Psicoterapeuta. - CRT 42.156

Psicoterapeuta. - CRT 42.156
Fernando Cesar Ferroni de Freitas

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Prefeito de Uberaba abre o 1º Seminário da Rede de Atenção Psicossocial

O prefeito Paulo Piau, o secretário de Saúde, Fahim Sawan, e a assessora técnica do Departamento de Articulação de Rede de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde (MS), Leisenir de Oliveira, abriram o 1º Seminário da Rede de Atenção Psicossocial (Raps), na manhã de ontem (8), no anfiteatro do Centro Administrativo. No evento, o diretor de Atenção Psicossocial, Sergio Marçal, entregou ao prefeito o Plano Integrado das Ações do Comitê Gestor do Programa Crack, É Possível Vencer, que terminou de ser elaborado na última sexta-feira (5).
Também participaram do Seminário: o assessor técnico em Direitos Humanos do MS, Daniel Adolpho Daltin Assis, o presidente da OAB regional Uberaba, Vicente Flávio Marcelo Ribeiro, a presidente do Conselho Municipal Antidrogas (Comad), Valéria Guimarães, e a representante do Conselho Regional de Psicologia, Odila Maria Braga.
Durante o evento, o prefeito Paulo Piau mencionou a importância da parceria entre o poder público e as comunidades terapêuticas para oportunizar o tratamento dos dependentes químicos. “Nós também não podemos deixar de participar do Programa Crack, É Possível Vencer, do governo federal. Se fôssemos apenas olhar o dinheiro disponível, não aceitaríamos participar, mas é uma medida muito importante para a nossa comunidade”, ressaltou.
Já o secretário de Saúde, Fahim Sawan, anunciou que, a partir de 1º de janeiro, quando a OS assumirá as UPA’s, será inaugurado o Pronto Atendimento de Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas, na UPA São Benedito. “Nós sabemos que a necessidade de oferecer uma oportunidade a todos que precisam de se recompor na vida é fundamental. O papel da saúde é permitir que as pessoas possam viver um novo caminho e o nosso sonho de oferecer essa segunda chance começa a se concretizar”, observou.
O seminário contou com a palestra de abertura sobre “A Rede de Atenção Psicossocial no SUS em Uberaba: cenário atual, perspectivas e desafios”, mesa sobre intersetorialidade e integração SUS, Suas e Educação na efetivação de direitos e promoção humana e debate, na parte da manhã.
Na parte da tarde, houve mesa-redonda sobre o tema “Políticas intersetoriais de Saúde Mental em Uberaba e a Universalidade da Atenção nos diferentes níveis de complexidade”, mesa-redonda sobre “Internação Compulsória no Brasil: cenário atual, direcionamentos e possibilidades”, com a participação do assessor técnico em Diretor Humanos do Ministério da Saúde, Daniel Adolpho Daltin Assis, oficina de construção do Fluxo de Internações Compulsórias em Uberaba e encerramento do 1º Seminário da Rede de Atenção Psicossocial.

domingo, 30 de novembro de 2014

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Lótus Palestras Orientação e Aconselhamento no Tratamento de Dependência Quimica e Alcoolismo: Residencia Terapêutica na Zona Leste de São Paulo ...

Lótus Palestras Orientação e Aconselhamento no Tratamento de Dependência Quimica e Alcoolismo: Residencia Terapêutica na Zona Leste de São Paulo ...: Núcleo Terapêutico Opção A Residência Terapêutica Opção é uma Clínica Urbana que atua no tratamento de dependência química, alcoolismo e di...

Residencia Terapêutica na Zona Leste de São Paulo reabre as portas.

Núcleo Terapêutico Opção

A Residência Terapêutica Opção é uma Clínica Urbana que atua no tratamento de dependência química, alcoolismo e distúrbios decorrentes.
Neste trabalho, nossos profissionais capacitados oferecem apoio ao paciente, extensivo aos familiares, em um ambiente acolhedor. Contribuindo assim para uma melhor recuperação.
A busca da recuperação é um caminho que precisa ser trabalhado com convicção e seriedade e, por isso, nosso programa de trabalho é completo e bem elaborado visando promover a reabilitação do ser humano. Os pacientes podem escolher em manter o tratamento Ambulatorial ou através da Moradia Assistida.

Situada na zona leste de São Paulo, a residencia reabre as portas com novas propostas para o tratamento da dependência química, alcoolismo e distúrbios mentais decorrentes.
Entre em contato para maiores esclarecimentos

lotustratamentodq@hotmail.com

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Lótus Palestras Orientação e Aconselhamento no Tratamento de Dependência Quimica e Alcoolismo: Música rap ajuda a saúde mental, dizem psiquiatras...

