Psicoterapeuta. - CRT 42.156

Psicoterapeuta. - CRT 42.156
Fernando Cesar Ferroni de Freitas

terça-feira, 6 de novembro de 2012


Atenção



Se você tem filhos (netos?) adolescentes principalmente, e aos que trabalham com adolescentes e jovens, segue uma informação assustadora. Uma nova droga arrasadora fez a sua primeira aparição na Europa; agora chegou ao Brasil. O nome dela: EasyDate e vão já perceber o porquê deste nome. Ela se apresenta na forma de um pó branco que uma vez dissolvido em qualquer líquido atua em cinco a sete minutos. Ela é incolor e não tem qualquer gosto. Age ao nível do pré-consciente e transforma a pessoa que a toma num escravo perfeito, e tem como efeito secundário apagar da memória tudo o que ele fez, disse ou sentiu durante o tempo de ação que se prolonga por sete a oito horas.

Uma estudante de 24 anos, residente na cidade de Araçatuba-SP, testemunha que foi convidada por uma amiga a ir a uma casa noturna. Bebeu algumas caipirinhas, dançou e diz que não se lembra de mais nada.. Só se lembra de acordar no dia seguinte na cama de um quarto de motel ao lado de uns quatro homens. Como tinha dificuldades em mexer as pernas (último efeito da EasyDate),conseguiu telefonar para o seu namorado que foi buscá-la e a levou ao hospital. Os médicos depois dos exames não detectaram o rastro de qualquer droga. Só o exame ginecológico que revelou o rastro de esperma de nove homens diferentes. Um homem de 32 anos, residente em São Vicente - SP, testemunhou que foi a um baile a fantasia na cidade de Santos e só lembra de ter tomado dois copos de cerveja. Acordou dentro de seu carro na manhã seguinte, com as pernas fracas.Na tarde do mesmo dia verificou seu extrato bancário e não pode acreditar que tinha sacado R$1.750,00 de sua conta.

O outro caso é de um adolescente de 16 anos que acordou pela manhã sentado em uma mureta de quase dois metros de altura.
Também tinha o sintoma de pernas fracas e doloridas. Os amigos disseram que só o viram por volta das 23:20 h. O rapaz não usa qualquer tipo de drogas ou álcool e
naquela noite tomou apenas uma Coca-Cola e um Gatorade. Sua moto, uma Jog da Honda, nunca mais foi encontrada e ele diz que não se lembra de absolutamente
nada. Esta droga separa a mente do corpo. A pessoa fica inconsciente, sem controle do seu corpo, mas fica completamente controlável e executa qualquer ordem que lhe é dada, como: tirar dinheiro em um caixa eletrônico, passar cheques de valores astronômicos ou participar em orgias sexuais.
O que verdadeiramente dificulta o trabalho da polícia é que os componentes de base da fabricação desta droga encontram-se em qualquer farmácia e são vendidos a qualquer um sem receita médica, como a aspirina. Ainda não existe nenhum antídoto para esta droga.

Sega as seguintes orientações:

1. Numa discoteca, festa ou jantar, não larguem o seu copo para ir dançar e voltar a beber nele. Se o fizeram então busquem outro copo porque ninguém sabe o que podem ter feito enquanto tinham as costas viradas para
sua mesa; vão buscar o seu copo diretamente no bar.


2. NUNCA aceitem um copo da mão de uma pessoa amiga ou desconhecida. Lembrem-se que 74% dos violadores são ocasionais - aproveitam a ocasião que lhes é oferecida.

3. Entre amigos, vigiem-se uns aos outros.

4. Os primeiros sintomas físicos desta droga são suores e o rosto que fica vermelho.

5. Se um(a) dos(as) seus(suas) amigos(as) tiver estes sintomas, não o(a) abandonem, e levem-no(a) de imediato a um hospital.



Angústia é doença e tem cura



Ela gera um desconforto físico, psíquico e requer tratamento diferenciado.



