Psicoterapeuta. - CRT 42.156

Psicoterapeuta. - CRT 42.156
Fernando Cesar Ferroni de Freitas

terça-feira, 5 de novembro de 2013

"Pais Conectados, Curso online Grátis de Prevenção ao uso de Drogas"

"O curso online grátis de prevenção ao uso de drogas para pais. 
Este curso foi criado para ajudar os pais na prevenção e no combate ao uso de drogas, problema que aflige famílias do mundo inteiro."



Lotus Tratamento para Dependência Química e Alcoolismo.
Fernando Cesar.
Clique no link a baixo e tenho acesso ao curso.

domingo, 3 de novembro de 2013

Se em uma reunião pudéssemos fazer raios-X das bolsas e dos bolsos, encontraríamos, entre os gêneros de primeira portabilidade, comprimidos de antidepressivos.

Jorge Forbes.

Ser feliz dá um trabalho danado. Chega até a assustar, mas não mata, não.

Está todo mundo deprimido, a felicidade foi embora.

Se em uma reunião pudéssemos fazer raios-X das bolsas e dos bolsos, encontraríamos, entre os gêneros de primeira portabilidade, comprimidos de antidepressivos. O que antes tinha emprego discreto, hoje virou conversa de salão. Discute-se qual medicamento cada um toma, como reagiu, há quanto tempo, se o genérico substitui bem o oficial e por aí vai. E se a fala corre solta, sem o comedimento anterior, é porque uma forte propaganda convenceu muita gente de que a depressão é uma doença como outra qualquer, como quebrar o braço em um acidente ou contrair malária. Essa propaganda de fortes coloridos interesseiros da indústria farmacêutica, associada a uma medicina que se orgulha em ser baseada em evidências – aquela em que o médico não dá um passo sem pedir um monte de exames – veiculou a ideia de que você não tem nada a ver com a sua depressão, que os sentimentos são cientificamente mensuráveis e, em decorrência, controláveis.

Sobre isso, Heiddeger contava uma história engraçada. Dizia que um cientista afoito em provar suas teses de medição da felicidade e da tristeza, começou a visitar os velórios de sua cidade carregando tubos de ensaio, nos quais recolhia a quantidade de lágrimas que viúvos vertem a cada três minutos. Podemos imaginar a cena!

Mutadis mutandis, se alguém já viu um interrogatório desses que querem medir o estado depressivo – com algumas nobres exceções - verá que é difícil escapar de ser tachado de doente, quando perguntas como essas lhe são dirigidas, simultaneamente: -“Você tem dormido pouco, ultimamente?”, ou: -“Você tem dormido muito, ultimamente?”.

Por que essa euforia da depressão? Será mesmo, como muitos respondem, por uma desregulação dos níveis do neurotransmissor serotonina? A serotonina ficou até popular, todo mundo fala dela como do colesterol. Ela é íntima. Agora, por que a serotonina ficou alterada de repente em tanta gente? Alguma epidemia viral de vírus anti-serotonina ou coisa que o valha? Não parece.

Prefiro pensar que se há muita depressão – lato sensu – é porque sofremos uma revolução dos parâmetros que atuam na formação da identidade. Na saída da sociedade moderna para a pós-moderna, não temos mais termômetros de certo e errado que serviam para as pessoas se orientarem se estavam bem ou mal. Com o fim desse maniqueísmo, nossos tempos exigem maior responsabilidade individual no seu bem estar. Aí, muitos fraquejam. Dou um exemplo simples: uma pessoa cruza com um conhecido na rua e o cumprimenta. O outro não responde e segue seu caminho. Qual a primeira pergunta que vem na cabeça de quem fez o cumprimento? O que vem é: -“O que foi que eu fiz?”, no sentido de uma bobagem que ele teria cometido motivo da falta de resposta ao cumprimento. Quando a identidade, como nesse caso, titubeia, ela se regenera, paradoxalmente, na auto-depreciação. Daí para se sentir deprimido é um pequeno passo. E, para complementar a receita, como estamos na época da medicalização da vida, na qual se acredita que para tudo tem remédio, pronto, tasca antidepressivo nele.

