Psicoterapeuta. - CRT 42.156

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Fernando Cesar Ferroni de Freitas

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Ministério da Saúde lança em Curitiba curso de atendimento a usuários de drogas

Pois bem...., tem-se falado muito em políticas publicas de atenção aos usuários de drogas como uma questão de saúde pública, e não de segurança publica, tentando tirar do usuário estigmas que só faz diminuir cada vez mais quem luta pela sobriedade, e para oportunistas justificativa para cometer delitos...isso precisa ser criteriosamente observado. 
É preciso deixar claro que é uma necessidade do individuo fazer uso de substancia química , seja qual for.
Você que esta lendo agora deve conhecer alguém te toma um Rivotril para dormir, um amigo que antes de ir para casa após o trabalho, passa no bar para ver os "amigos" e chega em casa embriagado, e como tudo isso afeta toda sociedade,.
Vivemos num pais onde a nossa cultura e a favor do uso, você já imaginou aquela feijoada de sábado, sem a tradicional "caipirinha". O esporte no Brasil é patrocinado pelas marcas de cerveja, vendendo uma ilusão de que depois daquela, uma musa qualquer , aparecerá .....ah....que absurdo!!!!
Quero dizer; a substancia que se usa não importa, vivemos um momento em que a saúde mental esta no Flash, a necessidade de usar algo que alivie o desconforto que todo ser humano tem, o vazio existencial é mais do que nunca observado de varias ópticas, e de como esse ciclo autodestrutivo e a  inversão de valores é clara e evidente, e deve ser analisada minuciosamente.
A deputada Erika Kokay (PT-DF),Ela destaca que “a concepção de uma política nacional de enfrentamento ao uso de drogas requer iniciativas terapêuticas, arranjos institucionais psicossociais integrais, singulares, intersubjetivos e "não-manicomiais"
É o momento em que o Estado deve prover a atenção à saúde mental, a doença do seculo XXI, é as psicopatologias, que vai alem do uso de álcool e outras drogas, e psicopatologias associadas ao uso de sustâncias químicas, como por exemplo, transtornos de depressão, ansiedade, hiperatividade, bipolaridade, "na verdade caiu no modismo".
O que é absurdo , hoje em dia é "normal", o pai bebe, a mãe se droga com psicotrópicos , e o filho fuma um baseado.
O projeto do Ministério da Saúde "Caminhos do Cuidado", que irá formar agentes comunitárias, técnicas e auxiliares de enfermagem para prestarem atendimentos também voltados ao uso de crack, álcool e outras drogas, foi lançado nesta quarta-feira (24), na Associação Médica do Paraná.
É hora dos outros estados seguirem esses exemplos.
São ações caríssimas, uma demanda enorme, onde é preciso muito preparo psicológico, principalmente para quem faz este trabalho, porque os índices de recuperação oscilação, e muitas vezes nos deparamos com situações que nos da a impressão de que " não está valendo a pena". O que não é verdade, por isso profissionais tem que ser muito bem preparados para lidar com a "ambivalência" e a co-dependência.

Fernando Cesar.

Ministério da Saúde lança em Curitiba curso de atendimento a usuários de drogas
23/10/13

O projeto do Ministério da Saúde Caminhos do Cuidado, que irá formar agentes comunitárias, técnicas e auxiliares de enfermagem para prestarem atendimentos também voltados ao uso de crack, álcool e outras drogas, foi lançado nesta quarta-feira (24), na Associação Médica do Paraná.

O projeto está inserido no plano integrado “Crack, é Possível Vencer” do Ministério da Saúde e tem parceria com as instituições de ensino Fiocruz, do Rio Janeiro e Grupo Hospitalar Conceição, do Rio Grande do Sul, com as secretarias estaduais de saúde.

“Este projeto de qualificação dos profissionais de Atenção Básica é um marco que rompe o isolamento da saúde mental com os outros serviços, através da ideia de que são necessários locais altamente especializados para realizar o atendimento em saúde mental”, ressaltou Marcelo Kimati, diretor do Centro de Saúde Mental da Secretaria Municipal da Saúde. Em Curitiba, 40 agentes comunitários irão participar das primeiras turmas do curso.

O curso terá duração de 60 horas, sendo 40 horas presenciais e 20 horas de observação de campo. Ele pretende oferecer um conjunto de estratégias e conhecimentos em saúde mental, que possibilitem acolher e cuidar do usuário de álcool e drogas de forma integral. A base do curso é a política do Ministério da Saúde de Atenção Integral e o cuidado com as pessoas que fazem o uso prejudicial de drogas, norteados pela redução de danos aos usuários.

“Os agentes comunitários e técnicos são fundamentais neste trabalho porque fazem parte do cotidiano das pessoas, conhecem o contexto em que cada usuário do Sistema Único de Saúde vivem e isso é fundamental no trabalho de resgate dos usuários de álcool e drogas”, contou Alexandre Trino, coordenador nacional de Saúde Mental do Ministério da Saúde.
Grupo de trabalho de saúde mental discute políticas de atenção a usuários de drogas

O grupo de trabalho de saúde mental da Comissão de Seguridade Social e Família promove  audiência pública para discutir as políticas de atenção aos usuários de drogas como uma questão de saúde pública.

A coordenadora do grupo, deputada Erika Kokay (PT-DF), solicitou a realização do debate. Ela destaca que “a concepção de uma política nacional de enfrentamento ao uso de drogas requer iniciativas terapêuticas e arranjos institucionais psicossociais integrais, singulares, intersubjetivos e não-manicomiais”.

Para a deputada, a discussão sobre o tema tem de ser feita da forma mais ampla e democrática possível, levando-se em conta que o Estado deve prover a atenção à saúde pressupondo sempre a cidadania e a promoção da vida em sociedade.

Convidados
Participarão do debate:
a defensora pública do Estado de São Paulo Daniela Skromovi de Albuquerque;
o coordenador de Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas do Ministério da Saúde, Roberto Tykanori; e
a representante da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República Eliana Addad.

A audiência foi realizada no Plenário 7.
A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara Notícias'

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Opinião pessoal sobre os convênios com as Comunidades Terapêuticas que foram desfeitos Pelo prefeito de S.P.

