo de envelhecimento do cérebro, segundo concluíram pesquisadores da Universidade de Cambridge, no Reino Unido. Em um estudo que será publicado nesta quarta-feira no periódico Molecular Psychiatry, a equipe comparou o cérebro de usuários e não usuários da droga e observou que a substância provoca uma perda maior da massa cinzenta do órgão.
Estudos anteriores já haviam demonstrado que alterações no cérebro que costumam ocorrer quando as pessoas envelhecem, como declínio cognitivo e imunodeficiência, também podem ser observadas em pessoas mais jovens que são dependentes de cocaína. No entanto, essa é a primeira vez que o uso crônico da droga é diretamente associado ao envelhecimento precoce do cérebro.
Como explica a autora do estudo, Karen Ersche, com o envelhecimento, todas as pessoas perdem volume de massa cinzenta. Essa é a região do cérebro que possui o corpo das células nervosas e abrange partes do órgão envolvidas no controle muscular, memória, emoções, fala e percepção sensorial, tais como ver e ouvir. “No entanto, o que temos visto é que os usuários crônicos de cocaína perdem massa cinzenta de uma forma significativamente mais rápida, o que poderia ser um sinal de envelhecimento prematuro”, diz a pesquisadora.
A pesquisa - A equipe de pesquisadores analisou o cérebro de 120 pessoas que tinham idade, sexo e QI semelhantes. Metade dos participantes era dependente de cocaína e o restante não tinha histórico de abuso de drogas. Os pesquisadores observaram que a perda de volume da substância cinzenta do cérebro relacionada à idade foi quase duas vezes maior entre o grupo de dependentes químicos do que entre as pessoas saudáveis. Esse declínio foi maior no córtex pré-frontal e temporal - regiões do cérebro associadas à capacidade de atenção, de tomar decisões e também de memória.
"Nossos resultados demonstram claramente a necessidade de estratégias preventivas para enfrentar o risco de envelhecimento prematuro associado com abuso de cocaína. Os jovens que fazem o uso da droga hoje precisam ser educados sobre o risco a longo prazo do envelhecimento antecipado", diz Ersche. De acordo com a pesquisadora, não somente os jovens devem se preocupar, mas também as pessoas mais velhas que estão expostas à droga há muito tempo.
 

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Tomam posse novos integrantes do Conselho Nacional sobre Drogas

Brasília, 28/11/2011 (MJ) - O Conselho Nacional sobre Drogas (Conad) tem 15 novos integrantes. A posse dos novos representantes – realizada na segunda-feira (28/11) – marcou a incorporação definitiva da instância ao Ministério da Justiça. O conselho tem a finalidade de acompanhar a execução da política nacional sobre drogas, dar orientação normativa à prevenção ao uso de drogas, a reinserção de usuários e a repressão ao consumo e ao tráfico de drogas.

A Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad) passou a fazer parte da estrutura do Ministério da Justiça em janeiro deste ano. A estratégia de governo nessa área está definida em três eixos de atuação, articulados e coordenados pela Senad: diagnóstico sobre o consumo de drogas, capacitação dos atores sociais que trabalham diretamente com o tema e implantação de projetos estratégicos de alcance nacional que ampliam o acesso da população às informações.
O ministro da Justiça e presidente do Conad, José Eduardo Cardozo, comemorou a posse como um marco na história da Senad. “A transição acabou. Hoje a Senad está incorporada à estrutura do Ministério da Justiça. E a coroação desse processo se dá com a reunião desse conselho”, explicou Cardozo.
Compõem o Conad, além de autoridades do governo, representantes da sociedade civil, da imprensa, do meio artístico e do Terceiro Setor, além de um cientista, um estudante, indicado pela União Nacional dos Estudantes (UNE). Também têm assento no conselho representantes do meio acadêmico, indicados pelos conselhos de profissões relacionadas à atenção ao usuário, tais como enfermeiros, psicólogos, educadores e assistentes sociais. Os demais membros do Conad devem tomar posse na próxima reunião do conselho, marcado para 2012.
 Veja a lista dos novos integrantes
 Conselheiros do Conad
  • Secretaria da Receita Federal
    Edson Dourado Arruda
  • Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp)
     Thadeu de Jesus e Silva Filho
  • Secretaria Nacional de Políiticas sobre Drogas
    Vladimir de Andrade Stempliuk e Cátia Betânia Chagas
  • Ministério das Relações Exteriores (MRE)
    Everton Frask Lucero
  • Ministério da Fazenda
    Antonio Francisco Cruvinel
  • Secretaria de Direitos Humanos
     Aldo Zaiden Bemvindo
  • Conselho Federal de Serviço Social
    Roberta Uchoa
  • Conselhos Estaduais de Políticas Sobre Drogas
    Darcy Izel Moreno e Ana Elisa Limeira
  • Meio artístico
    Glória Maria Perez e Marcos Magano Frota
  • Organizações do Terceiro Setor
    Raquel da Silva Barros (Associação Lua Nova), Laura Fracasso (Instituto Padre Haroldo e Federação Brasileira de Comunidades Terapêuticas) e Francisco José Pereira de Lima (Central Única das Favelas)