Lótus Palestras Orientação e Aconselhamento no Tratamento de Dependência Quimica e Alcoolismo: Música rap ajuda a saúde mental, dizem psiquiatras...: Ouvir um rapper cantar sobre sentimentos negativos e conseguir identificar-se com as rimas não deprime, é terapêutico e ajuda quem sofre de...

Música rap ajuda a saúde mental, dizem psiquiatras

Ouvir um rapper cantar sobre sentimentos negativos e conseguir identificar-se com as rimas não deprime, é terapêutico e ajuda quem sofre de distúrbios mentais.
Depressão, vícios ou transtornos bipolares. Quem sofre destes distúrbios não consegue expressar bem o que sente, mas pode consegui-lo através da música. A sugestão é de dois investigadores do departamento de psiquiatria da Universidade de Cambridge que descobriram que, através da música rap, conseguem aproximar-se dos doentes, discutir e dialogar sobre a música mas também sobre os sentimentos.
"É difícil fazer contacto com eles mas, por intermédio do hip hop, discutem as coisas, começam por dizer qual o melhor rapper e depois abrem-se realmente ao diálogo”, diz a neurocientista Becky Inkster, que acredita que o hip hopproporciona aos doentes uma sensação de poder e auto-conhecimento. “É o meio ideal para ajudar as pessoas a compreender os seus problemas psicológicos e encontrarem maneiras de lidar com eles”, acrescenta.
Inkster e Akeem Sule, psiquiatra, escolheram clássicos do hip hop que falam de pobreza, marginalização, crime, drogas e doenças mentais e criaram o projecto Hip Hop Psych. A ideia é os doentes ouvirem as músicas e depois criarem a sua própria letra a descrever o que sentem e o que gostariam de estar a fazer no futuro.
“Os artistas de hip hop usam o seu talento não só para descrever o mundo que vêem mas também mostrar maneiras de se libertarem. Normalmente há uma mensagem de esperança nas letras das músicas, seja numa descrição do sítio onde querem estar, do carro que querem ter ou as modelos que querem namorar”, explica Sule.
Os investigadores dizem que “há muito mais no hip hop do que aquilo que o público percebe“ e defendem que o processo de escrita para rap faz com que os doentes consigam expulsar sentimentos negativos e sentir-se melhor.

Primeira webpalestra, da série de três sobre Saúde Mental, reúne mais de 100 participantes da Bahia e de outros estados brasileiros

Em mais uma edição com boa adesão por parte dos profissionais de saúde da Bahia e até de outros estados, como o Pará, a webpalestra, promovida, na tarde desta quarta-feira (12/11) pelo Núcleo Técnico-Científico do Projeto Único Telessaúde Brasil Redes – Bahia (Telessaúde), tratou do tema Abordagem inicial aos usuários de álcool, crack e outras drogas, temática relacionada ao campo da Saúde Mental e foi facilitada por Marlene Miranda e Gerfson Oliveira, ambos integrantes da Aliança de Redução de Danos Fátima Cavalcanti (Fameb/Ufba). O Núcleo de Telessaúde da Bahia registrou 41 pontos conectados e 111 participantes, que fizeram perguntas e geraram um debate rico, sobre o assunto, com os desenvoltos apresentadores.

Ao final da atividade à distância, os participantes não hesitaram em parabenizar a iniciativa e declararam a importância da discussão do tema para o trabalho cotidiano. Um dos depoimentos foi dado por Maria Aparecida Martins, de Ibirapitanga, que afirmou que, no município, irão “aproveitar essa webpalestra, apresentando-a a todas as equipes de Saúde da Família, uma vez que o tema casa com o curso resultante do Projeto Caminhos do Cuidado, que está sendo oferecido aos agentes comunitários que atuam na região”.

A plateia virtual, foi formada, também, por diversos participantes do Programa Mais Médicos que aproveitaram a oportunidade para absorver as informações passadas, possibilitando a qualificação, ainda mais contundente, da atuação na Atenção Básica local, fazendo comparações com a realidade de dependência química nos países de origem e no Brasil, mais especificamente, nos municípios baianos.

Webpalestras | Uma das ofertas do TelessaúdeBA executadas pelo Núcleo Técnico-Científico – lotado na Fundação Estatal Saúde da Família -, as webpalestras são apresentadas por especialistas com temas relativos ao escopo da Atenção Básica, na Bahia, que são demandados pelos próprios profissionais, a partir das teleconsultorias solicitadas e/ou de solicitações por meio dos canais de comunicação do Núcleo, além de por indicadores epidemiológicos fornecidos pela Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab).