A meu ver, desfazer os convênios com as Comunidades Terapêuticas é uma ação que diminuiu o índice de recuperação, tendo em vista que muitos usuários encontram "recuperação" e consequentemente , a partir dai retomam suas vidas passam desenvolver novas estratégias para ter uma vida com qualidade, que antes não tinham.
Vejo que as unidades de saúde mental AD, ( Cap's AD)que trabalham com o modelo de "Redução de Danos", como tudo na vida tem resultados satisfatórios , e as vezes não, é uma variável intensa e constante, afinal, são pessoas diferentes, com histórias diferentes, uso de substancias diferentes , em frequência de uso diferentes, "O que leva o individuo ao uso"? São questão múltiplas, que dependem de uma estrutura multidisciplinar, olhar terapêutico, clinico, psicológico,, psiquiátrico.....é uma serie de fatores, e parece ser tratado como se fosse uma receita de bolo:
"Vai lá e faz isso que vai dar certo".
Os convênios não contemplam alguns usuários, que pode encontrar na Redução de Danos a solução para o seu problema, assim como quem não consegue dentro da Redução de Danos obter um bom resultado no que diz respeito a manter -se abstinente, dependente de uma Comunidade Terapêutica para atingir a abstinência, retomar o senso critico, e poder voltar a sociedade e tomar suas próprias decisões,.
O que eu não entendo é ....que critérios são usados para se tomar determinadas ações na vida de pessoas que estão completamente comprometidas psicologicamente e cognitivamente.
Falta ao meu ver conhecimento sobre o assunto, e de como tratar essa questão.
Entre a dependência química fisiológica e a psicológica a uma fronteira muito estreita, que precisa ser analisada com muita cautela, pois pessoas diferentes , tem valores diferentes, quem não se adapta a um modelo de tratamento, pode se adaptar a outro, precisamos apresentar outros modelos , como a prevenção a recaída, que é um fato constante e complexo, "o desejo por usar a droga", o comprometimento com o tratamento, a família, a sociedade de forma geral, e principalmente consigo mesmo.
Não podemos limitar e sim desenvolver mais estratégias de tratamento, e não desfazer os convênios que o kassab fez e o Haddad agora desfaz porque venceu o contrato que era de um ano, em um ano quantos conseguiram se recuperar, quantos estão na ambivalência, e quantos iniciaram o uso,e podem ir para o abuso e chegar a dependencia... se não colocar em pratica os modelos de prevenção universal, seletiva,ou dirigida, respeitando os estágios motivacionais de cada usuário, e criar nova estrategias de abordagem, penso eu que isso é como se diz popularmente, " chover no molhado".


Fernando Cesar.

Prefeitura de SP reduz vagas para internação

Prefeitura de SP reduz vagas para internação de dependentes químicos.

GIBA BERGAMIN JR.DE SÃO PAULO

A gestão Fernando Haddad (PT) encerrou contratos com três comunidades terapêuticas --clínicas para tratar dependentes químicos--, fechando ao menos cem leitos de internação.

Assinados na administração anterior, de Gilberto Kassab (PSD), os convênios venceram e não foram renovados.]

Com essa medida, a Prefeitura de São Paulo vai priorizar um modelo de atendimento que reduz internações prolongadas e mantém usuários de drogas nas chamadas unidades de acolhimento, onde é permitido que eles passem por tratamento sem ficarem isolados.

As vagas de internação fechadas, diz o município, foram "reabertas" nesses locais.

Em vez de isolamento por um período de três a seis meses, como nas comunidades terapêuticas, os usuários de drogas ficam em casas da prefeitura, com a possibilidade de sair para trabalhar ou estudar e, depois, voltar para dormir.
Apu Gomes/Folhapress 
Usuários de drogas em centro terapêutico de Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo.

A administração municipal chama essa política de "redução de danos".
A coordenadora de Saúde Mental da prefeitura, Myres Cavalcanti, afirma que a internação prolongada de dependentes não é ideal.
Ela diz que os leitos fechados já foram repostos em novas casas de acolhimento --seis delas foram abertas neste ano, aumentando o total de unidades para 16.

PROGRAMA ESTADUAL

Mais uma tentativa de reduzir o número de viciados em crack, o novo modelo se confronta com o programa do governo paulista, iniciado em janeiro deste ano, que prevê internação involuntária --contra a vontade do dependente-- em hospitais e clínicas da rede estadual.

Representantes das comunidades dizem que a mudança põe em risco o tratamento iniciado com dependentes químicos graves.

"As famílias estão desesperadas. Tenho experiência em dependência química e não acredito em redução de danos", disse uma funcionária da Comunidade Sagrada Família, em Cotia (Grande São Paulo), que pediu para não ser identificada.
"Nesse método, a pessoa costuma usar [droga] controladamente para tentar chegar ao ponto de abstinência."

A prefeitura nega que permitirá o uso controlado.

Além da Sagrada Família, cujo contrato foi encerrado em 15 de agosto, as comunidades Estância Verão, em Cajamar (Grande São Paulo), e Padre Haroldo, em Campinas (100 km de SP), também não tiveram os acordos renovados.
Os convênios firmados com outras três entidades vencem neste ano. A prefeitura ainda estuda se haverá ou não a renovação.
Gestor de convênios da Estância Verão, o psicólogo Edson Terra Tomazi disse que o município vai precisar ampliar os leitos das unidades de acolhimento.

"Do ponto de vista técnico, não acho que a prefeitura esteja errada. O que não pode é fechar leitos sem abrir outros para dar continuidade. E não é possível dizer que isto esteja acontecendo."

Usuário de crack desde os 26 anos, A., 49, desempregado, teria o tratamento interrompido numa das clínicas cujo convênio acabou. Ele se recusou a sair e pediu à direção que o mantivesse. Conseguiu.
Morador do Itaim Paulista (zona leste), A. está há cinco meses internado. "O pessoal da prefeitura queria me levar para essa unidade de acolhimento. Eu iria voltar a usar [droga], certamente. Ninguém passa o dia na rua sem usar. A recaída é muito mais fácil."

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Relatório Mundial sobre Drogas 2013

No Relatório Mundial sobre Drogas de 2013, o UNODC destaca a estabilidade no uso de drogas tradicionais, como heroína e cocaína, e o crescimento do mercado de novas substâncias psicoativas (NSP). Comercializadas como "drogas lícitas" ou "designer drugs", as NSP estão se proliferando num ritmo sem precedentes, criando desafios inesperados na área de saúde pública. O abuso de medicamentos de prescrição também cresceu mundialmente.

O lançamento do Relatório Mundial sobre Drogas de 2013 marca o primeiro passo no caminho para a revisão de alto nível da Declaração Política e Plano de Ação, que será realizada pela Comissão de Narcóticos em 2014. Além disso, em 2016 a Assembleia Geral das Nações Unidas realizará uma Sessão Especial sobre a questão das drogas.

http://www.unodc.org/documents/lpo-brazil//Topics_drugs/WDR/2013/PT-Referencias_BRA_Portugues.pdf

sábado, 19 de outubro de 2013

Comissão de Feliciano aprova projeto que permite templo vetar gay

MÁRCIO FALCÃO
FLÁVIA FOREQUE
DE BRASÍLIA

Sob o comando do deputado Marco Feliciano (PSC-SP), a Comissão de Direitos Humanos da Câmara aprovou nesta quarta-feira (16) projeto de lei que livra os templos religiosos, padres e pastores de serem enquadrados na lei de discriminação se vetarem a presença e participação de pessoas "em desacordo com suas crenças".

Na prática, a proposta quer evitar que os religiosos sejam criminalizados caso se recusem a realizar casamentos homossexuais, batizados ou outras cerimônias de filhos de casais gays ou mesmo aceitar a presença dessas pessoas em templos religiosos.