Angústia é doença e tem cura
Chego pela manhã ao complexo do Hospital das Clínicas, em São Paulo, e me dirijo ao primeiro andar do prédio do Instituto de Psiquiatria, onde sou recebida pelo chefe do departamento, o psiquiatra Valentim Gentil. Nosso objetivo é definido: caracterizar, com elementos concretos, o conceito de angústia. A missão é árdua. "Diferentemente do medo ou da ansiedade, que são experimentados pela maioria das pessoas, a angústia acomete menos de 50% da população. E nunca tive essa experiência, o que dificulta a tarefa de descrevê-la com precisão", confessa. "Em geral, meus pacientes relatam uma agonia mental sem gatilho aparente, atrelada a um sufoco semelhante ao da asma, e uma dor ou compressão no peito", descreve.
Incentivar o diagnóstico e um tratamento personalizado é a proposta de Gentil, que assina o artigo intitulado Why Anguish? — em português, Por que angústia? —, que acaba de ser divulgado na publicação científica inglesa Journal of Psychopharmacology. Isso porque, nas discussões entre especialistas do mundo todo, o sentido dessa emoção se esvaziou ao longo do tempo. E frequentemente ela é confundida com o distúrbio de ansiedade ou de pânico (veja os complementos desta matéria).
"Mas são comportamentos mentais diferentes, com padrões de ativação cerebral distintos", defende Gentil. "A ansiedade é uma apreensão exagerada em relação ao futuro, enquanto a angústia é um sofrimento relacionado ao presente.
Munida dos esclarecimentos sobre as manifestações físicas do sintoma, sigo ao consultório da psicanalista paulistana Maria de Lourdes Félix, que auxilia Gentil nas pesquisas sobre a face psicológica da angústia. "Meus pacientes costumam levar as mãos ao peito e reportar um sentimento de vazio. Sentem conflitos diante das inúmeras possibilidades de escolhas no dia a dia e questionam o sentido de sua existência", conta. "Em casos extremos, essas pessoas são dominadas pela introversão. Elas perdem a capacidade de análise, de lidar com o cotidiano, de interagir socialmente. Ficam paralisadas."
À luz do filósofo dinamarquês Soren Kierkegaard (1813-1855), a psicóloga Marília Dantas, da Universidade Estácio de Sá, em Petrópolis, na região serrana do Rio de Janeiro, traduz o mal-estar: "O ser humano sente desamparo, incerteza, falta de controle diante da liberdade de decidir. Optar por um caminho significa correr riscos, abrir mão das alternativas. Isso é angustiante".
Reconhecer um quadro de angústia é uma função que cabe a especialistas. Mas os angustiados de plantão podem contribuir, fornecendo detalhes de como se sentem. É o que constatei nas conversas durante os trajetos de consultório em consultório. A pergunta que fiz a motoristas, recepcionistas, colegas e pedestres com quem cruzei no caminho era sempre a mesma: o que é angústia para você? As respostas variaram. "É pensar como seria minha vida se eu tivesse estudado psicologia." Ou "É um beco sem saída dentro do peito". Ou ainda "É uma incerteza sobre as consequências das decisões que tomei".
Infelizmente, a maioria dos angustiados só procura ajuda especializada quando a sensação ruim beira o insuportável. "Eles chegam ao pronto-socorro com dor e opressão no tórax, peso e desconforto no peito", confirma o cardiologista César Jardim, supervisor do pronto-socorro do Hospital do Coração, em São Paulo. Os sintomas se assemelham aos de problemas cardiológicos, como infarto. "Mas os problemas cardiovasculares só se confirmam em 30% dos casos", estima. Ele conta que, depois de realizar exames e apontar que o sujeito está em condições perfeitas de saúde, os pacientes confessam que vêm se sentindo nervosos e... angustiados
Quando é assim, excluída a presença de doenças físicas, o passo seguinte deveria ser a visita a um psiquiatra. "Há hipóteses de que a angústia seja desencadeada por uma maior ativação de uma região chamada ínsula, no córtex cerebral, relacionada à percepção de funções viscerais, como as do coração, do diafragma e dos pulmões", explica Valentim Gentil. "Por isso, acreditamos que suas vítimas possam responder bem a calmantes chamados benzodiazepínicos, a alguns antipsicóticos e a uma classe de antidepressivos conhecida como tricíclicos", continua. "A imipramina é um dos principais medicamentos desse grupo e se mostra eficaz, apesar de promover eventuais efeitos colaterais, como tonturas e alterações cardíacas", completa seu colega Jair Mari, da Universidade Federal de São Paulo. Essa droga modula neurotransmissores como a noradrenalina, substâncias que agem no cérebro e controlam as emoções.
O ideal é complementar esse tratamento com o de um psicólogo ou psicanalista. "Trabalhamos o desenvolvimento emocional, fazendo com que o paciente reflita e traduza seus pensamentos, criando condições para contornar sentimentos que julga insuportáveis", explica Maria de Lourdes. A angústia é, portanto, um problema de saúde e necessita de acompanhamento. Se ela anda sufocando-o, chega de sofrer em silêncio: busque auxílio e afrouxe, de vez, esse nó dentro do peito.


Contar histórias pessoais causa sensações agradáveis

Falar de si dá prazer
Contar histórias pessoais causa sensações agradáveis.