O próximo encontro virtual temático, de livre acesso, acontece no dia 19 de novembro, a partir das 14h, e terá como foco a doença que tem alarmado todo o mundo: Ebola. A apresentação online será feita por Juarez Pereira Dias, coordenador da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Divep/ Sesab).

Temas relacionados à Saúde Mental serão discutidos, ainda este ano, em outras duas sessões à distância, com profissionais da Aliança de Redução de Danos, dando continuidade à parceria estabelecida. No dia 2 de dezembro, a partir das 14h, o assunto é Das políticas às práticas de cuidado em atenção ao uso de drogas. Já no dia 17 de dezembro, também às 14h, o objeto da discussão é O trabalho de campo e as articulações em rede de atenção psicossocial para usuários de álcool, crack e outras drogas.

terça-feira, 4 de novembro de 2014


Caminhos do Cuidado: projeto realiza oficina de Redução de Danos

Está acontecendo, desde a terça-feira, 28, a Oficina de Redução de Danos, uma iniciativa voltada para a qualificação dos profissionais que atuam como tutores no projeto ‘Caminhos do Cuidado’. Além deles, participam do encontro profissionais de Saúde que atuam na área da Saúde Mental e estudantes de Psicologia. A oficina tem duração de dois dias e encerra nesta quarta-feira.

De acordo com a coordenadora do ‘Caminhos do Cuidado’ em Sergipe, Beatriz Gomes, a iniciativa visa estimular a discussão ampliada sobre a política da Redução de Danos na perspectiva dos direitos humanos. “É uma oportunidade de aprendizado que desmistifica os conceitos preestabelecidos quanto aos usuários de drogas e demais grupos que, na sociedade, são considerados diferentes”, disse.

Facilitador da oficina, Domiciano Siqueira explica que a Redução de Danos é um conjunto de estratégias que são construídas a partir de um olhar antiproibicionista, no qual se aceita que um indivíduo, mesmo não tendo um estilo de vida semelhante ao do outro, merece respeito. “Visa à construção de um novo olhar sobre os tratamentos, pautado pela cidadania, liberdade e responsabilidade de cada um. É uma política que investe no sujeito como dono do seu corpo e alguém capaz de reunir qualidade o suficiente para recuperar a própria vida”.

O ‘Caminhos do Cuidado’ é uma iniciativa voltada para a qualificação dos agentes comunitários de Saúde (ACS) e auxiliares e técnicos de Enfermagem que atuam na Atenção Básica. Possui enfoque na área de Saúde Mental com ênfase nos problemas relacionados ao uso de crack, álcool e outras drogas, buscando ampliar as possibilidades das práticas de cuidado, acolhimento e escuta desses profissionais nos seus territórios de atuação.

“Esses profissionais, sobretudo os ACS, estão em contato direto com a população, indo até o local onde estão e acessando os usuários de drogas nos respectivos territórios. Nesse sentindo, é fundamental fazer o reforço junto aos tutores, os profissionais que estão qualificando os agentes e auxiliares para que assumam essa estratégia da Redução de Danos”, disse o coordenador Estadual da Redução de Danos e tutor do projeto, Augusto Oliveira.

Estudante do 8º período de Psicologia, Maria José Barreto está aproveitando a oportunidade de participar da discussão. “O conteúdo é enriquecedor e está possibilitando mais conhecimento sobre a política da Redução de Danos”.

Caminhos do Cuidado em Sergipe

Em Sergipe, serão qualificados um total de 4574 profissionais dos 75 municípios sergipanos. Atualmente, 80% dessa meta já foram concluídos. Do total de turmas previstas, 88 foram concluídas, 17 estão em andamento e novas 20 iniciarão até o mês de dezembro.

Cantagalo, RJ, promove treinamento em saúde mental e drogas
Objetivo é capacitar os agentes de saúde a lidarem com esses dependentes.
Curso teve início nesta semana e termina em dezembro.

O treinamento vai acontecer até dezembro (Foto:
Divulgação/Ascom PMC/Gilmar Marques)

Os 51 agentes comunitários de saúde e nove auxiliares de enfermagem de Cantagalo, na Região Serrana do Rio, estão passando por um treinamento com ênfase em álcool, crack e outros tipos de drogas. O objetivo é que esses profissionais saibam identificar e lidar com esses dependentes, que também vão ganhar uma unidade específica para tratamento na cidade. A capacitação, que é feita pela Secretaria de Saúde, faz parte do Projeto 'Caminhos do Cuidado', lançado em novembro de 2013 pelo Ministério da Saúde, dirigido à formação de agentes comunitários, auxiliares e técnicos de saúde. O curso teve início nesta semana e termina em dezembro.