Triste tempo esse, realmente, em que tentam dessubjetivar a responsabilidade pessoal frente aos sentimentos. Mas não vai funcionar, como nunca funcionou na história da humanidade quando já tentaram amordaçar o desejo humano.

Ser feliz dá um trabalho danado, chega até a assustar, mas não mata não.

Texto publicado originalmente na revista Gente IstoÉ – setembro 2013

sexta-feira, 1 de novembro de 2013


MESTRES DA PSICOLOGIA E DA FILOSOFIA.


Cultura - Eventos Gratuitos em São Paulo

Museus com entrada gratuita

Cultura não tem preço. Esta é uma expressão que serve para explicar que o conhecimento é importante, não importando o quanto você irá gastar para obtê-lo. Porém, algumas pessoas procuram outros tipos de entretenimento, pois não estão acostumados a consumir a arte e outros itens culturais que podem ser disponibilizados.

No intuito de ajudar quem procura saber mais sobre os museus na cidade de São Paulo, o Canal do Ensino fez uma relação dos locais que têm a entrada gratuita em dias específicos. Segue uma lista com alguns deles:

1 – Masp (Museu de Arte de São Paulo)

O dia de entrada gratuita é terça-feira. Nos outros dias da semana, o ingresso custa R$ 15 (inteira) e R$ 7 (meia). Menores de 10 anos e maiores de 60 anos de idade não pagam. O museu fica na Avenida Paulista, 1578, próximo à estação Trianon-Masp do metrô; o horário de funcionamento é de terça a domingo, das 10h às 18h (bilheteria aberta até 17h30), quinta-feira, das 10h às 20h (bilheteria até 19h30). Mais informações: (11) 3251-5644.

2 – A Pinacoteca do Estado de São Paulo

Tem entrada gratuita todos os sábados e toda quinta-feira das 17h às 22h. Nos outros dias, o ingresso custa R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia) e dá direito a visitar a Pinacoteca e a Estação Pinacoteca. Crianças com até 10 anos e idosos maiores de 60 anos não pagam. O museu fica na Praça da Luz, 02, Luz, e o funcionamento é de terça a domingo, das 10h às 17h30 com permanência até as 18h. Quintas até as 22h. Mais informações: (11) 3324 1000.

3 – MCB (Museu da Casa Brasileira)

Nos domingos e feriados a entrada é gratuita. Além deste, a cada duas semanas, o museu promove gratuidade nas quartas-feiras, das 18h às 22h. Nos outros dias da semana, o ingresso custa R$ 4 (inteira) e R$ 2 (meia). O museu fica na av.Brigadeiro Faria Lima, 2705, e funciona de terça a domingo, das 10h às 18h. Para agendamento de visitas monitoradas, o telefone é (11) 3032-2564. Mais informações: (11) 3032-372

4 – MAM (Museu de Arte Moderna)

Domingo é dia de entrada gratuita. Nos outros dias da semana o ingresso custa R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia). Há gratuidade para menores de dez e maiores de 65 anos, sócios do MAM, funcionários de empresas parceiras e, perante comprovação, vendedores autônomos do Parque Ibirapuera; taxistas; frentistas; agentes ambientais, da CET, da segurança e das estações do Metrô, da Guarda Civil Metropolitana e da Polícia Militar. O museu fica na dentro do Parque Ibirapuera, acesso pelo portão 3; o horário de funcionamento é de terça a domingo e feriados, das 10h às 17h30. Mais informações: (11) 5085-1300.

5 – MIS (Museu da Imagem e do Som)

Normalmente, as exposições são gratuitas e as do primeiro e do segundo andares têm entrada por R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia). Na terça-feira, porém, todas as mostras têm entrada gratuita. O museu fica na avenida Europa, 158, Jardim Europa. O horário de funcionamento é de terça a sexta, das 12h às 22h; sábados, domingos e feriados, das 11h às 21h. Mais informações: (11) 2117 4777.