Contar histórias sobre a própria vida geralmente traz sensações agradáveis. A conclusão vem da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, onde cientistas examinaram pessoas enquanto elas revelavam casos pessoais e também abordavam outro tópico qualquer.
No final das contas, nenhum assunto ativava tanto regiões da massa encefálica ligadas ao prazer como os do cotidiano do indivíduo. “Isso não é necessariamente egoísmo, mas, sim, uma forma que temos de reforçar nossa autoestima", atesta Ricardo Monezi, psicobiólogo da Universidade Federal de São Paulo.



Saúde mental é afetada pela economia, diz pesquisa
Esse tipo de problema pode estar vinculado ao ritmo de vida acelerado, às novas tecnologias e à desaceleração econômica


A desaceleração econômica, o ritmo da vida moderna e as novas tecnologias estão começando a afetar nossa saúde mental, de acordo com uma pesquisa. Segundo os dados, publicados pelo site Female First, o número de adultos que acessaram serviços especializados de saúde mental entre 1 de abril de 2010 e 31 março de 2011, no Reino Unido, foi o maior desde que os registros começaram em 2003 e 2004, chegando a 1,25 milhões de pessoas.
O fenômeno já havia sido registrado entre os anos de 2009 e 2010 também. De acordo com nova pesquisa realizada pelo site Mootu, esse aumento pode estar relacionados a três fatores principais. O estudo revela que os adultos no Reino Unido acreditam que a crise econômica (83%), o ritmo da vida moderna (65%) e, o mais interessante, a nova tecnologia (27%) são as razões para o aumento de problemas mentais e dependências.
Os resultados foram liberados para lançar o site que oferece um novo serviço de busca por auxílio profissional. Essa é a primeira rede no Reino Unido a oferecer aconselhamento e psicoterapia via videoconferência pelo Skype.
Apesar de um crescente reconhecimento de que problemas de saúde mental são um problema no Reino Unido (dois terços dos adultos acreditam que essa questão está crescendo), um número surpreendente de pessoas admite que não iria procurar ajuda. Essa opção prevalece particularmente entre os desempregados, já que quase 50% desse grupo sofre em silêncio. No entanto, 63% dos britânicos disseram que iriam consultar um terapeuta ou conselheiro, se pudessem fazê-lo na privacidade da sua casa ou sem ter que se afastar do trabalho.
É preocupante que, mesmo com um número de celebridades conhecidas, como Sarah Harding do Aloud e o jogador de rugby Duncan Bell, enfrentarem batalhas contra depressão, mais de um quarto dos pesquisados afirmaram que não procurariam ajuda devido ao estigma associado com tais problemas e quase 60% preferiam se virar sozinhos.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012




Crianças com autismo que são tratadas desde muito cedo tem maiores chances de melhorar o desenvolvimento do cérebro. Um novo estudo da Universidade da Carolina do Norte (EUA) mostrou que tratamentos intensivos, de 20 horas por semana, podem fazer com que as crianças apresentem maiores QIs ao longo do tempo.
Pesquisadores observaram que crianças de 4 anos que fazem esse tratamento intensivo apresentam comportamento mais adaptativo, melhor coordenação e são diagnosticadas com autismo menos grave em relação a outras crianças com a mesma disfunção de desenvolvimento.
É importante ressaltar que as crianças tratadas não foram curadas, mas melhoraram muito. De acordo com pesquisadores, o desenvolvimento do cérebro de crianças que são diagnosticadas com autismo comportamental aprende a “contornar” a disfunção. Quanto mais cedo é feito o tratamento, mais fácil para o cérebro contornar os problemas, ao invés de tentar revertê-los depois.



O índice de vacinação de crianças menores de um ano, em Mogi das Cruzes, supera a média nacional. Noventa e oito por cento delas está com a caderneta em dia, enquanto por todo o País a média fica em 95% para a maioria das vacinas do calendário infantil e em campanhas de vacinação. Manter a carteirinha atualizada garante a saúde do bebê e ajuda a prevenir diversas doenças.
O índice de cobertura vacinal foi calculado por meio de um amplo monitoramento realizado pelo Núcleo de Imunização da Secretaria Municipal de Saúde nos dois últimos sábados (dias 20 e 27) e representa a média das coberturas alcançada em cada dose indicada para bebês nos primeiros 12 meses de vida. Para a vacina de hepatite, a cobertura foi de 99,24% para crianças menores de um ano, enquanto para paralisia infantil foi 98,85% e para tetravalente, 98,47%. Noventa e cinco por cento dos menores de 12 meses foram imunizados contra o rotavírus.
“Os índices que alcançamos entre os menores de um ano estão excelentes. Sinal de que os pais e responsáveis estão atentos à importância da imunização e mantendo a caderneta de seus filhos sempre atualizada. Nossa orientação é para que este cuidado não se perca com o passar dos anos, pois a vacinação é importante em todas as idades”, explica a médica da Vigilância Epidemiológica Municipal, Tereza Nihei.
O monitoramento de cobertura vacinal visitou 2.817 casas em 33 pontos distintos da Cidade, divisão baseada na distribuição das unidades de saúde do município. Nesta ação, foram avaliadas 785 cadernetas pelos técnicos do Núcleo de Imunização da Secretaria Municipal de Saúde.
O Calendário
O Ministério da Saúde disponibiliza atualmente 26 vacinas para adultos, jovens e crianças dentro do calendário nacional, sendo o público infantil o principal alvo. Em 2010, duas novas vacinas foram introduzidas: a de pneumo 10 valente e a meningocócica conjugada.
Com o objetivo de ampliar o uso das vacinas combinadas, o Ministério da Saúde incluiu neste ano, também no calendário de vacinação da criança, a vacina pentavalente (difteria, tétano, coqueluche, Haemophilus influenza tipo b e hepatite B), visando diminuir o número de aplicações de injeções nas crianças.
Nesse ano foi incluída no calendário da criança a vacina inativada poliomielite com o esquema vacinal sequencial de quatro doses em crianças menores de um ano de idade que estejam iniciando seu calendário de vacinação.
Para 2013, a meta do Ministério da Saúde é oferecer mais duas vacinas, uma contra a varicela e outra contra a hepatite A.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