Autor do projeto, o deputado Washington Reis (PMDB-RJ) propõe alterar uma lei de 1989 que define como crime praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional. Essa norma estabelece prisão de um a três anos para tais situações.

Segundo parlamentares, essa lei é utilizada atualmente por homossexuais que se sentem discriminados. A criação de uma lei específica contra a discriminação de gays sofre resistência no Congresso.

"Deve-se a devida atenção ao fato da prática homossexual ser descrita em muitas doutrinas religiosas como uma conduta em desacordo com suas crenças. Em razão disso, deve-se assistir a tais organizações religiosas o direito de liberdade de manifestação", afirmou Reis.

A posição foi reforçada pelo relatório do deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ). "O alcance da lei, antes voltado mais à questão racial, tem sido ampliado, tendendo a estender proteção também à prática homossexual. Assim, [a proposta] esclarece melhor o alcance da referida norma ao diferenciar discriminação de liberdade de crença", disse ele.

"As organizações religiosas têm reconhecido direito de definir regras próprias de funcionamento e inclusive elencar condutas morais e sociais que devem ser seguidas por seus membros", completou Bolsonaro.

O texto, que foi aprovado pela comissão formada majoritariamente por evangélicos, segue para votação na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara.
Vinicius de Moraes
Celebre cantor e compositor que se tornou parte da cultura do Brasil

Poeta e compositor carioca Vinícius de Moraes, que completaria 100 anos neste sábado.
Assista " Samba da benção " de Vinicius e Odette Lara.

www.youtube.com/watch?v=lUj7p5S_FZk‎



sexta-feira, 18 de outubro de 2013

TOCANTINS
“Saúde Mental e a Política de Álcool e outras Drogas” será tema do o V Fórum Estadual do Judiciário para a Saúde

Os CAPS não são os únicos componentes da Rede de Atenção Psicossocial

O V Fórum Estadual do Judiciário para a Saúde acontece nesta sexta-feira, 18, no auditório do Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins, a partir das 8h com o tema “Saúde Mental e a Política de Álcool e outras Drogas”. O evento tem como objetivo oportunizar aos participantes o aprimoramento de seus conhecimentos sobre Saúde Mental, Política Pública de Álcool e outras Drogas e, consequentemente, debater e refletir acerca do tema, com vistas a conhecer melhor a rede de Saúde Mental do Sistema Único de Saúde, suas características, seus órgãos reguladores, normatizadores, operacionais e orçamentários, e evitar a judicialização da saúde mental.

O fórum é uma parceria entre o Comitê Executivo para Monitoramento das Ações de Saúde no Estado do Tocantins e o Tribunal de Justiça do Tocantins, por meio da Escola Superior da Magistratura Tocantinense. Serão debatidos os temas: "A Judicialização da Saúde e o Papel do CNJ", apresentado pelo juiz federal Clênio Jair Schulze, coordenador do Fórum Nacional da Saúde do CNJ; "Internações compulsórias", pelo juiz Álvaro Ciarlini, doutor em Direito e mestre em Filosofia; e "Justiça Terapêutica", pelo juiz Flávio Augusto Fontes de Lima, doutor em Direito Penal.

Desde o final dos anos 1980, a saúde mental no Brasil vem sendo estruturada por meio dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), especializados no tratamento da dependência química, Os CAPS AD (álcool e drogas) sendo importante lembrar que todo CAPS é apto para o tratamento de dependência química, mas pela crescente demanda, e especificidades, criaram-se tais dispositivos.

Os CAPS não são os únicos componentes da Rede de Atenção Psicossocial. Existem os CAPS, os Consultórios de Rua, as Estratégias de Redução de Danos, os leitos e Unidades de Saúde Mental em Hospital Geral, as Unidades de Acolhimento, os Serviços de Residência Terapêutica, sem falar que todos os dispositivos de saúde da atenção básica, urgência e emergência também são porta de entrada para o atendimento em saúde mental, referenciando quando necessário para os serviços especializados. 

O Tocantins possui 14 CAPS – Centros de Atenção Psicossocial sendo três do tipo Caps AD III (álcool e drogas) – em Palmas, Araguaína e Gurupi. São sete CAPS do tipo I - Araguatins, Colinas do Tocantins, Formoso do Araguaia, Gurupi, Paraíso do Tocantins, Taguatinga e Tocantinópolis, quatro CAPS do tipo II - Araguaína, Dianópolis, Palmas e Porto Nacional. Também contamos com um Serviço de Residência Terapêutica no município de Araguatins. Na atenção hospitalar, temos uma Unidade de Saúde Mental no HGP com 10 leitos de internação, além de leitos para desintoxicação em outros hospitais de Referência do Estado. 

É importante salientar que os CAPS do tipo III funcionam 24 horas, possuindo leitos de acolhimento noturno para situações de crise e maior fragilidade, atualmente os CAPS AD III de Palmas e Gurupi já estão funcionando de tal maneira, e breve, o CAPS AD III de Araguaína também estará funcionando desta forma, pois ainda encontra-se em fase de implantação.

terça-feira, 15 de outubro de 2013


Governo e especialistas criticam internação compulsória de dependentes
por Murilo Souza, da Agência Câmara publicado 15/10/2013 14:17

GABRIELA KOROSSY/CÂMARA


A deputada Erika Kokay (centro) quer impor limites ao uso da internação compulsória pelo Judiciário
Brasília – Especialistas e representantes do governo federal criticaram hoje (15), em debate na Câmara, o uso da internação compulsória para dependentes químicos como política pública.

A representante da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Eliana Addad, condenou o que chamou de "judicialização da saúde". “Por que determinar a internação compulsória pelo simples fato de usar droga? Por que a privação de liberdade se não houve descumprimento da lei?”, indagou ela, que participou de audiência promovida pelo grupo de trabalho de saúde mental da Comissão de Seguridade Social e Família.

Representante da Associação Brasileira de Saúde Mental (Abrasme), Márcia Caldas afirmou que a lógica de punir o usuário, em vez de tratá-lo, é equivocada, e que as alas psiquiátricas dos presídios estão lotadas de pessoas que fizeram uso abusivo de drogas. “A política pública, como está sendo empregada hoje, conta com o apoio do clamor popular e simplesmente recolhe e segrega o usuário de droga, com a nítida postura de punir. E punir não é uma forma de resolver, pois primeiro a pessoa precisa querer ser tratada”, afirmou.

Para o assessor técnico de Saúde Mental, Álcool e outras Drogas do Ministério da Saúde, Daniel Daltin, a discussão sobre a criminalização do usuário é fundamental. “O usuário deve continuar sendo visto e tratado como criminoso?”, questionou.

Em relação à política do governo de atendimento aos dependentes químicos, ele destacou que os hospitais psiquiátricos, vulgarmente conhecidos como manicômios, são estruturas em extinção e não integram a Rede de Atenção Psicossocial (RAP) do Ministério da Saúde.

A audiência foi proposta pela coordenadora do grupo de trabalho, deputada Erika Kokay (PT-DF), para discutir casos de maus-tratos envolvendo dependentes de drogas em hospitais psiquiátricos e em comunidades terapêuticas.