União quer firmar pacto contra crack com oito estados até junho União quer firmar pacto contra crack com oito estados até junho


Brasília, 31 de janeiro de 2012 (MJ) - O governo federal deve firmar com oito estados, até o fim do primeiro semestre, o termo de adesão ao Programa Crack, é possível vencer. A informação foi dada nesta terça-feira (31/01) pelo ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, que se reuniu, em Brasília, com secretários e representantes estaduais de Segurança Pública de 26 unidades da federação. Cardozo garantiu também que as ações policiais somente serão desenvolvidas quando os equipamentos de saúde puderem atender os usuários que serão encaminhados.
O pacto entre as diferentes esferas de governo tem o objetivo de aumentar a oferta de tratamento de saúde e atenção aos usuários drogas, enfrentar o tráfico e as organizações criminosas e ampliar atividades de prevenção, conforme anunciado pela presidenta Dilma Rousseff no dia 7 de dezembro.
Até o fim do dia, serão discutidos pontos do conjunto de ações para o enfrentamento ao crack e outras drogas. A cerimônia de abertura contou com a presença do ministro da justiça, José Eduardo Cardozo, do ministro interino da Saúde, Mozart Sales, e da secretária Nacional de Segurança Pública, Regina Miki.
No encontro, foi apresentada a metodologia que o programa federal deve implementar, respeitando as necessidades e as especificidades locais. O Rio de Janeiro será o primeiro a aderir ao programa federal. Segundo o ministro Cardozo, a aceitação por parte dos estados tem sido excelente. O cronograma só será revelado depois das discussões com os estados.
Sobre a escolha dos estados que serão os primeiros a participar do programa federal, os critérios são, entre outros, o mapa das cenas de uso (locais de alta concentração de uso da droga) e a implementação de equipamentos de saúde. O Ministério da Justiça, juntamente com as polícias estaduais, só atuará nos estados em que os equipamentos de saúde para atendimento de usuários e dependentes químicos já estejam devidamente aparelhados, equipados e em funcionamento.
“É importante ressaltar que a metodologia do programa implica em uma estrita sintonia entre os serviços de segurança pública e o serviço de saúde”, explicou Cardozo. “As ações serão desenvolvidas quando houver total segurança de que os equipamentos de saúde disponíveis podem absorver os usuários que serão encaminhados”.
O ministro ressaltou também que as forças de segurança serão extremamente duras no enfrentamento aos traficantes e às organizações criminosas.
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domingo, 12 de fevereiro de 2012

O que é droga ????????????

O site americano TMZ diz que Whitney Houston foi estava na banheira do quarto, onde não havia drogas pesadas, mas sim drogas sob prescrição médica e caixas de pílulas vazias
O corpo teria sido descoberto por um membro de seu próprio grupo que ao perceber que ela não atendia seus chamados entrou no local.


Devemos considerar que se a causa mortis da cantora não está ligado diretamente ao uso de drogas ilícitas, é por decorrência do uso dessas drogas , como CRACK e outras que consumiu,  que Whitney Houston passou a ter sérios problemas com desiquilíbrio emocional e consequentemente uma suposta superdosagem de alguma  substancia prescrita como diz a reportagem, que não deixa de ser droga!
Portanto direta ou indiretamente sua morte esta relacionada ao uso de DROGAS sim , não vamos ser hipócritas, ela é mais uma vitima dessa PANDEMIA que assola o mundo, e com certeza é a maior mau do seculo XXI.
Fernando Cesar.