http://www.cpflcultura.com.br/evento/cafe-filosofico-adolescentes-ontem-hoje-e-amanha-ivan-capelatto-2012-10-28/
Jovens a partir dos 11 anos estão viciados em pornografia na web.

O estudo relatou que o acesso à pornografia na web por crianças com idade a partir de 11 anos de idade se tornou prática comum.

Um estudo publicado pela universidade de Plymouth no Reino Unido alertou que crianças estão se viciando em pornografia na Internet. A situação se torna preocupante fazendo com que despertem sua sexualidade de forma muito antecipada, o que acarretará problemas na vida adulta. O estudo relatou que o acesso à pornografia na web por crianças com idade a partir de 11 anos de idade se tornou prática comum, dando-lhes expectativas irreais sobre o sexo e tornando-as insensíveis a imagens sexuais.


A Associação Nacional dos Diretores solicita a adição de aulas para orientação sexual no ensino fundamental, para eles, as crianças estão crescendo em um “mundo sexualizado” e necessitam de orientação para lidar com questões como a da pornografia. Ainda segundo a associação os professores precisam responder ao fato de que as crianças tem recebido informações sobre sexo da Internet e a educação sexual contemporânea está irremediavelmente desatualizada para lidar com mundo “sexualmente aberto” ao qual as crianças são expostas hoje.


Entretanto a União Nacional de Professores do Reino Unido discorda, os professores acreditam que o nível fundamental não tem maturidade suficiente para temas como pornografia. Abordar tal tema nas aulas seria um passo muito longo, as escolas devem falar sobre o assunto caso haja solicitação dos estudantes. Segundo os professores os adolescentes são bombardeados com pornografia desde cedo e que eles sabem lidar com assunto.


Em entrevista para Radio 1 da BBC, o conselheiro político Sion Humphreys posicionou-se a favor da inclusão da orientação sexual no ensino fundamental, para ele os professores precisam “ter aulas” sobre o impacto da pornografia nas crianças. O acesso fácil a conteúdo pornográfico oferecido pela Internet é a base da defesa de que alunos a partir dos 10 anos de idade precisam ser educados a respeito da pronografia. De acordo com Humphreys a orientação sexual deveria começar a partir dos 10 anos, mas de forma leve, para “estabelecer as bases”.


Já Siobhan Freegard, fundadora do site orientação a mães Netmums, acredita que a solução ideal seria os pais trabalharem junto com as escolas na questão da pornografia. Ela disse que o assunto é um “campo minado”, muitos não sabem o que fazer ou que dizer a uma criança, uma mãe solteira saberia como tratar o assunto com a filha, já o Pai solteiro não.


De acordo com a BBC o Departamento de Educação do governo não quis comentar sobre a inclusão da orientação sexual para o ensino fundamental. Entretanto disse que cabe a cada escola a melhor forma de ministrar a matéria.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Aids ainda longe do controle.

Taxas elevadas de infecção persistem entre homossexuais e expõem lacunas das estratégias de prevenção


Os profissionais da área da saúde estão preocupados com o silencioso avanço da Aids. A razão mais recente são os resultados de um estudo em que foram entrevistados 1.217 frequentadores de bares, cinemas e boates da região da República e da Consolação, no centro da cidade de São Paulo. Esse trabalho registrou taxas altas de infecção pelo vírus HIV, causador da Aids, principalmente entre jovens homossexuais, e revelou situações que os tornam muito vulneráveis às infecções, além de brechas nas estratégias de prevenção de uma doença que ainda é um desafio de saúde pública, com 37 mil casos novos por ano no Brasil, dos quais 7 mil no estado de São Paulo.