Segundo Kokay, 26% da população carcerária nacional teve algum envolvimento com drogas. “Como você não diferencia tráfico de usuário, todo usuário é um criminoso e pode ser encarcerado. O poder discricionário do Judiciário é que vai dizer quem é traficante e quem é usuário”, afirmou.

A deputada citou casos de comunidades terapêuticas que praticaram tortura física e psicológica com internos dependentes químicos. “Há casos de pessoas sendo enterradas até o pescoço e outros de pessoas obrigadas a beber água de vaso sanitário”, alertou.

A parlamentar vai propor uma nova reunião para discutir especificamente a regulamentação da internação compulsória de dependentes químicos no país. Para ela, essa prática se configura como política de “limpeza social”, simplesmente retirando as pessoas dos espaços públicos e as realojando em presídios e instituições sem o devido tratamento.
14/10/2013 - Sorocaba - SP
Pannunzio inaugura o primeiro CAPS 24 horas de Sorocaba

da assessoria de imprensa da Prefeitura de Sorocaba




Unidade, que atenderá pessoas com transtornos mentais severos devido ao uso de álcool e outras drogas, está localizada na Vila Angélica. Este CAPS será também o primeiro a ser operado e administrado totalmente pelo município

Uma nova etapa na área de Saúde Mental de Sorocaba teve início na manhã desta sexta-feira (11). O prefeito Antonio Carlos Pannunzio e o secretário municipal da Saúde, Armando Raggio, inauguraram o primeiro Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas III (CAPS AD III) – modalidade de serviço de atenção extra-hospitalar e assistência a dependentes químicos 24 horas – da cidade. Localizada em um imóvel da Vila Angélica, onde antes funcionava o CAPS AD II Jovem, a nova unidade será referência territorial para a população das regionais Norte e Oeste da Secretaria da Saúde (SES).

"Sorocaba cumpre mais uma de suas obrigações com a entrega deste CAPS AD III. Nós não podemos mais assistir passivamente ao problema da dependência química em nossa sociedade, este flagelo que destrói vidas", afirmou o prefeito. "Os governos de todas as esferas devem entrar nesta batalha contra as drogas, aumentando a oferta de tratamento e atenção aos usuários e ampliar atividades de prevenção. Nós estamos começando a fazer nossa parte com a inauguração deste CAPS 24 horas, mas sabemos que Sorocaba precisa de pelo menos mais dois. E vamos trabalhar muito para que isso ocorra", completou Pannunzio.

O secretário da Saúde, Armando Raggio, comemorou mais este importante passo, agradecendo e elogiando todos os profissionais envolvidos, não só da SES mas de várias secretarias, que tornaram possível a entrega deste CAPS em menos de dez meses de governo. "Este é o primeiro CAPS do município que funcionará 24 horas por dia, inclusive fins de semana e feriados. E também o primeiro da cidade a ser totalmente tripulado pelo município, por nossa gente. Tenho certeza que será um local totalmente acolhedor, de atenção, de tratamento para todos aqueles que se encontrem em situação de insegurança", disse Raggio.

Também participaram da inauguração do CAPS AD III a vice-prefeita e secretária de Desenvolvimento Social, Edith Di Giorgi e demais secretários municipais; os vereadores Luís Santos e Rodrigo Manga; a presidente do Conselho Municipal sobre Drogas de Sorocaba (Comad), Maria Clara Scheneidman e demais autoridades. Alguns pacientes do Hospital Psiquiátrico Vera Cruz, que está sob gestão da Prefeitura, estiveram presentes na cerimônia e foram convidados pelo prefeito para ajudar a cortar a fita inaugural da unidade.

Sobre a unidade

O CAPS AD III, que será coordenado pela psicóloga Renata Koury Hanna, atenderá pessoas (e seus familiares, se necessário) que apresentem graves problemas relativos ao uso de drogas 24 horas por dia, compondo, com outros pontos de cuidado, a Rede de Atenção Psicossocial de Sorocaba. A unidade funcionará de porta aberta, ou seja, não é necessário que a pessoa tenha encaminhamento e referência de outras unidades. O atendimento será realizado por uma equipe multidisciplinar.

O CAPS AD III começa a funcionar a partir das 7h da próxima segunda-feira (14). O endereço da unidade é rua Professor Júlio Pinto Ferreira, 1.422 (esquina com a avenida Angélica), na Vila Angélica.

Estudos mostraram ser eficientes no combate a alguns distúrbios.

Umbanda e Santo Daime influenciam saúde mental e física
Práticas religiosas mostraram ser eficientes no combate a distúrbios como a depressão

Estudo realizado no Instituto de Psicologia (IP) da USP apresentou a relação entre religiosidade e saúde ao analisar duas religiões brasileiras: Santo Daime, que faz uso sacramental da bebida psicoativa Ayahuasca, e a Umbanda, ambas com rituais fundamentados em práticas de estados diferenciados de consciência.

A psicanalista Suely Mizumoto, em sua dissertação de mestrado Dissociação, religiosidade e saúde: um estudo no Santo Daime e na Umbanda, fez suas observações a partir das condições de saúde e de indicadores de bem estar psicológico e social dos membros envolvidos na pesquisa.

Constatações
Entre diversas constatações, adeptos do Santo Daime e da Umbanda apresentaram diferenças significativas quanto à redução da frequência de mudanças de humor e de sentimentos contraditórios, e quanto ao aumento de domínio sobre essas alterações. As diferenças foram baseadas nas experiências anteriores e posteriores à participação nos rituais de cada religião. Quando comparados a um grupo controle, os adeptos mostraram ter maior equilíbrio de humor e emoção. Os praticantes do Santo Daime ainda revelaram ter maior domínio sobre quadros de base depressiva. Já na Umbanda, o aumento de domínio foi mais aparente em experiências de alteração de identidade.

A comunidade religiosa, provedora de apoio emocional, material e afetivo, pode também ser compreendida como uma comunidade terapêutica para as condições psicológicas estressantes. Os adeptos podem encontrar em suas comunidades suporte em momentos de fragilidade. É comum a quem desconhece a questão do transe mediúnico temer algum tipo de aumento na mediunidade ou descontrole. No entanto, Suely diz que, “na verdade, o aprendizado que essas religiões proporcionam podem ensinar seus adeptos a ter um domínio maior quanto ao enfrentamento espiritual dessas questões, diminuindo experiências mediúnicas traumatizantes”.

Ayahuasca
A dissertação de Suely ainda tratou da polêmica em torno da utilização do psicoativo Ayahuasca. Geralmente condenado, o uso do psicodélico mostrou associar a experiência de cura espiritual — desfrutada por participar aos rituais — a mudanças no estilo de vida dos usuários. A ruptura de velhos padrões com a adoção de outros novos e saudáveis causou reflexo no combate ao risco de dependências da nicotina, álcool, cannabis sativa e cocaína. O ritual com aAyahuasca aumentou, em altas porcentagens, a recuperação declarada quanto ao abuso e risco de dependência para usuários das substâncias citadas.