Ao longo desse período, os profissionais de saúde passarão por 60 horas de treinamento, das quais 40 presenciais e 20 na modalidade dispersão. A partir da capacitação, os agentes de saúde, que são profissionais de atenção básica de saúde, terão condição de trabalhar com saúde mental a partir de estratégias definidas e com mais resultados. De acordo com a coordenadora de Atenção Básica no município, Lilia Erthal, esses profissionais poderão atuar como agentes de mudanças no cuidado em saúde mental e uso prejudicial de drogas, reconhecendo as situações problemáticas do dia a dia e realizando o acolhimento necessário para esses usuários, com articulação e mobilização de uma rede de apoio social e comunitária.

Os pacientes acolhidos são encaminhados ao Centro de Atenção Psicossocial (Caps), na Travessa Hacib Mansur (final da Rua Honório Pacheco, antiga Rua do Rosário) onde recebem acompanhamento médico e o tratamento necessário para a recuperação. Mas, em breve, conforme informou o prefeito Saulo Gouvea, o município também contará com uma unidade específica a atender esse tipo de paciente.

“Estamos em fase de implantação do Caps/AD, que é especializado em tratamento de dependentes de álcool e outras drogas, o que justifica ainda mais o treinamento desses profissionais que estão na ponta, que têm o contato direto com a comunidade onde atuam, sendo os olhos do serviço público de saúde”, disse o prefeito.

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Delegação de Honduras visita S.Bernardo para conhecer rede de saúde mental



Ações desenvolvidas na cidade são elogiadas pelos representantes hondurenhos, que desejam iniciar projeto piloto no ano que vem com base em experiências de São Bernardo


Delegação formada por quatro representantes da rede de saúde pública do governo de Honduras, país localizado na América Central, esteve em São Bernardo do Campo nesta quarta-feira (6) para conhecer os trabalhos de ressocialização desenvolvidos pela rede de saúde mental do município. A visita faz parte de agenda programada pela coordenadora de Saúde Mental, Álcool e outras Drogas do Ministério da Saúde Cinthia Lociks .


O interesse dos visitantes hondurenhos foi observar como funcionam os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), pegar como exemplo o modelo de espaço comunitário desenvolvido com os usuários e reestruturar os serviços prestados pelo governo de Honduras. O modelo de tratamento adotado pela rede de saúde mental naquele país ainda trabalha com internações em hospitais psiquiátricos, ou seja, fora das diretrizes da Reforma Psiquiátrica brasileira, que determina o fim das internações.


Durante a visita, o grupo conheceu os trabalhos realizados no Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) III Alvarenga e pelo Consultório de Rua (Programa de Redução de Danos). Além de visitar uma residência e uma república terapêutica, a delegação foi à Represa Billings, onde acontece o projeto "Remando para a Vida", que atende adolescentes do recém-inaugurado CAPS Álcool e Drogas Infanto-juvenil (ADI) Assunção.


"Tínhamos uma ideia muito vaga sobre os trabalhos feitos em São Bernardo, e ficamos realmente impressionados com o que vimos. Se nossas políticas sociais permitirem, colocaremos em prática um plano piloto até o começo do próximo ano", comentou Mario Aguiar, chefe do hospital público Mario Mendonça, em Honduras.


Especialista em políticas públicas e gestão governamental do Ministério da Saúde há mais de dez anos, Cinthia Lociks comentou que hoje o Brasil tem reconhecimento internacional por trabalhar constantemente para melhorar o seu modelo de tratamento público na rede de saúde mental. E que São Bernardo representa essa experiência pioneira e inovadora, que serve como inspiração não só para os outros municípios brasileiros - como já vem acontecendo -, mas também para outros países. "Essa cooperação, seja entre cidades ou países, é importante para que possamos compartilhar experiências exitosas, como a de São Bernardo, referente aos trabalhamos feitos na rede de saúde mental", avaliou a especialista.