Dos entrevistados com 18 a 24 anos de idade, 6,4% estão infectados com o vírus HIV – uma taxa cerca de 50 vezes maior que a média nacional nessa faixa de idade. Entre os entrevistados com 18 e 19 anos, a taxa de infecção foi de 5%, indicando que teriam se contaminado nos dois primeiros anos da vida sexual. Considerando todas as faixas de idade, a taxa de infecção entre todos os entrevistados foi 15% para o HIV e 18% para a sífilis, outra doença sexualmente transmissível.



Acompanhe a reportagem completa pelo link Facebook da LOTUS 

22-10-2012 - 09h:35

Semana de Combate à Sífilis

De hoje até sexta-feira, 26, haverá coleta de sangue nas unidades da Estratégia de Saúde da Família (ESF’s). A iniciativa faz parte da programação da campanha de Combate à Sífilis, cujo Dia Nacional foi sábado, 20, quando médicos, enfermeiros e agentes de saúde participaram de palestras de atualização sobre a doença. A iniciativa é da Secretaria da Saúde, através do Departamento de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST/Aids). O exame é necessário para o diagnóstico e correto tratamento da doença.

quinta-feira, 18 de outubro de 2012



Registros de jovens envolvidos com tráfico crescem 7,6% em Campinas.
Delegacia de Infância e Juventude soma 127 casos de janeiro a agosto.
Drogas mais consumidas pelos jovens são maconha, crack e cocaína.

O número de ocorrências por tráfico de drogas envolvendo crianças e adolescentes em Campinas (SP) cresceu 7,6% nos primeiros oito meses deste ano, em relação ao mesmo período de 2011, segundo balanço da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP). A Delegacia de Infância e Juventude (Diju) registrou 127 casos neste ano, contra 118 no ano passado.


Acompanhe a reportagem na pagina do Facebook da LOTUS
18/10/2012
Migração de usuários de drogas: secretaria acolhe 67 pessoas na região do Parque União
Muitos deixaram comunidades do Jacarezinho e Manguinhos após ocupação.

A Secretaria Municipal de Assistência Social realizou na manhã desta quarta-feira (17) uma ação para retirada de população em situação de rua e de combate ao crack na região do Parque União, na entrada da Ilha do Governador, na zona norte do Rio de Janeiro. Na cracolândia e áreas adjacentes foram acolhidas 67 pessoas, sendo cinco adolescentes.

A operação, que contou com apoio de agentes da Delegacia de Bonsucesso (21ª DP), do Batalhão da Maré (22º BPM) e da Dcod (Delegacia de Combate às Drogas), foi promovida a partir do movimento de migração dos usuários de crack, após a ocupação por forças de segurança das comunidades do Jacarezinho e do Complexo de Manguinhos, também na zona norte.

Segundo a secretária municipal de Assistência Social, Fátima Nascimento, o município tem mapeados outros possíveis destinos dessa população.

— A questão da migração dos usuários de crack já estava dentro do planejamento. A nossa perspectiva é de continuar ofertando a possibilidade de abrigamento e tratamento contra dependência química a todos. A Prefeitura do Rio, por meio de sua rede de proteção social, tem condições de proporcionar uma porta de saída para os homens, mulheres e crianças que encontram-se nessa situação degradante.

O serviço de abordagem social teve início às 7h. O acolhimento foi realizado por 19 profissionais, incluindo educadores sociais e psicólogo. Após o processo de identificação, todos os acolhidos serão encaminhados para abrigos da Rede de Proteção Social do município.

Ocupação Manguinhos e Jacarezinho

A ocupação do Complexo de Manguinhos e do Jacarezinho começou no domingo (14) com entrada das forças de segurança nas comunidades. Em apenas 20 minutos a região já estava tomada pela polícia.

O secretário de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro, José Mariano Beltrame, disse que a operação colocou fim a “Faixa de Gaza”. As principais vias que dividem as duas comunidades, como Leopoldo Bulhões e Dom Hélder Câmara, foram chamadas de “Faixa de Gaza” por causa da violência na região, uma referência aos conflitos na região do Oriente Médio.

Na terça-feira (16), policiais do Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais) ocuparam o Jacarezinho e assumiram o comanda das operações na favela. Os PMs hastearam as bandeiras do Brasil e do Estado na localidade conhecida como Azul, no alto da comunidade. A localidade, um dos pontos mais altos e considerada estratégica para o tráfico, foi escolhida para ser a base da Polícia Militar no Jacarezinho.

Um contêiner será montado para servir de apoio a PM, que fará operações também nas comunidades vizinhas. De acordo com o Regimento de Polícia Montada, 18 cavalos ajudarão a patrulhar a região.