Na esfera da afetividade, a Ayahuasca serviu como uma espécie de antidepressivo, ou como a psicóloga conta, “aqueles que faziam parte dos rituais com o psicoativo diziam ter os períodos muito longos de tristeza cada vez menores e mais raros, como se a Ayahuasca fosse equivalente a um ‘banho de serotonina’”. Segundo Suely, “é possível que a busca por uma religião que faça uso da ayahuasca possa resultar em efeitos terapêuticos para aqueles vulneráveis a quadros bipolares ou à depressão”.

Método e alguns dos resultados
A dissertação contou com a orientação do professor Wellington Zangari e foi baseada em questionários e escalas aplicadas a um grupo de 106 pessoas; 42 dos voluntários eram adeptos do Santo Daime, 44 da Umbanda e houve também o grupo controle composto por 20 pessoas. O grupo controle serviu para comparar a influência da religiosidade nos participantes. Além disso, tanto no grupo de Santo Daime como no de Umbanda havia a presença de praticantes novatos e experientes.

A psicóloga empregou um questionário que abordava o perfil social, a religiosidade e a saúde, tanto física como mental, dos voluntários. Dados sociodemográficos evidenciaram poucas diferenças entre os grupos, principalmente entre gênero, idade, grau de instrução, faixa salarial e condição de moradia. “Os resultados obtidos dos perfis sociais, saúde e religiosidade e das escalas revelaram indicadores de bem estar que confirmam índices de saúde inteiramente satisfatórios e até melhores quando comparados aos resultados do grupo controle”, relata a pesquisadora.

Contribuições
Não há, até o momento, a precisão da verificação dos resultados apresentados e correlacionados nas comunidades estudadas. Com o tema de sua dissertação, Suely espera incentivar os estudos acerca do psicoativo Ayahuasca e os benefícios a ele associados, em especial, ao seu potencial terapêutico para o tratamento de dependências. Ela buscou amenizar os preconceitos com as religiões afro brasileiras. A Umbanda é um exemplo de religião que trabalha exclusivamente na arte do ensino da prática mediúnica, não faz uso de psicoativos, mas mesmo assim pode ser não bem interpretada. Não havendo nocividade nestas práticas, a relação entre religião e saúde, mais bem esclarecida por esta pesquisa, pode ajudar a desconstruir muito do senso comum que envolve a religiosidade no País.

Link da matéria e contato

http://www.usp.br/agen/?p=112758

Mariana Grazini - mariana.grazini.rocha@usp.br.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Leia com atenção, muito bom , rico....acho importante ler , entender, e transmitir.

Postagem do Blog:
Dependência Quimica e Codependência

Link do blog no final do texto.
Ontem em um grupo de apoio e na compania das minhas amigas Cicie e Pri assisti uma peça cujo nome é tema deste post "Será que estão nos enxergando".

A peça não é encenada por atores, mais por 5 mulheres codependentes e por uma companhia teatral.

Elas contam situações muito conhecidas por nós, relatos de suas vidas ao lado do ente querido dependente quimico, são 3 mães, uma esposa, uma irmã que também tem um namorado dependente quimico.
Elas contam como conseguiram buscar a recuperação pra si mesmas, independente do familiar estar ou não limpo.
Elas chamam a atenção pra nós familiares que somos afetados tanto quanto o dependente pela droga, porém somos esquecidos.
Elas mostram que SIM precisamos de AJUDA, e que a midia, o governo, deveriam NOS ENXERGAR, se querem ter um plano de combate as drogas.
Elas mostram a importância do familiar se tratar e como isso pode auxiliar na recuperação do dependente quimico.

No final abriram espaços pra perguntas, que elas responderam, acompanhadas por uma terapeuta que trabalha há mais de 15 anos com dependência quimica e codependência, deixo abaixo a vocês as perguntas e as respostas da maneira que eu lembro galera:

Mãe de dependente quimico:

- Meu filho está limpo há 8 meses, porém não quer mais ir em grupo, gostaria de saber se eu vindo ao grupo posso fazer com que ele também se interesse em buscar a recuperação?Tenho muito medo de uma possivel recaída.

Um jovem adicto em recuperação há uns 2 anos respondeu:

- Olha eu posso te dizer que EU, busquei minha recuperação porque EU quis, minha mãe frequenta grupos e faz terapia, mais se eu for classificar em porcentagem, posso dizer que ela tem uns 10% de influência e os outros 90% são meus, por que EU decidi que não queria mais viver usando drogas.

Mãe cujo uma filha está internada:

- Minha filha está internada, eu tenho frequentado os grupos, mais o irmão dela não quer nem saber, acha que é sem-vergonhice e não vem aqui nem arrastado, como faço pra traze-lo aqui. posso de alguma forma convence-lo?

Terapeuta

R: Olha pelo que vc descreve ele se faz o papel de "pai" da familia, e não tem como obriga-lo a vir, o que você pode fazer é continuar se tratando e se ele perceber as mudanças positivas em sua vida, talvez ele fique curioso e questione o porque de tanta mudança, e assim também queira "beber da água da mesma fonte" ..rs..e comece entender que ele também está adoecido e precisa de recuperação.

Uma mulher jovem

- Queria saber se existe a possibilidade de uma pessoa mudar completamente, ou se algumas características são da essência dessa pessoa e nunca irá ser modificada?

Terapeuta

- Eu acredito que desde que a pessoa queira e se disponha a mudar ela consegue, mais ela tem que querer e estar disposta para tal, essa história de que pau nasce torto e morre torno eu não acredito.
A terapeuta também falou bastante sobre os codependentes, como somos capazes de cometer insanidades mesmo sem usar drogas, disse que nesse universo dependência quimica, todos são afetados, porém o mais vulnerável a sofrer danos fisicos com o problema DROGAS é o dependente.
E nessas horas é muito importante que os familiares estejam o mais equilibrados possiveis para tomar decisões e poder intervir em prol do dependente, fazendo uma intervenção involuntária.
Se o familiar estiver adoecido, desesperado, reagindo a todas as situações emocionais as quais somos expostos ele não conseguirá ajuda-lo de maneira eficaz, acabando se tornando tão doente ou mais do que o próprio adicto.

O adicto precisa de AJUDA não ser SALVO.
Pra ser SALVO ele precisa QUERER

Sobre tratamento involuntário, ela disse que é um tema polêmico mais que ELA não acredita em tratamento involuntário mais sim em INTERVENÇÃO INVOLUNTÁRIA.
A diferença é caso o dependente esteja em compulsão, colocando a propria vida e a de outros em risco, ele deve sim ser retirado do ambiente o qual se encontra para que a compulsão seja interronpida, dai dar continuidade ao tratamento será SEMPRE escolha DELE.

O que nós familiares podemos fazer?

CUIDAR DE NÓS, DA NOSSA DOENÇA, SE FORTALECER.