6 – Museu da Língua Portuguesa

Tem entrada gratuita para o público geral todos os sábados e terças-feiras. Nos outros dias da semana, o ingresso sai por R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia). Não pagam ingresso crianças até sete anos (com apresentação de documento), professores da rede pública (municipal, estadual ou federal – com apresentação de holerite e RG) e pessoas com deficiência, com direito a gratuidade também de um acompanhante. O museu fica na Praça da Luz, s/n, centro. O horário de funcionamento é de terça a domingo, das 10h às 18h. Na terça, o museu fica aberto até às 22h. A bilheteria fica aberta até uma hora antes de fechar. Mais informações: (11) 3322 0080.

7 – Museu de Arte Sacra

A entrada é gratuita aos sábados. Nos demais dias, o ingresso sai por R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia). Há gratuidade para idosos acima de 60 anos; crianças até sete anos; professores da rede estadual de ensino (com apresentação de holerite atual e documento); acompanhantes de excursão de escola pública; policiais militares; e funcionários da Secretaria de Estado da Cultura. O museu fica na av. Tiradentes, 676, Luz, próximo à estação Tiradentes do Metrô. O horário de funcionamento é de terça a sexta, das 9h às 17h; sábados e domingos, das 10h às 18h. Estacionamento gratuito com entrada pela rua Jorge Miranda, 43. Mais informações: (11) 3326-5393. Agendamento para grupos, de terça a sexta, das 10h às 17h30, pelo telefone (11) 3326-1373.

8 – Caixa Cultural São Paulo

A entrada é gratuita todos os dias. O museu fica na Praça da Sé, 111, centro, e funciona de terça a domingo, das 9h às 20h. Mais informações, agendamento de visitas monitoradas e translado para escolas públicas: (11) 3321 4400.

9 – MAC-USP (Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo)

A entrada também é sempre gratuita. O museu fica na Avenida Pedro Álvares Cabral, 1301, e funciona de terça, das 10 às 21 horas, e de quarta a domingo das 10 às 18 horas. Mais informações: (11) 5573 9932.

10 – MuBE (Museu Brasileiro da Escultura)

Museu gratuito todos os dias da semana, que fica na av. Europa, 218, Jardim Europa, ao lado do MIS (Museu da Imagem e do Som). O horário de funcionamento é de terça a domingo, das 10h às 19h. Mais informações: (11) 2594-2601.

11 – CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil)

Tem entrada sempre gratuita para as exposições, em todos os dias da semana. Para sessões de cinema, o ingresso custa R$ 4 (inteira) e R$ 2 (meia-entrada). Para atrações de música e teatro, o ingresso custa R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia).O CCBB fica na rua Álvares Penteado, 112, e o horário de funcionamento é de quarta a segunda, 10h às 22h (horário especial durante a exposição Mestres do Renascimento). Nas terças, o museu fecha. Para agendamento de visitas orientadas (em português e inglês), o telefone é (11) 3113-3649, de segunda a sexta, das 8h às 21h, e aos sábados, das 9h às 17h.

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quinta-feira, 31 de outubro de 2013

O deputado federal Arolde de Oliveira (PSD/RJ) cobra maior proteção aos idosos.


No mês de outubro o Estatuto do Idoso completa dez anos. É comemorado também o Dia Nacional do Idoso. O deputado federal Arolde de Oliveira (PSD/RJ) destacou a importância da data e lamentou o descaso que ainda existe com os idosos no país. "O que o Estatuto precisa é ser aplicado. O Governo tem que fazer promoções para a proteção e os benefícios do direito do idoso, o que não acontece. O idoso é abandonado até pelo Governo", criticou o deputado federal do PSD. Para Arolde, a violência contra os idosos ainda é um assunto pouco discutido. A expectativa, segundo o deputado é que o Congresso aumente os esforços para construir uma nação que respeite e proteja as pessoas da terceira idade. "A situação crítica com que sofrem os idosos é que 70% dos problemas os agentes são os parentes que os abandonam. O que tem ser feito é aplicar o Estatuto do Idoso que é bem claro e reduzir essa situação", criticou. Segundo a Secretaria de Direitos Humanos, somente de janeiro a julho de 2013, foram feitas quase 23 mil denúncias de violência praticada contra pessoa idosa em todo o país. Uma média de 125 queixas por dia. 