Informações à Imprensa
Secretaria de Comunicação - Divisão de Jornalismo
Telefone: 4348-1043
Vladimir Ribeiro


quinta-feira, 10 de julho de 2014

l Encontro Estadual Abrasme SP Assoc. Bras. de Saude Mental

18 de Julho (sexta-feira) 15h às 19h
CRP-SP – Rua Arruda Alvim, 89
(próximo ao Metro Clinicas)

FAÇA SUA INSCRIÇÃO – https://docs.google.com/forms/d/1B5rkwxSWwD4g90N8FX7-haEgyY_5pYICuY7n5Q7vSZM/viewform

15h
Abertura: Boas vindas e Apresentação da ABRASME
Paulo Amarante (Vídeo)

15h30
Mesa: Os desafios da Saúde Mental no Estado de São Paulo
Rosana Onocko
Antonio Lancetti
Silvio Yasui

17h
Eleição Comissão Estadual
Formação grupos de trabalho temáticos

Apoio: CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA – SP











































terça-feira, 17 de junho de 2014

Simpósio de atualização na FMRP aborda saúde mental infantil e uso de drogas

Dia 6 de setembro, acontece o quarto Simpósio de Atualização em Saúde Mental e Psiquiatria da Infância e Adolescência do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (HCFMRP) da USP.

O evento é organizado pelo Programa de Ações Integradas para Prevenção e Atenção ao Uso de Álcool e Drogas na Comunidade (PAI-PAD) que trabalha com os transtornos psiquiátricos em crianças e adolescentes, provocados pelo abuso de álcool e drogas.

Esta edição terá como conferencista principal a especialista Diane Black, presidente da European Fetal Alcohol Spectrum Disorders Alliance (EUFASD), organização europeia que congrega sociedades de vários países, devotadas à prevenção dos Transtornos do Espectro Alcoólico Fetal e da Síndrome Fetal do Álcool.

O evento acontece a partir das 8h30, no Espaço de Eventos, Bloco Didático da FMRP, campus da USP em Ribeirão Preto.

Para se inscrever, os interessados devem pagar taxa entre R$100,00 e R$200,00 e preencher ficha no site do evento. Estão isentos da taxa de inscrição os estudantes do Departamento de Neurociências e Ciências do Comportamento da FMRP.

- See more at: http://www.eventos.usp.br/?events=simposio-de-atualizacao-na-fmrp-aborda-saude-mental-infantil-e-uso-de-drogas#sthash.UeUcGU78.dpuf

http://www.eventos.usp.br/?events=simposio-de-atualizacao-na-fmrp-aborda-saude-mental-infantil-e-uso-de-drogas

sexta-feira, 30 de maio de 2014

PRÊMIO

A arte como estímulo à capacidade criadora do ser humano.

O prêmio chega em 2014 a sua sétima edição homenageando Arthur Bispo do Rosário.

O sergipano Arthur Bispo do Rosário (1911-1989) foi internado no dia 25 de janeiro de 1939 na Colônia Juliano Moreira, em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro. Viveu cinco décadas trancafiado. Negro, solteiro, de naturalidade desconhecida, sem parentes, sem profissão, alfabetizado e com antecedentes policiais, foi diagnosticado com esquizofrenia paranóide. 
Na Colônia produzia mantos e estandartes, bordados e miniaturas recobertos por fio azul, que obtinha desfiando o uniforme usado pelos internos. No início dos anos 60, morou isolado no sótão e desenvolveu grande parte de sua produção. Durante os 25 anos ininterruptos que passou sem sair do manicômio, produziu 804 obras. É considerado um artista de vanguarda, criador de objetos tridimensionais e precursor do que viria se chamar instalação. Suas obras já foram expostas em grandes museus do Brasil e do mundo.*

*Esse texto foi baseado na reportagem de Hebert Carvalho - “Nos limites do poder criativo”, da revista Problemas Brasileiros, nov/dez 2011.

O Prêmio visa homenagear esse artista, que, mesmo em condições adversas, tornou-se referência para o mundo das artes.

As inscrições para o VIl Prêmio Arthur Bispo do Rosário são gratuitas e serão realizadas pela internet, das 18h00 do dia 28/02/2014 às 18h00 do dia 13/06/2014, neste site.

http://www.crpsp.org.br/premio/oficinas.aspx

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Educação Permanente em Saúde: ações para o fortalecimento da Rede de Atenção Psicossocial

A Política Nacional de Saúde Mental, apoiada na Lei 10.216/01, conhecida como a Lei da Reforma Psiquiátrica, busca consolidar um modelo de atenção à Saúde Mental aberto e de base comunitária, que possibilite a livre circulação das pessoas com transtornos mentais pelos serviços, comunidade e cidade, e ofereça cuidados com base nos recursos que a comunidade oferece, contando, para tal, com uma rede de serviços e equipamentos variados.