11 de fevereiro de 2012., morre Whitney Houston

WASHINGTON - A cantora Whitney Houston, que morreu neste sábado, 11, num quarto de hotel em Bervely Hills, Los Angeles, aos 48 anos, foi encontrada por sua cabeleireira com a cabeça embaixo d'água na banheira, e por isso uma das suspeitas é de que ela adormeceu devido ao uso de calmantes, informou neste domingo o site TMZ.
Segundo fontes ligadas à artista, Whitney era consumidora habitual de Xanax, remédio que tomava para controlar a ansiedade antes de comparecer a festas como a que iria na noite de sábado — um evento anual organizado pelo produtor musical Clive Davis que reúne muitas estrelas às vésperas da cerimônia do Grammy. Além disso, a cantora teria bebido muito na sexta-feira.
Whitney internou-se duas vezes em clínicas de reabilitação até declarar-se livre do vício, em 2010. Mas, no meio tempo, ela faltou a shows e foi flagrada portando drogas em um aeroporto.
Em 2001, durante um show de tributo a Michael Jackson, ela estava tão magra que no dia seguinte surgiram rumores de sua morte.
Em 2002, em entrevista à jornalista americana Diane Sawyer, Whitney declarou: "Meu maior demônio sou eu mesma. Ou sou minha melhor amiga, ou minha pior inimiga".
A cantora ensaiou um retorno à cena musical em 2009, com o álbum I Look to You, mas o show criado para promover o disco fracassou.
Ainda assim, a voz de Whitney "tem moldado (o estilo) das intérpretes femininas pelos últimos 30 anos", na opinião do jornalista musical Paul Gambaccini.
No final das contas, disse ele à BBC, Whitney se tornou vítima de um "declínio autoadministrado".

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

-> PREVENÇÃO/Definição/Fatores socias



Fatores sociais

 A influência dos modismos é particularmente importante sobre os adolescentes (KANDEL e YAMAGUCHI, 1993). A moda reflete a tendência do momento e os adolescentes são vulneráveis a estas influências. Eles estão saindo da infância e começando a ganhar autonomia para escolherem suas próprias roupas, suas atividades de lazer, enfim, definir seu próprio estilo, e a moda influenciará a escolha desse estilo. Nessa escolha de modelos, salienta-se a pressão da turma, os modelos dos ídolos e os exemplos que esses jovens tiveram dentro de casa, ao longo de sua infância.
 O uso indiscriminado de medicamentos, como remédios para relaxar, para melhorar o desempenho sexual e para dormir, dentre outros, dão ao jovem a impressão de que, para qualquer problema, há sempre uma alternativa química de ação rápida que não requer grandes esforços, enfim, resposta consoante com o imediatismo característico da juventude. 
De proteçãoDe risco
Respeito às leis sociaisViolência
Credibilidade da mídiaDesvalorização das autoridades sociais
Oportunidades de trabalho e lazerDescrença nas instituições
Informações adequadas sobre as drogas e seus efeitosFalta de recursos para prevenção e atendimento.
Clima comunitário afetivoFalta de oportunidades de trabalho e lazer.
Consciência comunitária e mobilização social
             

Médico Drauzio Varella comanda o evento Brasil Sem Cigarro em Goiânia

  • Goianienses participarão de palestras, atividades físicas e exames gratuitos.
    Comente agora o projeto “Brasil Sem Cigarro” apresentado pelo médico Drauzio Varella e exibido no programa Fantástico acontecerá em Goiânia no domingo (27), no Sesc Faiçalville, na Avenida Ipanema, no Setor Faiçalville. O objetivo é mobilizar a população sobre os malefícios do cigarro.
    Durante o evento, os goianienses irão receber dicas de como largar o vicio, participarão de palestras, atividades físicas e poderão fazer exames gratuitos.
    Ações de combate ao vício iniciarão na sexta-feira (25) com a colocação de uma imensa lixeira na Praça do Bandeirante para estimular os fumantes a jogarem fora os maços de cigarro. No sábado (26), a apresentadora Renata Ceribelli participa de um evento no Sesc.
    O projeto é realizado pelo Fantástico em parceria com o Instituto Nacional do Câncer (Inca) e o Sesc, e com o apoio da TV Anhanguera.
    Brasil Sem Cigarro
    Na série “Brasil Sem Cigarro”, o médico Drauzio Varella convoca os brasileiros para uma mobilização contra o cigarro. Ele acompanha a rotina de três fumantes que estão tentando deixar o vício, mostrando quais são as maiores dificuldades enfrentadas e como fazer para superá-las.
    Dados
    Segundos dados do Inca de 2008, o Brasil tem 25 milhões de fumantes entre a população com mais de 15 anos. Além disso, o cigarro é a droga que mais vicia, porque provoca a síndrome de abstinência como nenhuma outra droga é capaz de fazer.
    Serviço
    Evento Brasil Sem Cigarro
    Data: 27 de novembro (domingo)
    Horário: 9h às 12h
    Local: Sesc Faiçalville, número 1.600, na Avenida Ipanema, no Setor Faiçalville
  • Início 27/11/2011 - Término 27/11/2011