Reportagem: Verônica Gomes -outubro de 2013

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Fernando Cesar Ferroni de Freitas Terapeuta - CRT 42156 ferroniifreitas@gmail.com lotustratamentodq@hotmail.com www.http://lotustratamento.blogspot.com 


Secretaria de Prevenção à Dependência Química

Arolde de Oliveira - Deputado Federal


http://www.aroldedeoliveira.com.br/tag/secretaria-de-prevencao-a-dependencia-quimica/

Filosofando.....






"Não se aprende filosofia, se aprende à filosofar,
A filosofia implica uma mobilidade livre no pensamento, é um ato criador que dissolve as ideologias,
Filosofar é passear com um saco e, ao encontrar alguma coisa que sirva, pegar. "

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

                            Erasmo de Rotterdam (1469-1536)




Neste libelo do teólogo Erasmo de Rotterdam (1469-1536), quem fala é a Loucura. Sempre vista apenas como uma doença ou como uma característica negativa e indesejada, aqui ela é personificada na forma mais encantadora. E, já que ninguém mais lhe dá crédito por tudo o que faz pela humanidade, ela tece elogios a si mesma. O que seria da raça dos homens se a insanidade não os impulsionasse na direção do casamento? Seria suportável a vida, com suas desilusões e desventuras, se a Loucura não suprisse as pessoas de um ímpeto vital irracional e incoerente? Não é mérito da Loucura haver no mundo laços de amizade que nos liguem a seres perfeitamente imperfeitos e defeituosos?

Nas entrelinhas de Elogio da Loucura, o humanista Erasmo critica todos os racionalistas e escolásticos ortodoxos que punham o homem ao serviço da razão (e não o contrário) e estende um véu de compaixão por sobre a natureza humana. Pois a Loucura está por toda parte, e todos se identificarão com algum dos tipos de loucos contemplados pelo autor. Afinal, como ele próprio diz, "Está escrito no primeiro capítulo do Eclesiastes: O número dos loucos é infinito. Ora, esse número infinito compreende todos os homens, com exceção de uns poucos, e duvido que alguma vez se tenha visto esses poucos". quem fala é a Loucura. Sempre vista apenas como uma doença ou como uma característica negativa e indesejada, aqui ela é personificada na forma mais encantadora. E, já que ninguém mais lhe dá crédito por tudo o que faz pela humanidade, ela tece elogios a si mesma. O que seria da raça dos homens se a insanidade não os impulsionasse na direção do casamento? Seria suportável a vida, com suas desilusões e desventuras, se a Loucura não suprisse as pessoas de um ímpeto vital irracional e incoerente? Não é mérito da Loucura haver no mundo laços de amizade que nos liguem a seres perfeitamente imperfeitos e defeituosos?
Sigmund Freud.


Freud descobriu que no inconsciente não ficam registradas as marcas da passagem do tempo. É o que permite dizer que no inconsciente, o amor é sempre infantil. Com suas altas intensidades, com a mescla de sentimentos que o amor traz consigo - ciúmes, rivalidades, raivas, impotências e onipotências, ilusões as mais variadas, frustrações idem - o amor não deixa de resistir, de insistir com toda a força da vitalidade infantil, ilimitada, desejante. Continuamos, assim, vida afora, a desejar o amor, a precisar de amor, a buscar o amor através dos mais diferentes caminhos. Por vezes, até mesmo crendo que a única forma de sustentá-lo é nos deixarmos submeter a ele, ao outro amado, seja ele quem for. A razão dessa insistência, dessa resistência deve ser uma só: precisamos do amor para poder atravessar a vida, para poder lapidar tudo o que vem junto com o amor, para poder, enfim, crescer. Precisamos do amor - e das dores do amor - porque é através dele - de sua força poderosa, imperiosa, por vezes louca - que trilhamos os caminhos que nos levam a manter viva a pessoa que precisa nascer. Talvez seja esse o sentido da afirmação freudiana: "uma análise é uma cura pelo amor". Esse amor sentido, ressentido, que não abre mão de si.