A garantia do acesso, da qualidade dos serviços, da integralidade do cuidado centrado nas necessidades dos sujeitos e a promoção da equidade a partir dos determinantes sociais da saúde são desafios à efetivação da Reforma Psiquiátrica. Somente uma organização em Rede, e não apenas um serviço ou equipamento, é capaz de fazer face à complexidade das demandas de inclusão de pessoas secularmente estigmatizadas, em um país de acentuadas desigualdades sociais. É a articulação em rede de diversos equipamentos da cidade, e não apenas de equipamentos de saúde, que pode garantir resolutividade, promoção da autonomia e da cidadania das pessoas com transtornos mentais.

A Rede de Atenção Psicossocial estabelece os pontos para o atendimento às pessoas com sofrimento mental, sendo composta por serviços e equipamentos variados, tais como os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), os Centros de Convivência e Cooperativa (CECCOS), os Serviços Residenciais Terapêuticos (SRT), as Unidades de Acolhimento (UAs) e os leitos de atenção integral em Hospitais Gerais e CAPS. Como estratégias para a reabilitação se inserem os programas voltados à Geração de Trabalho e Renda, tais como os Empreendimentos Econômicos Solidários e a formação de Cooperativas Sociais.

Considerando o dinamismo dos territórios e a necessidade de qualificar o cuidado com o sofrimento mental, cabe ressaltar que as demandas da saúde mental são presença constante nas queixas que chegam à Atenção Básica, cabendo aos profissionais o desafio de perceber e intervir sobre estas questões, tornando imperiosa a necessidade de levá-los a aprimorar competências de cuidado em saúde mental em sua prática diária.

Assim, tanto quanto a articulação de serviços em rede e o estabelecimento de ações intersetoriais, a formação de recursos humanos capazes de superar o paradigma da tutela do louco e da loucura é outro grande desafio para o processo de consolidação da Reforma Psiquiátrica.

O Sistema Único de Saúde tem a responsabilidade institucional pela ordenação da formação profissional na área da saúde, adotando a Política de Educação Permanente em Saúde como estratégia para garantir a aprendizagem significativa e a transformação das práticas profissionais e da própria organização do trabalho, tomando como referência as necessidades de saúde das pessoas e das populações as para as ações de desenvolvimento profissional.

Neste sentido o presente projeto, ousado e desafiador, será construído por todos trabalhadores, gestores das unidades das Redes Básica, de Atenção Psicossocial, de Urgência e Emergência, Hospitalar e Serviço de Atendimento Móvel de Urgência – SAMU e conselheiros municipais com vistas ao fortalecimento da Rede de Atenção Psicossocial.
Conselho Municipal de Saúde
Quem são os usuários?

Desde 1988, quando se votou a nova Constituição, tem-se criado uma enorme polêmica sobre quem é usuário do SUS. Essa confusão só atende a um propósito: diminuir as vagas e a representação dos usuários autênticos nesses importantes órgãos da saúde.

No novo formato do Conselho Municipal de Saúde de São Paulo tem-se a preocupação em garantir os espaços dos usuários puros, qual seja de representantes de entidades e movimentos ligados à sociedade civil, defensores dos interesses comunitários, em particular os da saúde da população ou de segmentos específicos como portadores de patologias e de deficiências.

Enquadram-se no conceito de usuários os movimentos populares e comunitários (Associação de Moradores, Clubes de Mães, movimentos de saúde, pastorais ou trabalhos voluntários de comunidades religiosas e entidades equivalentes, todos ligados a uma região, bairro ou distrito), os movimentos sociais, organizados ao nível regional ou municipal, congregando pessoas em entidades que defendam grupos específicos (gêneros) da sociedade (afro-brasileiros, minorias étnicas, mulheres, terceira idade, entidades de defesa da criança e do adolescente, índios, minorias sexuais, ambientalistas e congêneres), os portadores de patologias, qual seja pessoas organizadas em entidades de portadores de patologias crônicas e os portadores de deficiências, congregados em entidades de portadores de deficiências (físicas, mentais e sensoriais).

Como garantir a participação dos usuários?

Dada a importância do Conselho na administração e planejamento dos recursos e da política municipal de saúde, bem como seu papel fiscalizador do Fundo Municipal de Saúde, há, sempre, uma forte pressão política para se controlar o Conselho. Ora são Prefeitos e Secretários de Saúde tentando manipular o Conselho e seus membros. Ora são forças políticas e partidárias tentando dominá-lo para impor-lhe sua visão de saúde. Quando não as duas coisas ao mesmo tempo. Isso, porém, revela um lado positivo. Se o Conselho não fosse importante não estariam tantas forças lutando para controlá-lo.

A única forma de garantir a efetiva participação do usuário é através da mobilização das entidades representativas da sociedade civil organizada. As entidades organizadas em seus segmentos têm o poder e a capacidade de mobilizarem a sociedade em defesa do SUS e da saúde pública, propondo caminhos e soluções, qualificando-se para elegerem seus representantes tanto no Conselho, como na Plenária, bem como os delegados para a Conferência de Saúde.