Desde a ocupação no domingo, a polícia já apreendeu grande quantidade de drogas no Jacarezinho e Manguinhos e também nas comunidades vizinhas.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012


Vitória: na TV, tucano rebate acusações sobre drogas e álcool

16 de outubro de 2012 • 20h45 • atualizado às 20h49

Alvo de uma campanha difamatória em redes sociais na qual é descrito como alcoólatra e usuário de drogas, o candidato do PSDB à Prefeitura de Vitória(ES), Luiz Paulo Vellozo Lucas, apresentou depoimentos de seus três filhos - André, Laura e Rafael - durante o programa desta segunda-feira à noite na TV para rebater as acusações e mostrar o sofrimento de sua família.

Veja mais na pagina do face da LOTUS


A contensão da epidemia do crack

A denominada epidemia do crack não é um fato novo. Seu uso vem se disseminando de forma assustadora, preocupando cada vez mais as autoridades, os profissionais da saúde e a sociedade como um todo, especialmente porque parte significativa de dependentes corresponde a crianças e adolescentes.
No Estado do Rio Grande do Sul, nos termos da Lei 13.707/2011, foi instituído o Sistema Estadual de Políticas Públicas sobre Drogas – SEPPED, o Conselho Estadual de Políticas sobre Drogas – CONED, o Fundo Estadual sobre drogas - FUNED e o Departamento Estadual de Políticas Públicas sobre drogas do Rio Grande do Sul - DEPPAD, todos vinculados à Secretaria da Justiça e dos Direitos Humanos e formados por órgãos públicos estaduais e outras entidades da sociedade civil. Estas entidades têm como finalidade articular, integrar, coordenar e executar as atividades relacionadas com a prevenção do uso indevido, a atenção e a reinserção social de usuários e dependentes de drogas e a repressão à produção não autorizada e ao tráfico ilícito de drogas.
Ressalto que a rápida inserção e propagação do crack – cocaína petrificada fumada em cachimbo - deve-se ao seu reduzido custo. Em contrapartida, os danos decorrentes de seu uso são destruidores, seja para o usuário como para os respectivos familiares que convivem com o dependente. O tratamento, por sua vez, mostra-se difícil, pois o dependente perde o domínio sobre sua vontade e, principalmente, passa a ter comportamentos de risco, praticando atos ilícitos, como furtos, roubos e prostituição, dentre outros, todos visando custear sua dependência.
Sob o enfoque médico, o uso de crack e sua dependência é considerado um transtorno psiquiátrico, uma patologia grave que afeta o cérebro, danificando neurônios, sinapses e todo o aparate neuroquímico do sistema nervoso central, provocando alterações emocionais, psicológicas e clínicas (acidentes vasculares cerebrais, lesões cardíacas, pulmonares etc.).
Inobstante, oportuno reproduzir as palavras de Ricardo Sanchez Huesca, psicólogo mexicano e diretor de Pesquisa e Treinamento dos Centros de Integração Juvenil que, após abordar tema do crack e a prevenção, no I Congresso Internacional Crack e Outras Drogas, ocorrido em Porto Alegre, salientou, com propriedade: "É mais do que um problema de saúde. É também um problema econômico e de estrutura social. É preciso ensinar o jovem a dizer não aos amigos e a ter autoestima". E acrescenta: "Todos buscamos a fuga do sofrimento e a felicidade, mas, às vezes, procuramos no lugar errado. "Devemos proporcionar aos dependentes um ambiente onde todos possam ser felizes e deixar de sofrer".
Como se observa, pela ampla difusão do crack e pela dificuldade de contensão dessa epidemia, apesar dos mecanismos que vem sendo implementados pelas autoridades, muito há o que fazer para alterar essa realidade, inclusive sob a ótica da prevenção, em especial junto às crianças e adolescentes. E, quando isso ocorrer, todos seremos beneficiados.

Lizete Andreis Sebben
Desembargadora TJRS


Drauzio varella

A epidemia de Aids sofreu impacto importante com o aparecimento dos medicamentos específicos contra o vírus HIV. Isso deu uma falsa sensação de segurança para muita gente, porque a doença continua sendo um problema muito sério no mundo de hoje, apesar de existir tratamento.
Segundo os cálculos da Organização Mundial de Saúde, atualmente existem 42 milhões de pessoas infectadas pelo vírus HIV, 95% das quais vivem em países pobres ou em desenvolvimento. A própria OMS estima que, no Brasil, das 600 mil pessoas infectadas apenas 200 mil saibam que são portadoras do vírus. As outras 400 mil, desconhecendo sua situação, estariam mantendo relações sexuais desprotegidas e dividindo agulhas com usuários de drogas injetáveis.
Como se vê, as dimensões do problema são absurdamente grandes e não há o menor sinal de que a epidemia esteja sendo controlada no mundo. Por isso, a necessidade urgente de desenvolver uma vacina que proteja a pessoa não infectada contra o vírus HIV, coisa que infelizmente, nesses 20 anos de epidemia, não fomos capazes de fazer.
Muitos acham que a descoberta dessa vacina está cercada de dificuldades tecnológicas enormes que dificilmente serão transpostas a curto prazo. Entre os pesquisadores, há os mais pessimistas que estão certos de que a vacina nunca será obtida e os mais otimistas que acreditam ser possível obtê-la num médio prazo.