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Geração vida Zona leste de S.P.

Comunidade Terapeutica na periferia da zona leste de S.P. com abordagen biopsicossocial, equipe multidisplinar, com tratamento a nivel de internação, ambulatório, e internação mais ambulatório pós tratamento , e 70% de resultados positivos na recuperação e reinserção social dos seus pacientes.( familia, trabalho escola, cursos profissionalizantes ).
No Geração Vida o suporte psicológico é oferecido ao familiar, e é feito acompanhamento periodico com os eles , para identificar possiveis pontos que se sejam estimulos eliciadores para o desencadeamento de volta ao uso do paciente e consequentemente a  desestrutura familiar, sendo assim um trabalho de prevenção para ambas as partes.

Jovem presa com 6 kg de droga no Mato Grosso.

Uma jovem de 21 anos foi presa hoje pela manhã com seis quilos de pasta base de cocaína, durante fiscalização de rotina na BR-070, nas proximidades de Poconé, em Mato Grosso.
O motorista do veículo abordado disse aos agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) que a moça era sua esposa mas, quando os policiais encontraram os tabletes com a droga dentro da bolsa da jovem, o caminhoneiro disse que estava apenas dando uma carona.
A jovem confirmou que não conhecia o motorista e disse ter pego a droga em Cáceres. Ela disse ainda que receberia R$ 4 mil pelo transporte do entorpecente até Linhares, no Espírito Santo. Os policiais também encontraram um bilhete de passagem aérea em nome da jovem, procedente do Espírito Santo, do dia 2 deste mês.

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Cracolândia, por diretrizes convergentes

Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo
Câmara Técnica de Saúde Mental
Cracolândia, por diretrizes convergentes 
A sociedade civil paulista tem sido obrigada a enfrentar nos últimos tempos um novo desafio, para o qual não se sente historicamente preparada, pois desconhece precedentes de tal magnitude: o surgimento de zonas urbanas consagradas ao uso explícito e incoercível de crack, as chamadas “cracolândias”.

Número de presos na cracolândia surpreendeu PM, diz comandante


A operação policial desencadeada na região central de São Paulo conhecida como cracolândia completou um mês nesta sexta-feira com um saldo de 200 pessoas presas sob a suspeita de tráfico de drogas.
Esse grande número de prisões, que incluem as feitas pela Polícia Civil, surpreendeu até mesmo a Polícia Militar, segundo seu comandante, Álvaro Camilo.
"Sabíamos que o número de microtraficantes era grande, mas não tanto. A PM não imaginava que seria esse número naquela região."
"Nós esperávamos menos traficantes, com mais pedras. O que se viu fio o contrário, mais gente traficando, com uma quantidade menor de menos pedras", disse em entrevista exclusiva à Folha.
Além dos flagrantes, outras 51 pessoas foram presas porque eram consideradas foragidas da Justiça.
A surpresa com o número de presos ocorre porque o governo estadual e municipal afirmavam existir cerca de 400 pessoas morando na cracolândia. Nos picos de concentração de usuários, ainda segundo o governo, esse número chegava a 800.
Para o comandante, parte dos traficantes não ficava ali. Iam até a região, vendiam a droga, e depois iam embora.
Nesta semana, a Folha publicou reportagem revelando investigação do Ministério Público sobre essa quantidade de prisões.
De acordo com o promotor Arthur Pinto Filho, o grupo de promotores que acompanha a operação na cracolândia realiza levantamento de todos os flagrantes feitos.
Para o promotor Pinto Filho, é "muito estranho" o fato de as prisões feitas chegarem à metade da população que morava no local e serem superiores até mesmo que as internações de usuários. Segundo balanço divulgado, internações para tratamento de saúde chegavam a 186.
Segundo a defensora pública Virginia Catelan, a maioria dos casos de flagrantes aponta para um possível exagero por parte da polícia.
Segundo ela, existe a possibilidade de usuário estar sendo preso como traficante. Em muitos casos, segundo ela, não há todos os elementos que caracterizam o tráfico, como compradores ou dinheiro apreendido.
O comandante da PM disse que não houve nenhum reclamação ao comando de prisões abusivas. Ele afirmou ainda que, em alguns casos, policiais flagaram tráfico de crack, mas como a quantidade era pouca (às vezes duas pedras), não houve prisão.
 