FALE CONOSCO

Envie críticas, dúvidas e/ou sugestões.

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Defensoria Pública do Estado do Amazonas
I Fórum Jurídico de Saúde Mental acontece nos dias 22 e 23 de maio

A Escola Superior de Magistratura do Estado do Amazonas (ESMAM), em parceria com a participação Escola Superior da Defensoria Pública do Estado do Amazonas (Esudpam), irá promover nos dias 22 e 23 de maio, o I Fórum Jurídico de Saúde Mental. O evento será realizado no auditório do Tribunal de Justiça do Amazonas, localizado a Avenida André Araújo, s/n, Aleixo.
O fórum visa fortalecer as ações entre os poderes judiciário, legislativo e executivo, para discutir a disposição das Leis 11.343/2006 e 10.216/01. Terá como público alvo os Magistrados, Advogados, Promotores de Justiça, Defensores Públicos e serventuários da Justiça, além de profissionais das organizações públicas estaduais e municipais da área da saúde, assistência social, psiquiatria, psicologia, justiça e direitos humanos, segurança, educação, empresas do setor privado e organizações não governamentais e universidades.

Seminário de Saúde Mental é sucesso em Paraíso

Com os assentos do Teatro Municipal Sebastião Furlan praticamente lotados, o VI Seminário de Saúde Mental de São Sebastião do Paraíso, ocorrido na quinta-feira, 15 de maio, foi considerado um sucesso. O alto nível dos palestrantes juntamente com os temas abordados foi o grande diferencial deste evento.

O seminário foi aberto pela secretária municipal de Saúde e Ação Social, Dulcinéa de Freitas Barroso, que ressaltou a importância da comemoração do Dia da Luta Antimanicomial (18 de maio), tendo em vista que essa data foi criada devido à necessidade da humanização do atendimento dos portadores de doença mental. “Antigamente os pacientes com transtornos mentais eram marginalizados pela sociedade, internados em hospitais psiquiátricos e tratados com terapia quase que exclusivamente medicamentosa. Com a luta antimanicomial foram criados o Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), que contam com uma equipe multidisciplinar, composta por psiquiatra, psicólogo, terapeuta ocupacional, assistente social, enfermeiro, técnico de enfermagem e educador físico. O CAPS tem a função de evitar a internação do paciente, trabalhar a socialização do usuário, incentivar a vida e principalmente nos momentos de crises e recaídas, mostrar ao paciente que existem novas maneiras de caminhar na vida”, afirmou a secretária. Ao final do discurso, Dulcinéa parabenizou a todos os trabalhadores da equipe de Saúde Mental pelo carinho, atenção e respeito que tratam a todos os pacientes do CAPS e pela excelente organização do evento.

Em seguida houve apresentação musical com o Grupo Roda das Emoções, que agitou os presentes com canções em homenagem a Copa do Mundo. Após a apresentação artística, a psicóloga do CAPS Vitória Daiane Arantes de Oliveira palestrou sobre “Ideação suicida: fatores de risco e prevenção”. Os trabalhos da manhã foram encerrados com a palestra do médico psiquiatra Eduardo Villar Fonseca sobre “Drogas: uma “viagem” na história e cultura da humanidade”.

Já no período da tarde, houve alteração na ordem das palestras e o médico psiquiatra Marcelino Henrique de Melo, iniciou as atividades abordando o tema “Transtorno bipolar: diagnóstico e manejo”. Após a palestra, um usuário do CAPS Vitória deu um testemunho da melhora que obteve após frequentar o CAPS e emocionado agradeceu a todos da equipe. Em seguida, Jorge Cândido Assis, portador de esquizofrenia há 29 anos e pesquisador do Departamento de Psiquiatria da Universidade Federal de São Paulo, abordou sobre o tema “Esquizofrenia e possibilidades de superação”. Por último, o usuário do Centro de Atenção Psicossocial II (CAPS Paraíso) Wallacy Francisco da Silva, fez um relato de experiência sobre “Sentimento e Liberdade”.

Esse foi o sexto ano que o seminário foi realizado em Paraíso e felizmente o número de participantes é crescente. De acordo com pesquisas, 3% da população geral sofre transtornos mentais severos persistentes, ou seja, 5,7 milhões de pessoas, sendo que outras 12 milhões apresentam transtornos mentais graves decorrentes do uso de álcool e outras drogas e 12% da população (23 milhões de pessoas) necessitam de algum atendimento em saúde metal, seja contínuo ou eventual. Para a secretária de Saúde, eventos assim nos remeteM a pensar no caminho das discussões políticas, sociais, culturais e principalmente de saúde das pessoas que sofrem de transtornos metais e daquelas dependentes do uso de álcool e outras drogas.