Porque gente não é fácil mesmo, se fosse não precisaríamos de grupos de ajuda, a doença da dependência química é um Tsunami que passa na vida da família toda, e se não buscarmos ferramentas e técnicas pra navegar nesse mar, afundamos juntos.
Como se trata de uma doença que afeta a MENTE, nosso COMPORTAMENTO, nosso EMOCIONAL e ESPIRITUAL, as ferramentas que precisamos buscar são: Conhecimento sobre a doença, conhecimento sobre nós mesmos para aprender a identificar e dominar nossas reações.
As estatisticas são desfavoraveis, mais existe uma estatistica que não é divulgada pela midia INFELIZMENTE.

Que é a seguinte:

100% dos dependentes quimicos que seguem um programa de recuperação pro resto da vida CONSEGUEM VIVER LONGE DAS DROGAS
100% dos familiares que buscam ajuda e seguem a programação de recuperação pro resto da vida CONSEGUEM SEGUIR SUAS VIDAS SEM SEREM AFETADOS DEMASIADAMENTE PELAS ESCOLHAS DOS SEUS.
Quem quiser levar essa peça teatral até algum lugar, pode me enviar um email que eu entro em contato com a equipe, e maiores esclarecimentos sobre como fazer isso é só com eles mesmos.


http://dependenciaecodependencia.blogspot.com.br
A Fundação Getulio Vargas é a primeira instituição brasileira a ser membro do OCWC (Open Course Ware Consortium), o consórcio de instituições de ensino de diversos países que oferecem conteúdos e materiais didáticos de graça pela internet.
Abaixo relação de todos os cursos:
Cursos na área de Finanças Pessoais

Como organizar o orçamento familiar – 5h
Como Fazer Investimentos – Básico – 5h
Como Planejar a Aposentadoria – 5h – EM BREVE!

Cursos na área de Sustentabilidade

Sustentabilidade no dia a dia: orientações para o cidadão – 5 h
Sustentabilidade, um valor para a nova geração: orientações para o professor de ensino fundamental – 5 h

Cursos de Inovação, Venture Capital e Empreendedorismo

Cursos Introdução ao Private Equity e Venture Capital para Empreendedores

Cursos em diversas áreas de conhecimento

Balanced Scorecard – 5 h
Intermediação em Investimentos Financeiros – 5 h
Contratação de Trabalhadores – 5 h
Fundamentos da Gestão de Custos – 5 h
Motivação nas Organizações – 5 h
Processo de Comunicação e Comunicação Institucional – 5 h
Introdução à Administração Estratégica – 5 h
Relevância das Questões Ambientais – 5 h
Produto, Marca e Serviços – 5 h
Fundamentos da Gestão da TI – 5 h
Gerenciamento do Escopo de Projetos – 5 h
Qualidade em Serviços – 15 h
Ciência e Tecnologia – 15 h
Diversidade na Organização – 15 h
Ética Empresarial – 15 h
Recursos Humanos – 15 h

Cursos na área de Direito

Argumentação Jurídica – 5 h
Aspectos gerais da arbitragem – 5 h (NOVO!)
Conceitos e Princípios Fundamentais do Direito Tributário – 5 h
Condutas anticompetitivas – 5 h (NOVO!)
Direitos Autorais e Sociedade – 5 h (NOVO!)
Gestão do Poder Judiciário – 5 h
Introdução ao Direito Imobiliário – 5 h
Investigação Criminal e Instauração da Ação Penal – 5 h
O Juiz e a Ética – 10 h
Patentes e bases legais – 5 h (NOVO!)
Reforma do CPP – 10 h
Solução de Controvérsias Privadas – 5 h (NOVO!)

Cursos na área de Metodologia

Conhecimento, Saber e Ciência – 5 h
Espaço da Universidade na Sociedade – 5 h

Cursos para professores do Ensino Médio

Filosofia – 30 h
Sociologia – 30 h


http://canaldoensino.com.br/blog/fundacao-getulio-vargas-oferece-37-cursos-online-gratis

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

O pequeno principe

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"O pequeno principe "
 de Antoine de Saint-Exupéry  por email.

"Pesquisas do mundo todo mostram que a criança que lê e tem contato com a literatura desde cedo, principalmente se for com o acompanhamento dos pais, é beneficiada em diversos sentidos: ela aprende melhor, pronuncia melhor as palavras e se comunica melhor de forma geral. "Por meio da leitura, a criança desenvolve a criatividade, a imaginação e adquire cultura, conhecimentos e valores",

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Fernando Cesar.

Paraíba é primeiro lugar em cobertura de saúde mental


Com 81 Caps, a Paraíba é primeiro lugar em cobertura de saúde mental

Com 81 Centros de Atenção Psicossocial (Caps), a Paraíba ocupa o primeiro lugar no Brasil na cobertura desse serviço por número de habitantes, dispondo de uma rede preparada para acolher os dependentes químicos.
A coordenadora estadual de Saúde Mental, Shirlene Queiroz, avalia que o Estado está numa boa condição em relação a esse serviço. A gestão chega ao Dia Mundial de Saúde Mental, que transcorre nesta quinta-feira (10), tem ampliado a Rede de Atenção Psicossocial (Raps), a partir de um processo de discussão constante entre a Secretaria Estadual de Saúde e as secretarias municipais de maneira a garantir boa assistência a pacientes com transtorno mental ou problemas de saúde decorrentes do uso do crack e outras drogas.

Shirlene explica que, com a rede o paciente pode ser atendido na região onde mora, evitando se deslocar à Capital. “Em cada região o usuário poderá contar com a Unidade de Saúde da Família, o Núcleo de Apoio à Saúde da Família (Nasf), Samu, UPA, leitos de saúde mental em hospital geral para desintoxicação e atendimento em situações de crises, Caps Ad III (24 horas), Caps i, unidades de acolhimento adulto e infanto-juvenil, residências terapêuticas, centros de convivência e projetos de reabilitação psicossocial.

A Raps é fruto de compromisso do Governo do Estado em interiorizar as ações de saúde. Já foram liberadosrecursos para um Caps Ad III em Piancó, outro em Cabedelo e dois em Campina Grande, que em breve serão inaugurados.