Governo vai pagar diária de R$ 300 para hospital tratar dependentes quimicos. (02/02/2012) Governo vai pagar diária de R$ 300 para hospital tratar dependentes quimicos. (02/02/2012)


  • O Ministério da Saúde publicou ontem (1º) uma portaria com as regras para o repasse de verba extra para a criação de 3.508 leitos em enfermarias especializadas no atendimento de dependentes químicos, como usuarios em crack, álcool e outras drogas.
    De acordo com as regras publicadas no "Diário Oficial da União", o incentivo financeiro aos hospitais do SUS (Sistema Único de Saúde) varia de R$ 18 mil a R$ 99 mil, dependendo do número de leitos especializados.
    O hospital com até cinco leitos vai receber, por exemplo, R$ 18 mil. As unidades com até 30 leitos, a quantia sobe para R$ 99 mil. Os recursos são para adequar a estrutura física, comprar equipamentos e capacitar pessoal.
    Nos sete primeiros dias de internação, os hospitais vão receber diária de R$ 300. De oito a 15 dias, o repasse passa para R$ 100. A partir do 16º dia de internação, a diária cai para R$ 57, valor que é pago atualmente pelo ministério independentemente do tempo de internação do paciente.
    Inicialmente, a intenção do governo era pagar diária de R$ 200.
    As enfermarias especializadas são indicadas para o tratamento dos casos mais graves de pacientes com transtorno mental ou de dependentes crônicos de drogas.
    No total, o ministério prevê gastos de R$ 670 milhões com os novos leitos. A iniciativa integra o plano de combate ao crack, lançado pela presidente Dilma Rousseff em dezembro. Atualmente, a rede pública tem 1.600 vagas em enfermarias especializadas. 
  • Autor:
  • Fonte: Agencia Brasil

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Crack: demonizando o demônio

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Perguntou-lhe Jesus “ Qual é o teu nome?” Respondeu-lhe “Legião é o meu nome, porque somos muitos” Mc 5, 9
Volto ao problema da cracolândia. Ao que parece, a meta é levar os dependentes de crack a uma desintoxicação, e não a um tratamento. Desintoxicação médica é apenas o primeiro estágio do tratamento, e contribui pouco para mudança em longo prazo. A desintoxicação sozinha, raramente é suficiente para atingir abstinência. Pesquisas indicam que o tratamento não precisa ser voluntário para ser eficaz. O tratamento envolve equipe multidisciplinar.
Um dependente químico fica parado no tempo, dedicando-se apenas às drogas. Não estuda, não trabalha, não consegue estabelecer vínculos saudáveis. O uso de drogas, intermitente interrompe etapas importantes de aprendizagem. É preciso recuperá-las, e elas só podem ser trabalhadas após a desintoxicação.

Cuidar dessas áreas desativadas demanda esforço, apoio da família, e de profissionais especializados. Os grupos anônimos ajuda-o com a espiritualidade, um dos requisitos importantes do tratamento. A espiritualidade traz confiança e esperança para a nova vida. Os recursos cognitivos auxiliam na percepção da compulsão, e a lidar com a recaída. Muitas vezes ele para com as drogas e adquire outras compulsões, tais como, sexo, jogo, pornografia, sites de relacionamentos. A motivação desempenha um papel importante com relação ao projeto de vida. Reatar um antigo relacionamento, ser aceito pela família, ser exemplo para os filhos. Uma rede de proteção social, com atuações colaborativas, dá-lhe segurança, de não estar só. Um grupo, um conselheiro, um profissional devem estar incluídos nessa rede. Programas de tratamento que proporcionem avaliação para AIDS/ HIV, Hepatite B e C, Tuberculose e outras doenças infecciosas, e aconselhamento para ajudá-lo a modificar comportamento de risco, e de infecção. Em virtude de distúrbios mentais e dependência, frequentemente ocorrem na mesma pessoa, é importante que seja avaliada e tratada. O caminho da sobriedade demanda tempo e paciência, pois nesse percurso podem ocorrer as recaídas.
Acredito que o mais importante dessa trajetória seja a família. Ela sofre a maior perda. Escolas, igrejas, governo, grupos, profissionais, podem ajudar, mas ninguém pode substituir a família. O envolvimento da família no caminho da sobriedade mobiliza as forças das quais, ele precisa, para se recuperar. Muitas vezes ela não tem condições de acolhê-lo. Então, o governo, terá de responder a esse desafio. Políticas públicas, respeito e tratamento digno. O crack já é um demônio na vida das pessoas, e não precisa ser mais demonizado.
Beatriz Silva Ferreira