Fonte: Assessoria de Comunicação / Prefeitura de São Sebastião do Paraíso - MG

São Bernardo do Campo referencia em tratamento.

A rede de Saúde Mental de São Bernardo do Campo recebeu, nesta terça-feira (20), a visita da assessora técnica da Coordenadoria Geral de Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas do Ministério da Saúde, Patrícia Amaral, e a representante da Coordenadoria Especial de Política sobre Drogas da Prefeitura de Fortaleza, Juliana Sena.
As visitantes conheceram os serviços do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) Centro e a base do Consultório na Rua, equipe volante que faz abordagens a usuários de drogas e que funciona no mesmo local, além das Repúblicas Terapêuticas de Adultos e Infanto-juvenil, casas de acolhimento transitório para pessoas com dependência química. As profissionais tiraram dúvidas sobre o funcionamento dos serviços e sobre a política de descentralização e territorialização da rede de Saúde.
Juliana destacou a oportunidade de adquirir conhecimentos e de ver o funcionamento da Saúde Mental em São Bernardo do Campo. "Viemos buscar modelos e referências, saber como tudo funciona, pois Fortaleza está começando a aprimorar os seus serviços de Saúde Mental. É uma valiosa oportunidade de aprendizado", destacou.
Já a assessora técnica da Coordenadoria do Ministério da Saúde se mostrou satisfeita com o que viu, ressaltando o empenho da Secretaria de Saúde do município. "É gratificante ver um modelo que funciona, exatamente baseado na política da reforma psiquiátrica. Isso mostra que São Bernardo é um exemplo a ser seguido."




Uma importante questão abordada durante a reunião foi a inexistência de cidadãos do município internados no Hospital Psiquiátrico Lacan, graças ao trabalho desenvolvido desde 2008, com o surgimento da rede de Saúde Mental no município. As visitantes tiveram a oportunidade de conhecer ainda a Associação Mente Ativa (AMAT), fundada e dirigida por usuários dos serviços de saúde mental da cidade. Sonia Rosa, presidente da associação, falou sobre a sua experiência de internação no Lacan e também sobre as mudanças positivas após começar a frequentar o CAPS.

sexta-feira, 16 de maio de 2014


Prefeitura instala cercadinho na Cracolândia para tirar usuários
Grades de metal foram instaladas na tarde de terça-feira (13). 
Caminhão com jatos de água passaram fazendo a limpeza das vias.


A Prefeitura de São Paulo instalou, na tarde desta terça-feira (13), um cercado de metal em uma praça na esquina da Alameda Cleveland com a Rua Helvetia, na região conhecida como Cracolândia. A medida tenta tirar os usuários de drogas do meio das vias. Após a saída dos usuários, um caminhão passou para limpar a rua com jatos de água.
O prefeito Fernando Haddad afirmou nesta quarta (14) que a medida foi tomada após reclamações de moradores da região. “Pediram para organizar o espaço e não para cercear a liberdade de ninguém. Muito pelo contrário, é para ampliar a liberdade das pessoas que querem transitar pela região.”De acordo com a Prefeitura, a expectativa é que os usuários de drogas fiquem na parte interna do gradil, liberando as ruas que ficavam interditadas pelos dependentes que se concentravam no meio da via.
Cerca de 50 agentes da Guarda Civil Metropolitana (GCM) participaram da ação. “Vamos estar presentes com o contingente que for necessário para dar o recado de que aqui é um lugar público e que não vamos deixar eles [traficantes] retomarem a região”, disse. “Nós vamos assegurar o direito de todos. Se a pessoa está doente, ela tem o seu direito. O morador, o lojista, o pedestre e o motorista também têm.”
"Braços abertos"
A administração municipal realiza um programa de reinserção social na região desde janeiro deste ano. A "Operação Braços Abertos" oferece trabalho aos dependentes químicos que vivem nas ruas.
Em março, a Prefeitura começou uma nova fase do programa com o fechamento de três bares na região. O prefeito Fernando Haddad (PT) anunciou na ocasião que iria iniciar uma nova etapa, chamada de "incômodo ao fluxo", para impedir que usuários consumam drogas em via pública.
O programa Braços Abertos busca dar oportunidade de moradia, atendimento de saúde e assistência social a dependentes de crack, por meio da oferta de vagas em hotéis da região da Cracolândia.