(Evelin Pestana,Casa Aberta - Página, Psicanálise, Artes, Educação).


Ilustração: Elisa Anfuso


Maior dose de ondansetrona é eficaz para tratar alcoolismo


A ondansetrona, substância comumente utilizada para evitar náusea em pessoas que estão sob quimioterapia, teve sua eficácia testada no tratamento de dependentes de álcool. Em estudo realizado no Instituto de Psiquiatria (IPq) da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), o médico João Maria Corrêa Filho verificou sua ação em dose maior do que vem sendo utilizada e comprovou o retardamento do consumo de álcool, além da redução de sintomas de depressão e do desejo pelas bebidas alcoólicas. Ele também descobriu quais são os fatores que tornam o abandono do tratamento mais propício.

A ondansetrona atua como antagonista do receptor da serotonina, substância envolvida com a sensação de prazer promovida pela bebida alcoólica. Assim, “esse antagonismo faz com que o prazer que poderia sentir ao se ingerir a bebida diminua”, explica Corrêa Filho, que testou a dose de 16 miligramas (mg) por dia, usada atualmente apenas para tratamento de enjôo. Esta dosagem diária é maior do que a aplicada anteriormente – 4 microgramas a cada quilo do paciente (mcg/kg) – e surtiu efeito nos pesquisados em relação aos medicados com placebo. Os dependentes medicados com o fármaco demoraram mais a ingerir o primeiro gole de bebida alcoólica (54,7 versus 40,9 dias, em média, a partir do início do tratamento) e a ter o primeiro consumo intenso (58,4 versus 45,4 dias, em média).
Além disto, a pesquisa descobriu que a dose de 16 mg testada, além de diminuir o prazer na bebida, chegou a melhorar sintomas depressivos dos testados, bem como a reduzir o desejo de consumir álcool. A pesquisa foi feita de 2007 a 2010 com 102 alcoolistas, com idade entre 18 e 60 anos, que buscaram tratamento para a dependência no IPq. Metade deles recebeu placebo e a outra metade, as 16 mg da ondansetrona, divididas em duas doses diárias, por via oral. A medicação foi acompanhada de entrevistas sobre os sintomas depressivos e técnicas motivacionais, exames para avaliar o consumo ou não de álcool, conversas com a família e de encontros no grupo Alcoólicos Anônimos (AA).

Abandono do tratamento.

O abandono do tratamento foi grande e chegou a 50% dos pesquisados, taxa equivalente à média de outros tipos procedimentos de reabilitação, de acordo com a literatura médica. O pesquisador, porém, não esperava este resultado, já que o ensaio clínico foi planejado para não perder pacientes ao longo do tratamento. Quando o dependente não ia aos encontros semanais, “a gente ligava para a família, chamava, buscava onde estava o paciente para ver se ele aparecia”, conta o médico.
Após a etapa do tratamento, os resultados foram comparados a outras pesquisas com metodologias iguais feitas no mesmo grupo de estudo, o Programa Interdisciplinar de Estudos de Álcool e Drogas, mas que usavam medicamentos diferentes, como o topiramato, o acamprosato e a naltrexona. O que se comprovou é que a porcentagem de pesquisados que concluíram o processo foi equivalente entre todas as substâncias. Corrêa Filho explica que “aparentemente, a maior adesão depende de questões pessoais e do tipo de tratamento que é ofertado, e não do efeito direto dos medicamentos avaliados”.
No estudo intitulado Eficácia da ondansetrona no tratamento de dependentes de álcool e orientado por Danilo Antonio Baltieri, foi elaborada uma tipologia dos perfis de pacientes mais propícios a concluir ou não o tratamento. Os resultados mostraram que os mais suscetíveis à desistência são aqueles mais novos, que começaram os problemas por consumir bebida alcoólica precocemente, têm maior histórico familiar de alcoolismo, menos sintomas depressivos e maior gravidade do alcoolismo. Já os fatores que individualmente aumentaram a chance da continuidade do tratamento foram a preferência pela cerveja, o tabagismo, a idade mais elevada e a assiduidade no grupo do AA.