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Acompanhamento é essencial para abandono do tabagismo (09/01/2012)

  • "Este estudo demonstra que o uso de TRN não é mais eficaz em ajudar as pessoas a parar de fumar em longo prazo do que tentar parar por conta própria", disse o principal autor do estudo, Hillel Alpert, cientista de Harvard.
    Os participantes do estudo foram consultados durante três períodos: 2001-2002, 2003-2004 e 2005-2006.
    Não só houve taxas de recaída entre os mesmos que usaram TRN e aqueles que não usaram, como o estudo demonstrou que fumantes com alta dependência que fizeram uso da TRN sem o apoio de uma terapia profissional mostraram ser duas vezes mais propensos a sofrer recaída do que aqueles que não a utilizaram.
    "Isto pode indicar que alguns fumantes altamente dependentes veem a TRN como um tipo de pílula "mágica" e ao perceber que não é, se veem sem apoio em seus esforços de abandonar o vício, condenados ao fracasso", destacou o estudo, publicado no periódico Tobacco Control.
    Embora estudos aleatórios controlados anteriores tenham demonstrado a eficácia da TRN em ajudar os fumantes a largarem o cigarro, a última pesquisa demonstra a fraqueza daqueles quando comparados com a situação de vida real da população em geral, argumentaram os autores do estudo.
    A pesquisa também demonstrou que muito poucas pessoas seguem a recomendação de usar a TRN por oito semanas e muitas preferem usá-la por períodos mais curtos.
    A indústria da terapia de reposição de nicotina teve um boom desde que foi lançada a primeira goma de nicotina, em 1984, de acordo com o artigo. Na época, os produtos de TRN representavam uma indústria de US$ 45 milhões só nos Estados Unidos.
    Desde que foram aprovadas as vendas sem receita de produtos de TRN, em 1996, a indústria saltou para US$ 800 milhões ao ano. Além disso, as vendas de medicamentos prescritos para parar de fumar alcançaram o montante de US$ 841 milhões em 2007.
    Mais recursos públicos também ajudam a subsidiar tratamento para parar de fumar para americanos de baixa renda, com programas públicos de saúde (Medicaid) em 39 estados cobrindo um ou mais tipos de TRN em 2011 contra 17 estados em 1996.
    Enquanto isso, as taxas de tabagismo nos Estados Unidos se equilibraram em 20% da população nos últimos cinco anos, após um período contínuo de queda.
    "O que este estudo demonstra é a necessidade de a Food and Drug Administration (nr: FDA, agência reguladora de alimentos e medicamentos nos Estados Unidos) aprovar apenas medicamentos que tenham tido eficácia comprovada em auxiliar os fumantes no longo prazo e reduzir a nicotina a fim de diminuir a propensão à dependência causada pelo cigarro", afirmou o co-autor do estudo, Gregory Connolly, diretor do Centro para Controle Global do Tanaco, da Universidade de Harvard.

domingo, 8 de janeiro de 2012

Renato Russo, dias antes de sua morte.

Renato foi  um dependente químico , alcoolista, e nunca teve vergonha de falar sobre essas questão que se julgam de forma preconceituosa, além de tudo morreu devido à evolução de seu HIV.


Cinco dias antes de sua morte:


"Quando eu tomo o coquetel (de AZT e outros) é como se tivesse comendo um cachorro vivo. E o cachorro me come por dentro." 
"Estou mal e eu não posso mais nem falar" - ao telefone com um amigo.

É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã, porque se você parar para pensar, na verdade não há.