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Tire todas as suas dúvidas sobre a vacina contra AIDS

Pesquisadores brasileiros participam do que pode ser a maior descoberta da Ciência
POR LAURA TAVARES - PUBLICADO EM 17/10/2012

O ano de 2012 foi marcado por um grande avanço científico e, desta vez, com colaboração brasileira. Depois de passar 15 anos estudando a aids na Universidade de Miami, o pesquisador norte-americano David Watkins juntamente com uma equipe da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), descobriu uma técnica que pode levar à produção da vacina contra a aids. A novidade foi destaque na edição de 30 de setembro da revista Nature.
Embora as pesquisas ainda estejam engatinhando, a expectativa é grande. Afinal, estimativas mostram que há quase 34 milhões de soropositivos no mundo e a vacina é a maior aposta para erradicação da doença. Para entender melhor o projeto, o Minha Vida aproveitou o Dia Nacional da Vacinação, que acontece em 17 de outubro, e conversou com a chefe do Laboratório de Biologia Molecular de Flavivírus Myrna Bonaldo, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocriz). Confira mais na pagina:

http://on-msn.com/RF78iq

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17/10/2012

HOMOFOBIA.

Policial teria deflagrado vários tiros contra as vítimas
Casal gay sofre atentado Por:
LELO MACENA - REPÓRTER
Integrantes do Movimento Basta de Homofobia se reúnem se com o delegado-geral da Polícia Civil (PC), Paulo Cerqueira. Eles vão cobrar celeridade nas investigações sobre o atentado do qual foram vítimas Carlos Eduardo Ferreira Mendes, conhecido como “Larissa Voguel”, de 19 anos, e o namorado dele, Alisson Rotandaro, 20 anos. Após uma discussão em um posto de combustíveis, na Ponta Grossa, eles foram seguidos por dois homens em uma moto, que dispararam cerca de dez tiros contra o casal. Carlos Eduardo foi atingido na mão, perna e glúteo, mas passa bem. Alisson conseguiu se livrar de um tiro que atingiria sua cabeça.
O autor do disparo seria um policial militar lotado no BPTran e que faz “bico” como segurança do posto onde ocorreu a discussão. Ele foi reconhecido pelas vítimas. O caso está sendo investigado pelo 3º Distrito Policial.

terça-feira, 16 de outubro de 2012




O estresse durante a gravidez também pode acarretar partos prematuros

Um novo estudo com animais mostra que grávidas expostas a situações de estresse constantemente podem ter os benefícios cerebrais ocasionados pela maternidade prejudicados. A pesquisa, conduzida na Universidade Estadual de Ohio, nos Estados Unidos, sugere que o estresse durante a gravidez pode ser responsável por casos de depressão pós-parto.
Durante o estudo, o grupo de cientista submeteram cobaias prenhas a estímulos estressantes. As ratas passavam por situações como confinamento e banhos, situações pra lá de incomodas a esses animais. As mães que recebiam menos estímulos tinham melhores resultados nos chamados benefícios cerebrais da gravidez e se mostravam melhor desempenho em quesitos como aprendizagem, memória e humor.
Estudos anteriores, feitos na própria Universidade, mostraram que a gravidez ocasiona o aumento das espinhas dendríticas nos cérebros das mulheres, o que influencia de forma positiva a função cognitiva.
Além dos ratos estressados não apresentarem o benefício cerebral da gravidez, eles também apresentaram menor interação física com seus bebês logo após o nascimento, o que caracteriza a depressão pós-parto. As mães estressadas tendiam a deixar seus filhotes desprotegidos e alimenta-los com menor frequência que as mães não estressadas.
"A nossa pesquisa mostrou que o estresse deixa as mães mais vulneráveis a comportamentos depressivos", explica Benedetta Leuner, líder do estudo. "O estresse é devastador não somente para a mãe. Além da pesquisa atual, um estudo feito anteriormente havia mostrado que os filhos de mães deprimidas apresentam desenvolvimento cognitivo e social prejudicado", disse. Compreender a depressão pós-parto é importante para elucidar os problemas que essa doença da mãe pode causar no desenvolvimento da prole.