Fonte : Agencia USP de noticias.

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Informações sobre Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas do Ministério da Saúde.


Tratamento para dependentes químicos

Cada vez mais, governos e sociedades em todo o mundo concluem que a prioridade é desintoxicar, tratar e auxiliar os dependentes químicos a voltarem ao convívio social.
Entretanto, além das dificuldades de recuperação dos dependentes químicos, especialmente aqueles viciados em crack, o Brasil convive hoje com uma rede de tratamento para dependentes químicos pequena e precária e com profissionais pouco qualificados.
A complexidade do tratamento da dependência, doença crônica e grave, foi resumida no depoimento de Célio Luiz Barbosa, coordenador-geral dos Centros de Atendimento às Famílias da Fazenda da Paz na subcomissão do Senado.
“Tratar a dependência química não é apenas curar os efeitos que as drogas causam no indivíduo, é reorganizar o indivíduo por completo”, afirma.
O problema é agravado pela efetividade limitada das abordagens de tratamento para dependentes químicos, especialmente de cocaína e crack, discutidas pela comunidade científica e pela sociedade. “No caso das drogas, o primeiro mal que devemos evitar é proclamar que temos alguma arma melhor do que as outras, vender ilusões. Há décadas, se estudam e se buscam tratamentos eficazes. E, hoje, a eficácia de inúmeras abordagens é muito questionável”, afirma Roberto Kinoshita, coordenador de Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas do Ministério da Saúde.
Como o vício atinge todos os aspectos da saúde e da vida do dependente, a psiquiatra Alessandra Diehl e seus colegas da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) enfatizam que “o paciente apresentará necessidades múltiplas e o tratamento deve ser preparado para oferecer um amplo conjunto de intervenções personalizadas”.

Tratamento para dependentes químicos indisponível

Às dificuldades do tratamento para dependentes químicos em si, intensificadas muitas vezes pela falta de apoio de famílias desarticuladas, soma-se um sistema público de saúde particularmente desaparelhado para tratar a dependência química e as doenças mentais.
Parte da explicação se deve ao país estar atravessando uma fase de transição para um novo modelo de tratamento, inaugurado com a reforma psiquiátrica de 2001).
Os médicos, no entanto, acusam a desarticulação do modelo anterior, sem que nada seja oferecido em seu lugar. De acordo com parâmetros da Organização Mundial de Saúde (OMS), o Brasil oferece 0,34% dos leitos que seriam necessários para sua população.
Outro problema detectado é a falta de preparo dos médicos para lidar com o dependente químico.
Para suprir essa carência, as comunidades terapêuticas, instituições privadas disseminadas por todo o mundo que oferecem especialmente tratamento para dependentes químicos, estão abrigando a maior parte dos pacientes em tratamento.
O problema, nesse caso, é a falta de regulamentação dessa atividade e, também, de apoio público às entidades que realizam um trabalho em acordo com as mínimas diretrizes e padrões legais.

ONG BRASIL 28/30 de novembro de 2013.

Seminário Regional de Saúde Mental reúne mais de 300 participantes - Região - Folha Vale do Café

Seminário Regional de Saúde Mental reúne mais de 300 participantes - Região - Folha Vale do Café

Apos tratamento , ou durante, em períodos de ressocialização, onde o paciente sai da comunidade para passar finais de semana com a família  é necessário ter certeza de que não houve uso de drogas, já vi  muitos casos em que o paciente usou, e por vergonha ou medo acaba por esconder tanto da família como da equipe terapêutica  é uma visão comum de quem esta em tratamento de que haverá uma punição, o que não acontece, na realidade é importante se ter conhecimento e entender o porque desta volta ao uso, quais fatores que é preciso ser abordado terapeuticamente , o que aconteceu que levou o paciente de volta ao uso. O teste não constrange a pessoa, basta orientação e compreensão de que é necessário. Até porque, no caso de ser o resultado negativo,  serve de incentivo a outros, mostra que é possível viver em sociedade sem uso de drogas.