Treinamento de pessoal – A SES e o Centro de Referência Regional do Instituto Federal de Educação Tecnológica (IFPB) estão qualificando 600 profissionais que trabalham com o serviço de saúde mental. Também teve início em 30 de setembro, uma qualificação de 180 horas em parceria com UFPB e o Hospital Universitário Lauro Wanderley para trabalhadores dos municípios de João Pessoa, Cabedelo, Caaporã, Santa Rita Bayeux e Sapé que atuam nos hospitais que vão oferecer leitos específicos para saúde mental.
A coordenadora Shirlene Queiroz disse que a Paraíba também tem alcançado resultados significativos dentro da reforma psiquiátrica. Ela informou que foram reinseridos no convívio familiar e social 40 moradores do Complexo Psiquiátrico Juliano Moreira, e o consequente fechamento desses leitos.
A coordenadora Estadual de Saúde Mental realiza anualmente a Semana Estadual da Luta Antimanicomial que este ano, na sua terceira edição, contou com o apoio 35 municípios, quatro associações de usuários, Ministério Público, Ministério da Saúde, Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e outros parceiros.
Também neste ano foi instituído o Colegiado Estadual de Coordenadores de Saúde Mental que discute periodicamente o funcionamento da Rede de Atenção Psicossocial.
Mais ações – O Governo aumentou em quase 100 % o número de leitos em hospitais gerais destinados à assistência à saúde mental (de 37 para 71), com previsão de elevar esse número para 120 leitos até 2014.
A partir de visitas aos hospitais psiquiátricos foi elaborado relatório com nomes de todos os usuários institucionalizados, documento que já entregue à Promotoria Pública.
Dentro do processo de municipalização dos serviços, a SES articula com as Secretarias Municipais de Saúde a implantação de residências terapêuticas nos municípios que precisam acolher seus egressos de longa internação em hospital psiquiátrico. Nas 16 Regiões de Saúde também é pactuada a Rede de Atenção Psicossocial e elaborado o Plano Regional para esse serviço.
Caps – Entre os serviços mantidos pelo Estado está o Caps Ad III (24 horas) em João Pessoa, que trabalha com a desintoxicação do usuário. “Trabalhamos para minimizar os efeitos danosos do uso de drogas, sem ignorá-los ou condená-los, pois entendemos que a desintoxicação é apenas parte do tratamento, onde o usuário poderá ficar no acolhimento noturno por até 14 dias, no período de 30 dias”, destaca a diretora do serviço, Marileide Martins.
Pela qualidade e quantidade de atendimentos, o Caps Ad III na Paraíba recebeu elogios do Ministério da Saúde e está indicado como referência para Estados do Norte e Nordeste que estão implantando esse serviço, a exemplo do Piauí, Maranhão, Ceará, Amazonas e Pernambuco. No mês de agosto o Caps realizou 627 atendimentos, superando a média de vários Estados brasileiros.
O Caps – Ad III – Jovem Cidadão oferece atendimento individual e familiar ao usuário de álcool e drogas. “Esse é um dos nossos diferenciais, porque outros serviços oferecem apenas o tratamento em grupo”, disse Marileide Martins. O serviço mantém um projeto de geração de renda que já colocou no mercado de trabalho 112 ex-usuários de drogas por meio de parcerias com empresas e instituições.
Marileide Martins explica que o atendimento domiciliar é acionado pela família quando esta não consegue convencer o paciente a ir até o Caps. Uma equipe vai à residência e, com ajuda da USF, faz uma avaliação do paciente e toma as providências para o tratamento. “Também estamos fazendo busca ativa para identificar novos usuários de drogas e de álcool e providenciar o tratamento dessas pessoas”, disse a diretora.
No Caps, os pacientes recebem assistência médica e participam de oficinas terapêuticas que ajudam na recuperação. Marileide Martins disse que muitas vezes o paciente deixa o vício das drogas, mas fica com problema mental e por isso continua sendo acompanhado. “Temos pacientes que deixaram o vício das drogas há mais dez anos, mas como apresentam transtornos mentais, continuam em tratamento aqui no Caps, mesmo não sendo nossa referência esse tipo de atendimento”, complementa.
Marileide Martins explica que é preciso traçar com usuários, familiares e órgãos que foram a rede de atendimento as estratégias de redução de danos sociais e de saúde. O objetivo disso é resgatar a potencialidade e identidade pessoal, muitas vezes roubadas pelas drogas. “Sem essas articulações torna-se inviável um trabalho para o dependente químico, pois como se trata de drogas não há um único saber. É necessário agir numa perspectiva interdisciplinar, porque o problema é complexo. Pois estamos lidando com vidas de pessoas que pensam, opinam, sofrem e que tem direito ao exercício pleno da cidadania”, disse.
O atendimento no Caps preserva o usuário o mais consciente possível para um trabalho com atendimento individual, psicoterapia, oficinas terapêuticas, grupos operativos e atendimento medicamentoso quando necessário. O acompanhamento em comum acordo é chamado de plano terapêutico.
Outro serviço oferecido pelo Governo do Estado em João Pessoa é o Complexo Psiquiátrico Juliano Moreira, que disponibiliza cuidado especializado às pessoas em sofrimento mental. Há atendimento ambulatorial, de urgência psiquiátrica e internação hospitalar. No Espaço de Atenção à Crise – o pronto atendimento – é feito o acolhimento de urgência, onde o usuário passa por uma avaliação da equipe multiprofissional, podendo ser encaminhado para a observação e internação, ou ainda ser encaminhado para a rede de serviços substitutivos.
O gerente de ações estratégicas do Juliano Moreira, Madson Souza, explica que o atendimento ambulatorial pode ser agendado de segunda a sexta-feira, no Centro de Saúde Gutemberg Botelho, para psiquiatras, fonodiólogos, psicólogos, assistente social e odontologia. “De segunda a quarta-feira, a partir das 18h, oferecemos um conjunto de práticas integrativas para os diversos trabalhadores que, pelo seu dia a dia, não conseguem tempo para se cuidar”, destacou.
O Complexo também é referência no atendimento a usuários de crack, álcool e outras drogas, com duas enfermarias (masculina e feminina) totalizando 28 leitos e uma equipe específica para lidar com essa demanda. Outra ação importante é o monitoramento realizado aos usuários que “moravam” no hospital e voltaram à sociedade. Uma equipe realiza visitas sistemáticas aos usuários e verifica suas condições de saúde.
A equipe do complexo psiquiátrico é formada por médicos clínicos e psiquiatras, enfermeiros, técnico em enfermagem, cuidadores, psicólogos, nutricionistas, fisioterapeutas, educadores físicos, arte educador, pedagogo, assistente social, dentistas entre outros. Profissionais.

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Centro de Atenção Psicossocial (Caps) de Prudente foi citado no inquérito instaurado pela Promotoria .


Promotoria investiga falhas no atendimento a dependentes químicos

Inquérito civil instaurado pelo Ministério Público Estadual apura falta de assistência integral a portadores de transtornos mentais em Presidente Prudente


Centro de Atenção Psicossocial (Cap's) de Prudente foi citado no inquérito instaurado pela Promotoria .

O promotor de Justiça Mário Coimbra instaurou inquérito civil para investigar eventuais falhas no atendimento, através da rede pública de saúde, de pessoas que sofrem de transtornos mentais e de consequências causadas pelo uso abusivo de drogas lícitas, como o álcool, e ilícitas, em Presidente Prudente.

O Ministério Público Estadual (MPE) tem constatado frequente procura de familiares, em face de “lacunas” existentes na rede de serviços, como a falta de vaga para internação junto aos hospitais psiquiátricos, recursos extra-hospitalares que se mostram insuficientes, falta de estrutura nos tratamentos com regime de internação para dependentes químicos, falta de assistência integral à pessoa portadora de transtornos mentais e falta de política específica de alta planejada e reabilitação psicossocial assistida para pacientes há longo tempo hospitalizados ou com situação de grave dependência institucional.