leia mais em:

http://saude.terra.com.br/estresse-durante-a-gravidez-pode-causar-depressao-pos-parto,f136261d36b5a310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html#tarticle

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Conen apresenta programa de auto e mútua ajuda de prevenção a Drogas   

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O Conselho Estadual de Políticas Públicas sobre Drogas (CONEN), apresentará nos dias 04, 05 e 06 de novembro, no auditório da Emater, em parceria com a Secretaria Nacional de Políticas Sobre Drogas (SENAD) do Ministério da Justiça, a Embaixada Americana no Brasil e a Federação do Amor-Exigente, o programa Amor Exigente, que ministra cursos com fins de proteção social, cujo objetivo é prevenir problemas e ajudar quem está vivenciando problemas com dependência química, sejam os dependentes ou os seus familiares. 


A Federação de Amor-Exigente congrega os grupos que atuam na linha do programa e conta com 10 mil voluntários, que realizam, aproximadamente, 120 mil atendimentos mensais por meio de reuniões, cursos e palestras que são realizadas nas mais diversas regiões em que o programa atua. A comunidade de Porto Velho foi uma das 28 cidades selecionadas para a implantação deste programa. Atualmente, existem 564 grupos no Brasil, 3 na Argentina e 12 no Uruguai, além de 352 grupos em fase em fase experimental e 253 Subgrupos de Jovens na Sobriedade. 

Metodologia 

O programa de auto e mútua ajuda leva a pessoa a agir ao invés de só falar. Por meio dos 12 Princípios Básicos e 12 Princípios Éticos, da Espiritualidade Pluralista e da Responsabilidade Social, o AE desencoraja a violência e a agressividade e encoraja a cooperação comunitária e familiar. 

Na prevenção, com um Programa eficaz, o Amor-Exigente atende três níveis de prevenção: primária, secundária e terciária. O enfoque na prevenção primária universal se dá através de uma abordagem educativa em grupos de reflexão, questionamento e posicionamento que, nas partilhas e metas semanais, levam os participantes a atingirem seus objetivos. 

Os Grupos de Apoio do Amor-Exigente sensibilizam as pessoas, levando-as a perceberem a necessidade de mudar o rumo de suas vidas e do mundo, a partir de si mesmas. Nos Cursos de Prevenção com o Programa Amor-Exigente, os participantes, entre eles, pais, avós e professores passam por uma reflexão comportamental e ponderam sobre como suas próprias mudanças podem ajudar na formação de caráter de seus filhos, netos e alunos. No caso dos jovens, esse programa os ajuda a resgatar os valores familiares e aplicá-los como forma de escolha na sociedade consumista e desestruturada onde vivemos.

Senad 

O SENAD é um órgão responsável pelo fortalecimento e ampliação das políticas voltadas para a prevenção do uso de drogas, e para executar sua missão, promove diferentes projetos e atividades que visam a promoção da saúde e qualidade de vida da população. 

No âmbito das ações preventivas, foram selecionadas metodologias de organizações, governamentais e não governamentais, consideradas boas práticas na promoção da melhoria de condições de vida das comunidades. Essas boas práticas estão sendo disseminadas em alguns estados brasileiros, por meio da parceria entre o Governo Federal, Estadual e Municipal. 

Amor Exigente foi uma das organizações selecionadas pela secretaria para atuar com formação. Desestimular a experimentação, o uso ou abuso de tabaco, álcool e outras drogas, assim como lutar contra tudo o que torna os jovens vulneráveis, expostos à violência, ao crime, aos acidentes de transito e à corrupção em todas as suas formas são também propostas do Amor-Exigente.
Fonte:ABEAD(Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas)



terça-feira, 9 de outubro de 2012



Leitor registra usuários de crack no viaduto Engenheiro Orlando Gurgel, na região central de São Paulo. 
É absurdo como a ações do governo e secretaria de segurança publica realizadas com o objetivo de a "acabar com a cracolândia"  só trouxe mais problemas para a cidade de São Paulo, só não vê quem não quer.
Já é ridículo nós termos na cidade de São Paulo um lugar denominado  CRACOLÂNDIA.
Não adianta lutar contra  as drogas ou contra traficantes , o individuo é consequência do meio onde ele está inserido. 
Deveria-se investir em prevenção, ações que os CAPS AD deveriam fazer mas não fazem, são unidades com pessoas despreparadas, onde  funcionários fingem dar o tratamento pacientes fingem ser tratados, não existe nenhum projeto de prevenção, não se ouve falar em politica publica em relção ao uso indevido de drogas e  enquanto isso a pandemia vai se espalhando.
é muita hipocrisia, pouca atitude, e nenhum resultado.

Fernando Cesar.