Teste são usados em comunidades terapêuticas e até mesmo pelos próprios familiares.

qualquer tipo de substancia.

Orientação para fazer o teste corretamente.

Preços.

Entre em contato:


Lotus tratamento.



domingo, 27 de outubro de 2013

Consultório de Tendimento Psicológico.


Consultório de Atendimento Psicológico

“Saúde é pleno bem estar físico e emocional”

“Saúde emocional é qualidade de vida”

Psicólogas

Márcia Peicher Lisboa                                                                                 Rosangela Brichezi
  CRP 06-23026                                                                                              CRP 06-35350                                                                                                                                                                                                                                                                                                              

Psicoterapia Individual / Grupo

Atendimento:  Infantil,  Adolescente,  Adulto, Idosos, Casal, Família.

Tratamento de Psicopatologia:
·         Dependência Química e /ou Alcoolismo
·         Desequilíbrio Psicossocial
·         Transtorno de Ansiedade
·         Transtorno de Depressão
·         Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade
·         Síndrome do Panico
·         Bulliyng ( físico e verbal)

A identificação prévia da sintomatologia de transtornos mentais visto da ótica de um profissional de saúde mental, pode diminuir a intensidade do transtorno, ou até mesmo interrompe-lo.
Sintomas esses que muitas vezes passam despercebidos por falta de orientação vejam alguns:

·         Medo e / ou insegurança sem razão aparente
·         Isolamento
·         Conflito emocional
·         Oscilação de humor constante
·         Agitação Psicomotora


Esses sintomas podem surgir em qualquer pessoa de qualquer idade, em algum momento na vida.
Procure orientação de um profissional.

Contate-nos, para esclarecimentos e agende uma avaliação com uma das Psicólogas.



sábado, 26 de outubro de 2013

Desaparecida, ana julia














Por favor pessoas estou suplicando... compartilhe a foto da minha sobrinha desaparecida

que DEUS nos ajude procurala

GENTE MINHA SOBRINHA DESAPARECEU, ME AJUDEM A DIVULGAR POR FAVOR COMPARTILHEM E SE SOUBEREM DE ALGUMA COISA POR FAVOR ENTREM EM CONTATO!




DESAPARECIDA ANA JULIA
IDADE 4 ANOS
CARAVTERISTICAS: SHORT ROSA, BLUSINHA VERMELHA, DESCALÇA.
DESAPARECEU PX A ESCOLA ANTONIO RICARDO PECCHIO, VILA MECK


TEL: (11) 9 8347 9238 (11)9 6277 1840

Consultório de Atendimento Psicológico


Consultório de Atendimento Psicológico

“Saúde é pleno bem estar físico e emocional”

“Saúde emocional é qualidade de vida”

Psicólogas

Márcia Peicher Lisboa                                                                                 Rosangela Brichezi
  CRP 06-23026                                                                                              CRP 06-35350                                                                                                                                                                                                                                                                                                              

Psicoterapia Individual / Grupo

Atendimento:  Infantil,  Adolescente,  Adulto, Idosos, Casal, Família.

Tratamento de Psicopatologia:
·         Dependência Química e /ou Alcoolismo
·         Desequilíbrio Psicossocial
·         Transtorno de Ansiedade
·         Transtorno de Depressão
·         Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade
·         Síndrome do Panico
·         Bulliyng ( físico e verbal)

A identificação prévia da sintomatologia de transtornos mentais visto da ótica de um profissional de saúde mental, pode diminuir a intensidade do transtorno, ou até mesmo interrompe-lo.
Sintomas esses que muitas vezes passam despercebidos por falta de orientação vejam alguns:

·         Medo e / ou insegurança sem razão aparente
·         Isolamento
·         Conflito emocional
·         Oscilação de humor constante
·         Agitação Psicomotora


Esses sintomas podem surgir em qualquer pessoa de qualquer idade, em algum momento na vida.
Procure orientação de um profissional.

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