“As pessoas acometidas por transtornos mentais, decorrentes do uso abusivo de drogas (lícitas e ilícitas), devem ter acesso ao melhor tratamento do sistema de saúde, consentâneo às suas necessidades, devendo ser tratadas com humanidade e respeito e no interesse exclusivo de beneficiar sua saúde, visando alcançar sua recuperação pela inserção na família, no trabalho e na comunidade”, afirma Coimbra.

O objetivo do promotor é apurar eventual ofensa aos direitos dos cidadãos internados indevidamente nos hospitais psiquiátricos da cidade e daqueles que não encontram amparo na rede de saúde mental, diante da ausência de efetiva rede de atenção psicossocial. Isso inclui, conforme Coimbra, todas as modalidades do Centro de Atenção Psicossocial (Caps), inclusive com funcionamento durante 24h, Serviço Residencial Terapêutico (SRT), Programa de Volta para Casa e programa de atenção a álcool e outras drogas.

Outro lado

Por meio da Secretaria Municipal de Comunicação, a Prefeitura de Presidente Prudente informou que tem adotado medidas para a ampliação e a melhoria do atendimento do Caps. O Poder Executivo salientou que já iniciou a implantação de duas novas unidades do serviço na cidade e que vai responder aos questionamentos da Promotoria para mostrar que “está tudo tranquilo e que neste governo o Caps melhorou muito”.

Já o Departamento Regional de Saúde de Prudente também esclareceu que está colaborando com o Ministério Público Estadual “disponibilizando informações sobre tratamento para dependentes químicos na região”.

“Vale ressaltar que a investigação pública se refere ao atendimento municipal para saúde mental e dependência química”, informou a nota da Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo.

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Sergipe avança na assistência

Saúde Mental:
Sergipe avança na assistência
Alertar a sociedade sobre a importância do cuidado com a saúde

Na próxima quinta-feira, 10, será celebrado o Dia Mundial da Saúde Mental. A data tem o objetivo de alertar a sociedade sobre a importância do cuidado com a saúde mental e a assistência prestada à população com sofrimento e transtornos mentais. No Brasil, o modelo de atenção para essa população é assegurado pela Política Nacional de Saúde Mental, que garante o acesso aos serviços e equipamentos que promovem a inclusão no convívio em sociedade. Para saber sobre as ações e os serviços realizados em Sergipe, acompanhe a entrevista com Sony Petris, coordenadora Estadual de Atenção Psicossocial.

Ascom/ SES - Como foi feita a Reforma Psiquiátrica no país e qual a importância para a garantia dos serviços que são ofertados atualmente?

Sony Petris – No Brasil, a Reforma Psiquiátrica iniciou com o objetivo de mudar o modelo de cuidado que previa o internamento dos cidadãos com transtornos mentais em hospitais psiquiátricos. A partir desse movimento, os leitos nessas unidades foram reduzindo e a assistência passou a focar na reinserção desse público no convívio familiar e em sociedade. Com isso, as pessoas com transtornos mentais deixaram de ficar internadas e isoladas e, aqueles que haviam perdido os vínculos familiares, passaram a morar em uma residência terapêutica. O modelo prevê que todos, moradores ou não de residências terapêuticas, possam receber o acompanhamento profissional por meio dos Centros de Atenção Psicossocial (Caps), dispositivo que presta a assistência à saúde.

PEC QUER DESTINAR IPI DE BEBIDAS PARA TRATAMENTO DE DOENÇAS PROVOCADAS PELO ÁLCOOL
Capital Teresina

Segundo a proposta, 10% do total arrecadado será destinado ao tratamento de enfermidades.
Em análise na Câmara, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 249/13 destina parte do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) que incide sobre bebidas alcoólicas para o financiamento de tratamentos e internações provocadas pelo consumo de álcool.

De acordo com a proposta, quando o IPI incidir sobre produção de bebidas alcoólicas, 10% do total arrecadado será destinado ao tratamento de enfermidades, 5% a programas de prevenção ao consumo de álcool, especialmente por crianças e adolescentes, e 5% a programas de segurança pública e trânsito.
O deputado Vanderlei Macris (PSDB-SP), autor da PEC, aponta que o consumo excessivo de bebidas alcoólicas provoca custos sociais elevados, incluindo violência doméstica, acidentes de trânsito e diversas doenças.

“Em parte, esses custos são assumidos pelo próprio Poder Público, que se vê obrigado a custear, por meio do Sistema Único de Saúde, as despesas com o tratamento e a internações de inúmeros pacientes vítimas de acidentes de trânsitos ou enfermidades decorrentes do uso de bebidas alcoólicas”, ressalta Macris.

Tramitação

A admissibilidade da proposta será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Se for aprovada, será criada uma comissão especial para analisar o mérito da PEC, que ainda deverá ser votada em dois turnos pelo Plenário.

Vanderlei Macris (PSDB-SP), autor da PEC
"Acrescenta o inciso V ao § 3º do art. 153 da Constituição Federal para estabelecer a destinação constitucional obrigatória do montante arrecadado por meio do imposto sobre produtos industrializados, quando incidente sobre produção de bebidas alcoólicas, ao financiamento de tratamentos e internações decorrentes do consumo dessa substância."

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Laranjeiras do Sul cria Conselho de Políticas sobre Drogas e Saúde Mental

As reuniões são sempre na última sexta-feira do mês, a partir das 8h30 no auditório do Cias (Centro Integrados de Assistência Social). Os encontros são abertos.
A Prefeitura de Laranjeiras do Sul criou este ano pela Lei 038/2013, sancionada pela prefeita Sirlene Svartz em 29 de agosto, o Conselho Municipal de Políticas sobre Drogas e Saúde Mental. O novo conselho agrega instituições públicas e particulares e busca instituir o Sistema Municipal de Prevenção, Fiscalização, Repressão e tratamento ao uso de Crack e outras drogas. O projeto pretende ainda estimular a melhoria da qualidade de vida do cidadão assistido e de sua família, incluindo-o ao atendimento da rede municipal de Saúde Mental. Outra meta é discutir métodos para fortalecer a assistência a pessoas com transtorno decorrente do uso de drogas.

“O conselho é fundamental para que nós possamos unir forças visando buscar soluções viáveis, na busca de resgatar e prestar assistência aos dependentes químicos para que, de volta ao seio familiar e à sociedade, eles possam exercer o seu direito à cidadania. O que queremos é preservar o ser humano, enquanto munícipe de Laranjeiras do Sul”, disse a prefeita Sirlene Svartz.

O Conselho Municipal de Políticas sobre Drogas e Saúde Mental realiza suas reuniões sempre na última sexta-feira do mês, a partir das 8h30 no auditório do Cias (Centro Integrados de Assistência Social). Os encontros são abertos.

Membros do Conselho Municipal participaram em setembro de uma reunião do Comitê Regional de Saúde Mental em Guarapuava, organizada pela 5ª Regional de Saúde para obter informações de programas relacionados à área de saúde mental dos Núcleos Regionais de Educação.